Category Archives: Dose Semanal WCS

Como eliminar de forma ética a sua concorrência sem destruir a sua comunidade de dança?

Então você quer mais alunos, certo?

Mas você também não quer destruir a comunidade de dança, certo?

Infelizmente, muitos professores de dança tendem a cometer alguns “erros” que acabam dividindo (e, ocasionalmente, mesmo destruindo) a comunidade de dança.

Por sorte, há uma maneira de obter mais alunos, que podem eliminar completamente sua concorrência (em 99% das situações de dança) …

E…

Não só irá evitar destruir ou dividir a comunidade, mas também irá fazê-la crescer e se fortalecer…

… E os outros professores vão te amar por isso!

Antes de entrar nesse método, vejamos como muitos professores de dança atualmente tentam obter novos alunos, de maneiras que podem arruinar o cenário de dança.

 

O Método que NÃO RECOMENDAMOS

Muitos professores procuram atrair novos alunos apelando para pessoas que saem para dançar em casas noturnas, eventos de dança ou mesmo outras escolas.

Agora, se você comanda a casa noturna/evento ou a escola no qual essas pessoas estão frequentando, então isso é ótimo!

Claro, você ainda pode ver minhas sugestões que estão logo abaixo, mas, ao mesmo tempo, essas pessoas são participantes que estão indo para o(s) seu(s) evento/escola(s), então faz sentido contar-lhes sobre outras oportunidades de aprendizado que podem experimentar.

Mas e se você não é dono desses eventos/escolas de dança onde todos esses potenciais alunos estão dançando?

Você deveria estar anunciando seus serviços de professor nestes eventos/escolas ou tentando persuadir os participantes para fazerem aulas com você?

Depende…

Se você tem permissão do dono do evento/escola, então com certeza, vai fundo.

Se não, então eu não recomendaria essa atitude.

Mas não importa se você tem permissão ou não, se isso é tudo o que você está fazendo para obter novos alunos, então você está somente dividindo a comunidade de dança ao invés de fazê-la crescer…

… E você NÃO está eliminando sua concorrência.

 

Por quê?

Porque você está oferecendo seus serviços aos mesmos alunos que o dono do evento/escola de dança. Então, ao invés de trazer novos alunos para o cenário de dança (e fazê-lo crescer), você está tirando alunos que já estão na dança e pedindo-lhes que irem com você a outro lugar … dividindo a atenção deles.

Mesmo que suas aulas aconteçam em uma noite diferente da semana, alguns alunos escolherão apenas ir às suas aulas e deixar de ir ao evento/escola iam antes.

E se eles vão às suas aulas ou não, de qualquer modo você está se colocando em concorrência direta com o dono do evento/escola.

Isso não é necessariamente uma coisa “ruim”, mas certamente não é uma maneira de cultivar uma comunidade maior de dança (ao menos não por conta própria).

Então, em vez disso …

 

Faça crescer sua comunidade de dança enquanto elimina a concorrência

 

Como você obtém novos alunos de forma ética?

… de uma maneira que não destrua (ou divida lentamente) sua comunidade local de dança?

É bastante simples …

Comece a anunciar para “não-alunos”.

Para fazer isso, você pode gastar um monte de dinheiro em publicidade através do facebook e google adwords.

Ou você pode usar um …

 

Método de Base para crescer sua comunidade

Recomendamos “Bombardeiro de Dança” (também conhecido como: Bombardeiro de Lindy, Bombardeiro de Blues, Bombardeiro de Tango, etc.).

Bombardeiro de Dança é quando você vai para um lugar que normalmente não tem dança (ou em algum lugar que normalmente não tem seu estilo de dança) e então você dança …

… um tipo de flash mob, mas que geralmente não é coreografado.

 

Aqui estão as etapas básicas deste método:

  1. Vá para qualquer local onde há um monte de moradores locais (mercados, bares, casas noturnas, etc.);
  2. Coloque uma música e dance para eles (talvez até ensine alguns passos ou noções básicas);
  3. Distribua panfletos ou cartões de visita (e o ideal seria que eles pudessem experimentar sua primeira aula de graça).

 

O Bombardeiro de Dança funciona incrivelmente bem!

Muitas vezes, as pessoas ficam facilmente impressionadas com uma dança em parceria. Até mesmo assistir a dança de quem é iniciante, é fascinante para um não-dançarino.

Independentemente do seu nível, na maioria das vezes as pessoas irão se aproximar de você e perguntar-lhe onde você aprendeu a dançar.

Este é o momento perfeito para entregar um folheto (ideal para uma aula gratuita) e dizer que eles também podem aprender! Ou melhor ainda, tire-os para dançar na pista de dança com você e mostre o quão fácil pode ser começar.

Além disso, não esqueça…

 

Mais dois métodos super simples de crescimento da base

 

Aqui estão mais dois métodos que a maioria dos dançarinos se esquecem de fazer e são SUPER SIMPLES!

  1. Conte aos seus amigos e familiares que não dançam sobre suas aulas.

Ensine-os alguns passos básicos para que eles possam ver o quão fácil isso pode ser, e dê-lhes panfletos também! Eles ficam de 10 a 20 vezes mais propensos a ir ter uma aula com você porque eles já te conhecem.

Faça com que seja fácil para si mesmo e “colha as frutas que estão mais embaixo”.

E…

  1. Peça a seus alunos para contar sobre suas aulas a seus amigos / familiares também.

O boca a boca é incrivelmente poderoso, e às vezes você só precisa lembrar seus alunos para contar a outros amigos. Alguns deles o farão sem lembrete, mas alguns deles precisam desse lembrete.

 

Este são as “frutas que estão mais embaixo”. Claro, você pode fazer outras coisas para trazer novos dançarinos, mas …

… esta é a maneira mais fácil!

 

Não pule este método!

Agora, em vez de competir com outros professores, você eliminou a concorrência.

Se você vê um “não-dançarino” que está no mercado assistindo você dançando, e você o entrega um folheto, ele não vai pensar: “Hmmm, eu deveria ter aulas dessa pessoa ou daquele outro professor de dança”. Em vez disso, ele estará apenas focado neste momento em se deve ou não ter aulas de dança, e o dançarino que está na sua frente é quem ficará na sua mente.

Sua concorrência agora é com todas as outras coisas que ele pode fazer na noite de sábado (ou na noite que você dá aulas) em vez de todos os outros professores de dança.

Claro, muitas pessoas ainda não irão fazer aula de dança apenas por causa disso, mas algumas irão, e quando elas forem …

… você terá acabado de trazer um novo(a) dançarino(a) para a comunidade, aumentando assim a quantidade de pessoas que dançam!

Se você sempre fizer isso, você estará aumentando o potencial novos de dançarinos que podem se inscrever em aulas ou eventos, e isto não é bom apenas para você, mas também para todos os outros professores da cidade …

… e os outros professores vão te amar por isso!

 

É realmente muito simples.

É só seguir estas etapas básicas.

 

Voltando aos Fundamentos

Pense nisso…

Antes de existir uma comunidade de dança em sua cidade, como você acha que ela começou?

Provavelmente fizeram todas as coisas mencionadas acima, certo?

Estes são fundamentos!

Assim como dançar, não ignore os fundamentos.

 

Caros Líderes: Nem tudo é culpa sua

Caros Líderes,

Vocês já ouviram falar em algum lugar que, se houver um erro, é sempre culpa sua? Quero lhes dizer que isso não é verdade.

Como líder, você deveria compensar um seguidor que está tendo dificuldade. Isso pode significar abrandar, mudar os movimentos que você usa ou ser mais claro do que você gostaria. Mas, o fato de que você deveria compensar o seu parceiro não o faz culpado por cada erro que acontece.

A compensação é uma ótima coisa. Mas, há apenas uma certa quantia que você pode compensar. Por exemplo, você não pode magicamente transformar um iniciante em um mestre simplesmente por ter uma ótima liderança. Você pode ajudar a seguir a ‘dança’, se você tiver mais experiência, mas você não pode mudar o fato de que eles ainda precisam evoluir na dança.

Se o seguidor não tiver a técnica e cometer um erro, esse erro é dele. Se eles não pisam no lugar certo, ou eles perdem o equilíbrio, ou eles não acompanham a condução o “erro” é do seguidor.

Por favor, não tome a posse desses erros, mas também não culpe seu parceiro.

Se você se apropriar do erro, você está fazendo um excelente desserviço aos seguidores ao seu redor. Quando eu estava começando na dança, me disseram que tudo o que deu de errado foi culpa do líder. Enquanto eu acreditava nisso, as aulas pareciam bobas. Afinal, não importava o que eu fizesse  – a culpa era sempre do líder se algo funcionasse ou falhasse. Por favor, não tire nossa motivação tomando posse de nossas contribuições (ou falhas).

Mas, você também não tem que culpar seu parceiro. Erros acontecem – tanto para líderes quanto para seguidores. Os erros podem ser transformados em coisas bonitas e criativas. Os parceiros também podem se adaptar aos erros. Então, não se responsabilize pelos erros do seu par, mas faça o melhor para compensar as falhas  dele. Assuma a responsabilidade de ajudar a consertar ou evitar um erro, mesmo que você não o tenha causado.

Os seguidores também devem compensar seus “erros”. Se você está tendo dificuldade com algo, eles devem usar suas habilidades para facilitar as coisas. Mas isso não os torna culpado se você não conseguiu ser claro na condução. Mas, compensar pela sua falha faz deles um parceiro melhor.

Compensação é uma das coisas que permite que você e seu parceiro trabalhem em equipe. Isso permite que vocês se divirtam, apesar dos erros (inevitáveis) que acontecerão. Compense os “erros” do seu parceiro – sem se apropriar deles. Assim ambos serão mais felizes.

Mas, eu quero que você compartilhe a propriedade de qualquer sucesso em sua dança. Para que duas pessoas façam algo certo, significa que ambos os parceiros precisam fazer sua parte. Todas as coisas bem-sucedidas que você alguma vez conduza na dança exigem um seguidor que “entendeu”.

Então, compartilhe essa responsabilidade com o seguidor. Não acumule a alegria dizendo que foi sua liderança surpreendente que conseguiu isso. Compartilhe o crédito com seu parceiro. Sem ele, não importa o quão ótimas sejam as suas habilidades. Ele seguiu você em sua visão, e ele te ajudou a fazer isso acontecer. Foi você e seu par que fizeram isso acontecer.

Caros líderes, não sinta que tudo errado em uma dança é culpa sua. Lembre-se de que há outra pessoa lá que compartilha a responsabilidade tanto para os erros quanto para os acertos.

No final do dia, você não está sozinho na dança. Você está lá com o seu parceiro. Então, compartilhe a responsabilidade com eles. Ajude-os quando cometerem um erro. Compense e crie uma experiência de dança maravilhosa dividindo a responsabilidade e experimente juntos a alegria quando algo dá MUITO certo.

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/dear-leaders-its-not-all-your-fault/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis.

Quer dançar? Então vamos transar!

Nós tivemos uma conexão incrível e eu me senti segura nos braços dele enquanto dançávamos, ríamos e criávamos juntos uma sensação indescritível. Nós dançamos por praticamente uma hora e meia juntos e eu me senti muito viva e feliz quando terminamos. No dia seguinte tivemos danças muito similares por quase uma hora, brincando e nos divertindo. Ele me desafiava mas nunca me fez sentir mal por algum erro, ao contrário, nós ríamos juntos e apenas nos expressávamos na música. No dia seguinte veio a pergunta. Ou melhor, a vontade verbalizada: “Eu quero você”. Eu disse que queria continuar apenas como amigos. E depois disso nós nunca mais dançamos.

Infelizmente essa é uma realidade diária no nosso mundo, e no último evento que fui esse ano estava muito claro. Existia uma atmosfera sexual não usual pelo lugar, e não me entenda mal, eu entendo que o sexo faz parte da dança e isso não é uma coisa ruim, vá, explore e divirta-se, mas quando é isso que determina quem é você na dança, não é algo legal.

Além disso, é algo que está sendo usado na procura de um parceiro de dança, pelo que tenho percebido. Tenho recebido convites para virar parceira de dança ou de aula de outras pessoas com uma expectativa bem explícita de que eu durma com eles. Porque “a conexão é tão melhor depois que você faz sexo com a pessoa”. Pode ser, ou pode não ser também. Eu não sei. Mas eu sei que é uma forma grosseira de expressar uma noção extremamente antiquada de que o homem possui o corpo da mulher. Ou seja, durma com seu parceiro se você quiser, mas não use isso como um pré-requisito na construção de uma parceria ou na hora de escolher um assistente para sua aula. Se acontecer, deve acontecer de forma orgânica, natural, mas deixar claro em palavras como expectativa de que aconteça, não é legal. Só para deixar claro, as pessoas que eu dei aula ou pratiquei junto até hoje nunca me pediram isso, e são amigos meus extremamente respeitosos.

Eu quero enfatizar que esse problema não necessariamente representa toda a comunidade ou eventos, mas nesse último evento que eu fui eu tive a sensação que vários caras estavam com apenas um pensamento, e, novamente, não é que o sexo seja um problema, o problema é usá-lo contra você na condição de uma dança. É quando você deixa de ser tirada para dançar porque seus sinais são muito claros de que você não quer nada além de dançar. E para os caras que estão pensando “ah, mas as mulheres também procuram parceiros para sexo na dança”, sim eu entendo. Mas eu raramente escuto alguma dizer que parou de dançar com um cara porque ele não quer fazer sexo com ela.

O cara que deixou de dançar comigo porque eu disse “não, obrigada” inclusive parou de conversar comigo também, o que me fez sentir mal para ser honesta. Não só porque nós éramos amigos e conversávamos bastante mas porque claramente nós tínhamos uma boa conexão e nos divertíamos enquanto dançávamos. E do nada isso se foi. Talvez isso mude na próxima vez que a gente se encontrar, quem sabe.

De qualquer forma, os eventos são incríveis por diversos motivos, como o descanso na praia, as danças nos bailes todas as noites, minha melhor amiga sempre ao meu lado. E eu não me canso de falar que tem cavalheiros incríveis e muito respeitosos também. Eu sempre tenho danças de tirar o fôlego com alguns deles. A questão é saber separar uma boa conexão da dança de uma tensão sexual recíproca.

 

FONTE: http://annathefringe.com/2017/07/09/wanna-dance-lets-fuck-then/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Lucas Esteves

APRENDA A DANÇAR COM A MÚSICA

Gostaria de aprender a dançar? Embora alguns tipos de dança não requerem música, a maioria das danças é feita para a música. Muitas pessoas vão admitir ter vontade de dançar, especialmente quando ouvem uma batida familiar. Então, como você aprende a dançar?

Começa aqui:

  • Encontre um tipo de música que você gosta.
  • Escolha uma música que faça você se sentir bem.
  • Reproduza a música algumas vezes, ouvindo atentamente as diferentes batidas, detalhes e características da música. Você também pode ouvir as letras para encontrar inspiração.

APRENDA A DANÇAR NA BATIDA NA MÚSICA

Aprender a dançar começa com a descoberta da batida da música. A batida de uma música geralmente determina o quão rápido ou quão lento você deve mover seu corpo enquanto dança. Se a sua música escolhida tiver uma batida rápida, esteja preparado para se mover rapidamente.

Para encontrar a batida de uma música:

  • Escute atentamente as batidas mais fortes e pesadas.
  • Bata palmas junto com as batidas para sentir a música.
  • Tente bater seu pé direito para as batidas fortes e seu pé esquerdo para as batidas mais fracas.

 

APRENDA A DANÇAR COM SEUS BRAÇOS

Ao aprender a dançar, tente mover os braços. Quando você acha que pode sentir a batida, relaxe os braços e tente movê-los junto com a música.

Algumas ideias:

  • Você pode balançar os braços naturalmente junto com os pés, dobrando levemente os cotovelos.
  • Levante os braços acima de sua cabeça, depois desça novamente pelos seus lados.
  • Não tenha medo de brincar com movimentos não-lineares e fluídos, também. Experimente com diferentes expressões e veja o que parece melhor se adequar à música, ao seu estilo pessoal e aos sentimentos ou mensagens que deseja compartilhar.
  • Não se esqueça de que seus braços estão conectados aos ombros, costas e peito. Explore qual é a sensação de mover outras partes superiores do corpo junto com os braços.
  • Lembre-se: Embora possa haver certos estilos e técnicas, em última análise, não existe uma maneira correta ou errada de dançar. É uma forma de expressão pessoal.

 

APRENDA A DANÇAR COM POUCOS PASSOS

Aprender a dançar envolve aprender a se mover. Agora que você tem os braços em movimento, tente adicionar alguns passos com os pés:

  • Levante um pé e depois o outro, tipo de como marchar no lugar.
  • Dobre seus joelhos no tempo para a música, dando pequenos passos para a frente e para trás com os dois pés.
  • Deixe seus pés levá-lo ao redor do chão em pequenos círculos.
  • Considere outras formas de mover sua parte inferior do corpo, incluindo seus quadris.
  • Como nos braços, não limite seus movimentos para a frente e para trás. Explore todos os planos de movimento, como círculos e diagonais.

 

APRENDA A DANÇAR USANDO SUA CABEÇA

Dança também inclui sua cabeça. Você precisa adicionar um pouco de movimento acima do pescoço. (Se você segurar sua cabeça imóvel e rígida, você ficará como um robô.)

  • Acene suavemente com a cabeça ao ritmo da música.
  • Não acene loucamente com sua cabeça. Basta mover o queixo para cima e para baixo em um ritmo, um pouco como gesticular a palavra “sim”.
  • Para que a ação pareça mais natural, deixe sua cabeça acenada para cima e para baixo, bem como de lado a lado.
  • Pense no seu pescoço como uma extensão da coluna vertebral e permita que ele responda naturalmente aos outros movimentos da parte superior e inferior do corpo.
  • Relaxe. Agora tente sentir a música, sem pensar demais. Pode ajudar se você fechar os olhos. Também pode ajudar se observar no espelho para ganhar consciência corporal.

 

Neste ponto, todo o seu corpo deve estar se mover no tempo da música. Aprender a dançar pode ser simples e divertido.

FONTE: https://www.thoughtco.com/learn-to-dance-1007102
TRADUZIDO POR: Marcel Cortinovis

Porque todo o dançarino deveria saber Liderar e Seguir

Na dança a dois, temos duas funções (normalmente) bem definidas: líder e seguidor. Cada um desses papéis tem seu próprio leque de responsabilidades.

O líder é o diretor, que tem uma visão do que vai acontecer depois. Ele cria os pedidos, que são processados pelo seguidor.

O seguidor interpreta os pedidos feitos pelo líder e implementa o pedido. Ele cria a visão que o líder estabeleceu.

Mas e se mexêssemos um pouco com esses papéis?

O Conceito de Seguir enquanto Conduz

Os líderes mais procurados tem uma qualidade especial: a habilidade de entender e interpretar as respostas dada pelo seguidor. Isso significa que os melhores líderes não são 100% líderes na dança; tem uma certa porcentagem de seguidor também.

Pense nisso como um lanche (tradicional): Os seguidores são o recheio.  Os líderes são os dois pedaços de pães, envolvendo os seguidores dos dois lados. De um lado, eles estão liderando o seguidor na direção da sua visão (fatia de cima). Mas, eles também usam parte da sua capacidade (fatia de baixo) para garantir que os seguidores ainda estão com eles.  

Isso cria um “piso” que evita que o seguidor se solte de uma conexão confortável. Ele também diz ao líder se seu seguidor está:

  • Atrasando a liderança
  • Perdendo o equilíbrio
  • Interpretando mal a liderança
  • Desconfortável com um movimento específico

 

Isso não significa que o líder deixe de liderar. Mas, significa que eles estão mantendo a consciência do que está acontecendo com o seguidor – em vez de ser escravo de sua própria visão.

É como ter dois guias turísticos para um grupo: um mantém a frente em movimento, e o outro garante que ninguém se perca na parte de trás do grupo. Se a parte de trás atrasar muito, a frente pára e espera que a parte traseira os encontre.

Muitas vezes, essa capacidade de acompanhar a liderança é a diferença entre líderes “médios” e “ótimos”. É como eles criam a sensação de que o seguidor “não tem como errar”. Se você é capaz de reajustar sua liderança para os erros do seu seguidor, eles nunca sentirão que “estragaram”. Em vez disso, você dá ao seguidor um sentimento de domínio porque você consegue acomodar sua visão, erros e problemas “seguindo” eles.

Além disso, a capacidade de seguir o seguidor funciona maravilhosamente com dançarinos avançados. Quando você sabe como seguir os movimentos do seu parceiro, um seguidor avançado pode criar novos movimentos com você e adicionar acentos musicais. Isso pode levar a novas e criativas descobertas na dança – sem momentos incômodos e desencontros.

 

O conceito de liderar enquanto segue

Liderar enquanto segue é quando um seguidor é capaz de interpretar com sucesso o imperfeito e preencher as lacunas na dança sendo responsável por seu próprio corpo e equilíbrio. É menos sobre propor um movimento novo, e mais sobre ser responsável pelo que está acontecendo.

 

Os seguidores que afirmam que “apenas seguirão” muitas vezes não possuem essa habilidade. Também pode ser uma teimosia simples – ou uma educação que não lhes deu a confiança para possuir sua própria dança.

 

Na ausência de uma liderança necessária, um seguidor que pode “liderar” seu próprio corpo pode manter o equilíbrio e o controle. Às vezes, pode até ajudar a colocar a liderança no caminho certo. Muitas vezes, você pode vê-lo com seguidores que sutilmente ajustam o tempo para alguém fora do tempo, ou com iniciantes que lutam contra os passos básicos.

 

Os melhores seguidores podem fazer isso liderando sem “assumir” o fluxo da dança. Eles entendem qual é a diferença entre preencher os espaços vazios ou descarrilar um espaço já ocupado por uma vantagem.

Líderes avançados também usam isso para criar a peça na dança. Com um seguidor que não tem medo de liderar seu corpo e ser responsável por sua própria execução, os líderes podem se tornar criativos com movimentos novos e excitantes. Experiências podem acontecer. Mas, sempre exige que o seguidor seja responsável pelo seu próprio corpo.

A melhor forma de aprender isso

 

Este é um assunto polêmico. Eu acredito que aprender a liderar e seguir em uma dança, acelera a capacidade de ambas ao mesmo tempo.

Eu acredito que quanto mais cedo você começar, mais fácil é “mudar a chave” entre os dois papéis. Sempre que começo uma dança onde acabei de trocar os papéis, acabo tendo um pouco de dificuldade em mudar entre os dois. Liderar e seguir são fundamentalmente diferentes e usam uma memória muscular diferente.

Para os dançarinos que deixam essa ponte para mais tarde, aprender o outro papel, muitas vezes, afeta temporariamente sua proficiência no  seu papel principal. Os seguidores que aprendem a liderar temporariamente se tornam “pesados”, ou tendem a se conduzirem. Os líderes às vezes perdem sua intenção.

Mas, vale a pena (na minha opinião).

Os dançarinos que conseguem esse esforço extra para aprender ambos os papéis tendem a entender o que seu parceiro precisa sentir. Os líderes aprendem a saber quando seu seguidor não está “com eles”, versus quando são apenas um pouco lentos. Os seguidores aprendem onde estão suas oportunidades de “adicionar” à dança – e onde a adição significa interferir com a liderança atual.

Claro, você ainda pode aprender essa habilidade sem aprender ambos os papéis – apenas tende a ser uma jornada mais longa. Por exemplo, uma dançarina que faça ambos os papéis, pode mostrar-lhes como deveria ser a sensação de um movimento. Pode replicar no corpo o que as respostas precisam ser. Já uma dançarina de um único papel, não pode fazer isso com tanto sucesso.

Concluindo

Aprenda a habilidade de liderar e seguir em cada uma das suas danças. Ter a capacidade de acessar ambas as ferramentas fará de você um parceiro de dança e um aluno infinitamente melhor. Isso é uma obrigação, se você é professor.

 

Minha maneira preferida para desbloquear essa habilidade é aprender ambos os papéis. Mas, no caso de que isso não seja para você, gaste um tempo investindo na arte de ouvir o corpo do seu parceiro – em vez do seu próprio.

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/why-every-dancer-should-be-both-a-leader-and-a-follower/
TRADUZIDO POR: Marcel Cortinovis

O que é West Coast Swing?

West Coast Swing é uma forma estadunidense popular de se dançar swing que se espalhou para o mundo. Parte do apelo do WCS é ser uma dança adaptável; ele pode ser dançado em uma variedade de estilos musicais e gêneros! Além de que a dança em si cria espaço para improvisos e interações entre os parceiros. Combine esses elementos com os estilos da dança de rua (a maioria dos dançarinos de wcs resistem ao impulso de formalizar a dança deixando-a como um ritmo de dança de salão) e é fácil de ver porquê pode ser tão difícil de definir mas tão fácil de amar.

Saiba mais sobre West Coast Swing abaixo.

wcs

Características do West Coast Swing

  • WCS é uma dança de propor-seguir seu parceiro que enfatiza a conversa entre os pares. O líder é responsável por escolher o movimento da dança, mas isso encoraja o seguidor a criar oportunidades, de brilhar durante a dança. O seguidor é responsável de levar a intenção do líder,
    Mas é encorajado a brincar e interpretar dentro da estrutura geral do líder.
  • WCS Geralmente é dançado em linha, com o seguidor se movendo para qualquer extremidade da linha e o líder se mantém no centro. Embora a linha possa rodar ou descolar na ocasião, WCS não é uma dança circular ou progressiva.
  • Cada passo do WCS termina na âncora; o líder e o seguidor se afastam criando um elástico. Esse elástico ou elasticidades, cria um visual suave e tranquilo para sua dança.

Por que as pessoas amam tanto o WCS?

Uma das principais virtudes do west coast swing é o alto nível de personalização da dança. Então, o que é west coast swing? Não existe uma maneira única de se dançar WCS, e os dançarinos são encorajados a desenvolverem seu próprio estilo dentro da estrutura básica da dança. Apesar de ser uma dança de propor-seguir a dois, ela permite muita liberdade e individualidade!

Com o que se parece?

Todos já devem ter visto o vídeo viral de dois profissionais do west coast swing dançando um improviso e criando uma dança fantástica e inspiradora. Esse vídeo é acompanhado por uma chamada sensacionalista e até preconceituosa para quem conhece a realidade desses profissionais. Se você ainda não viu, veja abaixo e após assistir, se você se interessou pelo ritmo, visita nossa seção de professores no site do Conexão para se informar sobre aulas.

Como fazer os seus movimentos parecerem fáceis

O movimento eficiente é fácil de reconhecer – todos nós sabemos quando vemos um dançarino, que cada um de seus movimentos parece natural e sem manobra. Entender como criar esse efeito, no entanto, é muito mais complicado. De uma perspectiva prática, dançar com eficiência ajuda você a economizar energia e minimizar o desgaste do corpo; Do ponto de vista artístico, permite que você faça grandes impressões com pequenos momentos e memórias duradouras para aqueles que estão assistindo.

“Tanta luta e determinação em seu treinamento pode ser difícil para dançarinos iniciantes ajustarem suas prioridades em direção a simplicidade e facilidade”, diz Laurel Jenkins, artista independente e artista de teatro Trisha Brown Dance Company. “Sua estética muda, e você pode descobrir coisas novas maravilhosas”. Dominar a arte de um movimento sem esforço requer uma nova perspectiva e uma estratégia inteligente dentro e fora do palco.

Use as transições.

Quando adolescente, o diretor de Ballet da Cidade de Nova York, Anthony Huxley, teve um momento “aha” assistindo o antigo presidente da NYCB, Peter Boal, demonstrando combinações. Ele aprendeu de Boal como guiar seu peso e impulso de cada passo de forma que o ajudasse a começar o próximo. A metade da energia necessária para executar um movimento poderia ser emprestada do anterior, e assim por diante.

“Você tornará suas transições tão fáceis, limpas e rápidas quanto possível, tirando tudo o que não precisa de sua dança”, diz Huxley. Isso inclui ser desnecessariamente focado em formas específicas. A menos que a coreografia exija que você demonstre equilíbrio.

Olhe em volta

Os dançarinos costumam se observar no espelho, podendo desenvolver o hábito de olhar para a frente. Mas para conseguir uma sensação de pouco esforço, é essencial usar seus olhos de palco. “Solte o pescoço para que a cabeça possa se mover livremente e os olhos possam ver”, sugere Jenkins. “Fazer decisões com base no que você vê gera uma estética fácil e casual. Quando isso acontece no palco, é um sinal de maturidade – estou atraído e quero saber mais”.

Faça de novo

Use ensaios de para classificar seu conhecimento e determinar quando pisar com energia, e quando se mover sem esforço, aconselha Huxley. “A primeira vez que faço algo, eu sempre dou tudo 100 por cento, o que te desgasta tanto física quanto mentalmente. Essa não é uma experiência agradável”.

A dançarina e coreógrafa Jodi Melnick gosta da repetição como uma ferramenta que ajuda a entender a essência de um movimento. Cada vez que ela repete um passo, ela reaprende e reexperimenta ele, “gravando fisicamente e se conectando com a sensação do movimento”, diz ela.

Já é suficiente

Os movimentos têm “pontos suaves” quando se trata da quantidade de esforço e relaxamento muscular necessário. Faça uma pausa para se perguntar quanta força você está usando e, na maioria das vezes, você verá que pode se poupar. “Muitas vezes penso sobre isso como o equilíbrio entre tensão e atenção”, diz Melnick.

“Eu sou fraca, de verdade”, diz ela. “Eu não tenho essa força explosiva e muscular, está tudo em seguir a estrutura certa, como jogar bilhar ou jogar dardos”.

“A idéia não é fazer muita força, é realmente um equilíbrio”, explica Jenkins, “e fazendo menos, o dançarino é um imã para o foco do público, ao invés de tentar capturar a atenção do público. Eu penso nisso como um gato, Aquela quietude dinâmica que tem antes de um ataque – aquele equilíbrio acordado, pronto para uma ação decisiva “.

Fonte: http://www.dancemagazine.com/make-your-movement-look-effortless-2381883297.html
Traduzido por: Marcel Cortinovis

Aprenda a escolher: bom professor X excelente professor

O que qualquer dançarino seria sem seus professores de dança?

Claro, ele não seria dançarino. Não ao menos no sentido formal. Os dançarinos são cativados, moldados, nutridos e lançados no mundo da dança pelos seus professores. E os melhores dançarinos tiveram e/ou ainda têm excelentes professores de dança para agradecer pelo seu sucesso.

Então, quais são as qualidades de um grande professor de dança? O que faz um professor de dança ir do status de “bom” para “excelente”? Neste artigo vamos citar 12 traços que um excelente professor de dança tem. Aprenda a perceber isso na escolha de quem vai cuidar da sua dança.

Além dos meus pais, meus professores fizeram o máximo para moldar minha vida“. – George Lucas.

12 traços de um excelente professor de dança:

  1. Realmente ama a dança.

Os melhores professores de dança respiram dança como oxigênio. A dança não é a única coisa na vida do professor, mas é seguro dizer que ele mergulha na dança e é compelido a compartilhar esse fascínio com os outros.

“Um bom professor é como uma vela – ele se consome para iluminar o caminho para os outros.” – Mustafa Kemal Atatürk

  1. Ama e honra o ensino.

Além da compulsão de compartilhar o que amam com os outros, grandes professores de dança são fascinados com o ato e a arte de ensinar. Eles reverenciam o ofício e seu papel como professor. Por isso, um excelente professor continua aprendendo a desenvolver suas habilidades de ensino, aprimorando seus conhecimentos e se dedica a fornecer a mais alta qualidade de experiência aos seus alunos.

“Ninguém deve ensinar quem não ama o ensino.” – Margaret E. Sangster

  1. Foi lá e continua.

Um grande professor de dança sabe e lembra o que é ser aluno. Ele desenvolveu e dominou as habilidades que está transmitindo para você, no entanto, não pára por aí. Ele andou o caminho das pedras, conhece as dificuldades, entende o processo.

“Um homem deveria primeiro se guiar para o que deveria ser. Só então ele deveria instruir os outros. ” – Buda

 

  1. Apoia você.

Grandes professores de dança são sensíveis às necessidades de cada aluno, independentemente da capacidade ou do talento inato. O excelente professor analisa muito bem seu aluno e só depois encontra a melhor maneira de encorajá-lo a ser o dançarino que quer ser. Ele passa a te conhecer, acredita em você, te estimula, elogia seus sucessos e o ajuda a entender e corrigir seus erros.

“Toda criança merece um campeão – um adulto que nunca desistirá deles, que entende o poder da conexão e insiste em que se tornem os melhores que possam ser.” – Rita Pierson

“Trate as pessoas como se fossem o que deveriam ser e você os ajudará a se tornarem o que eles são capazes de ser.” – Goethe

  1. Motiva você.

O apoio de um professor de dança envolve frequentemente “te levantar e te derrubar”. Um excelente professor desafia você e inspira você. Ele te orienta a estar preparado para todas as situações. De uma maneira ou de outra, ele sempre encontrará como te guiar para todo o teu potencial.

“Um mestre pode dizer o que ele espera de você. Um professor, no entanto, desperta suas próprias expectativas. “

– Patricia Neal

“O sonho começa com um professor que acredita em você, que puxa e empurra e leva você para o próximo platô, às vezes te cutucando com um bastão afiado chamado “verdade”.  – Dan Rather

  1. Respeita você.

Um excelente professor não é apenas sensível às suas necessidades, mas valoriza sua individualidade e humanidade. Embora ele possa estar à frente de você no conhecimento da dança, ele mostra profunda consideração por seus sentimentos, seus pensamentos, seu corpo e seu progresso. Ele espera que você progrida e faça o seu melhor, e resiste a desistir de você, mesmo quando você não consegue atender a essas expectativas. Não é difícil perceber que ele ama seus alunos tanto quanto ele ama dança e ensino.

“Uma criança não pode ser ensinada por quem a despreza, e uma criança não pode se dar ao luxo de ser enganada.”  – James Baldwin

  1. Mostra empatia.

É possível aprender com professores negativos ou desanimadores, mas um excelente professor te inspira porque ele se importa. Isso não significa que ele é influenciável. Significa que ele responde aos seus alunos com compreensão e, quando apropriado, compaixão. Ele alcança as pessoas no que elas são, e não no que elas esperam um dia se tornarem.

“Um olha para trás com apreciação para os professores brilhantes, mas com gratidão para aqueles que tocaram nossos sentimentos humanos. O currículo é uma matéria-prima tão necessária, mas o calor é o elemento vital para a planta crescente e para a alma da criança. ” – Carl Jung

  1. Adapta-se e é flexível.

Excelentes professores estão prontos e dispostos a sair da zona de conforto para nutrir seu pensamento. Eles capacitam os alunos, ensinando-os a pensar e às vezes direcionar sua aprendizagem. Um excelente professor sabe quando perdeu seus alunos e sempre tentará novas maneiras de ajudá-los a se recuperar, descobrir e entender.

“Você não pode dirigir o vento, mas você pode ajustar as velas”. – Anônimo

  1. Cultiva e se preocupa com sua saúde.

Sua saúde física e mental é crucial para o seu sucesso como dançarino. Um professor excelente acompanha as informações mais recentes e as melhores práticas de ensino. Ele também sempre se preocupa em manter a sala de aula como um espaço seguro para tentar, falhar, corrigir e crescer.

“Eu nunca ensino meus alunos. Eu apenas tentarei fornecer as condições em que possam aprender. ” – Albert Einstein

  1. Conduz um processo de descoberta.

Todos os professores de dança devem ter um método para sua “loucura” – geralmente um que nasce do ensaio e da experiência. Os bons professores estudam e se esforçam para criar um currículo ou processo para orientar estudantes com padrões, metas e objetivos lógicos. Os melhores professores criam espaço nesse processo para questões, exploração e adaptação. Eles querem que você seja um dançarino consciente e auto motivado.

“Mil professores, mil métodos.” – Provérbio chinês

“O melhor professor é aquele que sugere, em vez de dogmatizar, e inspira seu ouvinte com o desejo de ensinar a si mesmo.” – Edward Bulwer-Lytton

  1. Fala para cada aluno.

O talento especial de professores excelentes está em conseguir traduzir conceitos de movimento para uma linguagem que faça sentido para os alunos. Ele comunica conceitos repetidamente de diferentes maneiras até que todos entendam. Para ele, vale a pena tentar alcançar todos os alunos porque ele sente que cada aluno merece seu melhor esforço.

“O professor médio explica complexidade; O professor talentoso revela simplicidade. ” – Robert Brault

“A tarefa do excelente professor é estimular as pessoas aparentemente comuns a um esforço incomum. O problema difícil não é identificar os vencedores: é fazer vencedores a partir das pessoas comuns. ” – K. Patricia Cross

  1. Cria comunidade.

Os melhores professores de dança são como planetas com sua própria atmosfera. Os estudantes que gravitam em torno de tais professores se tornam parte de uma cultura única que busca trazer o melhor em todos respirando o mesmo ar. Um professor que cria essa comunidade ensina mais do que apenas a dançar. Ela instrui os alunos a viver como pessoas melhores.

“Nós não ensinamos matemática, história, ciência ou gramática – ensinamos estudantes.” – Desconhecido

” Eu gosto de um professor que lhe dá algo para levar para casa para pensar além da lição de casa.” – Lily Tomlin como Edith Ann

FONTE: http://www.danceadvantage.net/great-dance-teachers/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: KIKO FERNANDES

20 dicas para a etiqueta na dança social

Muitas vezes esquecemos que a dança é uma comunidade que tem seus costumes e hábitos, muitas vezes esquecido e ignorados.

Vamos relembrar algumas etiquetas para melhorar nossa comunidade e deixa-lá mais atrativa.

Dicas de Etiqueta:

1. Tente sempre dançar com a maior variedade de pessoas em bailes e eventos.

2. Se você está em um baile com alguém que você trouxe pra conhecer a comunidade, essa pessoa deve ser sua prioridade de dança nessa noite.

3. Um bom leader é reconhecido por quão preciso seu movimento é e não pela força física que ele coloca nas conduções.

4. Não peça desculpas por erros na dança, apenas sorria e continue.

5. Mas peça desculpas se você pisar/bater em alguém, seja a pessoa com quem está dançando ou o casal ao lado.

6. Reconfortar alguém que está se sentindo mal sobre sua própria dança é sempre melhor do que criticar.

7. Não dê dicas ou ensinamentos que não te foram solicitados.

8. Dançarinos avançados não devem nunca tentar passos avançados com pessoas iniciantes.

9. Agradeça todas as pessoas que você dançar, sejam elas quem forem.

10. Não corrija a postura da pessoa que você está dançando, a não ser que você seja o professor dela.

Dicas Etiqueta

11. O maior erro da dança é parar no meio dela para conversar sobre algum erro menor.

12. Existe uma grande diferença entre recusar uma dança ou pedir para dançar mais tarde.

13. Boas followers devem acompanhar seus parceiros mesmo se eles estiverem fora do ritmo.

14. A distância entre as duas pessoas na postura fechada deve sempre ser ditada pela follower, e sempre na sua zona de conforto.

15. Followers devem evitar dar sugestões de passos durante a dança, o leader já tem uma lista de coisas para pensar.

16. Se você não tem certeza do nível de dança da outra pessoa, uma boa estratégia é começar devagar e com uma música lenta.

17. Se você não tem certeza do nível de dança da outra pessoa, procure não enfeitar muito e se ater ao rítmo.

18. Nunca faça passos aéreos e pegadas no baile.

19. Bons dançarinos procuram dar passos menores quando o baile está muito cheio.

20. Bons dançarinos não devem intencionalmente tentar provar serem melhores do que a pessoa com quem estão dançando.

 

 

Fonte: http://www.arthurmurraylive.com/blog/49-steps-to-great-ballroom-dance-etiquette/
Traduzido e adaptado por: Lucas Esteves

Anchors Away! Aperfeiçoando o passo âncora do West Coast Swing

A âncora.

A âncora é uma das partes mais importantes do west coast swing. Não só cada movimento termina no passo âncora, mas a âncora também é responsável por boa parte do visual do WCS. Elasticidade, suavidade, o ritmo relaxado da dança: tudo isso está profundamente conectado com a âncora. Comece a praticar agora e descubra como aperfeiçoar o passo âncora no wcs pode te ajudar significativamente.

ancora

Melhorando sua âncora

Para um iniciante, existem dois elementos chaves para a âncora do wcs.

Primeiro: A âncora não se move. Daí o nome, “âncora.”

Segundo: A âncora se estende para longe de seu parceiro.

“Anchors away!” (termo em inglês para: Âncora que acaba de começar a colocar peso sobre a corda ou corrente pela qual ela está sendo levantada.)é uma boa frase para se manter em mente. A próxima dica vai te ajudar a praticar esses elementos.

A dica:

Sem um parceiro, se coloque em uma posição antes de ancorar. Para leaders (conduz), seu peso está no seu pé esquerdo; Followers(conduzido), seu peso está na direita. Esse pé não vai se mover durante o exercício. Nós vamos chamar esse pé de “não-âncora” por enquanto.

Pegue seu pé livre (leader direito, follower esquerdo) e o coloque em terceira posição (o calcanhar do pé da frente é alinhado com o peito do pé traseiro.), mas ainda não transfira o peso. Se deixar o seu pé pairar ligeiramente ao solo te ajudar, faça isso. Neste ponto, você está tentando sentir onde o pé está sem cair. Vamos chamar este pé de pé de âncora, porque sua âncora vai começar e terminar com o seu peso sobre este pé. Sem mover o seu pé não-âncora, faça um passo triplo (pé de âncora, pé não-âncora, pé de âncora). Mesmo que você esteja transferindo seu peso, concentre-se em manter o pé de âncora na terceira posição. Repita este processo até que você possa confortavelmente executar um passo triplo na posição correta do pé.

Dominar seu passo de âncora está ao seu alcance! Aguente firme!

Fonte: https://www.westcoastswingonline.com/mastering-the-anchor-step-in-west-coast-swing/
Traduzido por: Marcel Cortinovis.