Category Archives: Dose Semanal WCS

Porquê a dança vai salvar seu corpo e sua mente – 6 Razões

 

Eu sei. Eu entendo totalmente. Você trabalha muito. Você acorda muito cedo, come na mesa do escritório e volta para casa muito tarde para qualquer tipo de atividade extra-curricular. Talvez você tenha filhos e ELES sejam a sua vida. Você se sentiria bobo levando a dança a sério na sua idade. O seu corpo já começou a doer. Você não está confortável com sua aparência. Você pode estar muito acima do peso, com muita preguiça, sobrecarregado com tantas responsabilidades. É muito.. Muito difícil, muito louco, muito assustador. Você, e grande parte do mundo moderno, sofre com O Terrível Muito.

Mesmo eu, dançarina, sofro diariamente desta aflição e, após 19 anos de dança, ainda sou vítima da intimidação de ter uma aula de dança. Talvez você sempre tenha pensado em tentar. Talvez você goste desde criança mas pensa que é tarde demais. Mas você deveria tentar dançar. Leia mais para descobrir como a dança pode substituir o seu sofrimento físico e psíquico (química e emocionalmente) com alegria pura.

conexao_west_grupo

1)      Você tem um corpo. Use-o!

A dança, como qualquer outra forma de se movimentar, vai te dar um corpo com uma vida útil mais longa. Não é isso o que todos nós queremos? E não sou eu que estou dizendo. Isaac Newton declarou que um corpo em movimento tende a permanecer em movimento. Você já se surpreendeu por quanta coisa conseguiu fazer naquele dia em que não parou nem um minuto? Ou, como é difícil encontrar energia quando você ficou no sofá horas e horas?

Suas escolhas de movimento criam uma espécie de impulso para sua vida. Além de ser uma pessoa mais realizada, o aumento da circulação ajuda o sistema cardiovascular. Por exemplo, eu tenho um ponto de osteoartrite nas minhas costas, e a dor melhora quando isolo meu quadril. Quer dizer, você pode ter uma forma mais divertida de enfrentar a artrite do que com movimentos sexys de quadril? Não. Claro que cada corpo tem suas limitações. Tenha cuidado consigo mesmo, mas mantenha-se em movimento sempre.

2)      A dança cura a síndrome do “se exercitar não é divertido”

A dança é libertadora (se você permitir que ela seja). Se exercitar, normalmente, é muito desgastante. A dança faz você se sentir lindo(a) e poderoso(a).

Se ver como um escravo através de um espelho de academia pode ser um pesadelo e acho que não fui a única a passar por isso.

3)      Dançar pode ser tão efetivo – às vezes, até melhor – que uso de medicamentos

Na sociedade moderna, o instinto animal “lute ou fuja” se transformou de um efeito físico a uma experiência psicológica. É menos provável que você tenha uma ameaça física, então você morre de medo quando um credor te liga, ou porque você acha que seu patrão pode te demitir, etc. Quando nós, inevitavelmente, ficamos estressados nosso corpo não faz distinção entre ameaças internas e externas. Existe uma complexa cascata de mais de 30 hormônios – como adrenalina, noradrenalina e cortisol – atormentando seu corpo cada vez que você discutir com uma pessoa querida, ou por qualquer outro motivo de estresse do dia a dia.

A dança pode, naturalmente, dar um alívio ao seu corpo de toda essa tortura silenciosa que você está fazendo ele passar, devido à mágica que é a oxitocina e dopamina. A oxitocina é um antidepressivo fenomenal, estimulante sexual, e anti-inflamatório. A dopamina faz parte do sistema de recompensação neural (é a sensação de gratificação quando se come bem, por exemplo), e ajuda a ativar os centros de aprendizagem do nosso cérebro, melhorando a cognição.

Se isso não for o suficiente, qualquer outro exercício pode reduzir pressão sanguínea, relaxar os músculos, aumentar seu metabolismo, e mandar embora todos esses hormônios do estresse. Quantos de nós comprará, ou já até comprou remédio para realizar essas coisas? Vamos dançar, pessoas!

4)      Você pode obter ensino mais barato

Acredite ou não, a dança está acontecendo onde você vive. Existem eventos gratuitos de dança, aulas básicas, casamentos, discotecas e amigos que precisam de parceiros para algum tipo de evento de dança. Minha mãe costuma criar playlists das suas músicas favoritas, se trancar em seu quarto duas vezes por semana e dançar até que a lista de reprodução acabe. E se você se der ao luxo de “recompensar a si mesmo” (Lembra da dopamina?) de vez em quando, pode optar por fazer aulas em uma escola de dança. Você estará contribuindo para a escola e para sua saúde.

5)      Dançar te faz parecer mais interessante

Você vai se surpreender e encantar pessoas em jantares e confraternizações porque você sabe dançar. A dança é diversão. Existem programas de TV sobre pessoas que dançam. E você é ainda mais exótico e interessante se você é um adulto. Dá uma pitadinha de curiosidade. É legal conhecer um médico, por exemplo, mas e se essa pessoa usa o tempo livre para dançar? Parece ainda mais interessante, não?! Tanto pelo assunto, como pela experiência física, a dança pode ser “contagiosa”. Você pode até inspirar novos amigos dançarinos.

6)      Para um adulto a dança é total divertimento e nenhuma pressão

A vida é dura. Dançar profissionalmente é bem difícil.

A beleza em dançar por divertimento é que você não tem a pressão de desenvolver essa habilidade, profissionalmente falando. Se você começar cedo demais, e procurar melhorar cedo demais, pode correr o risco de perder um pouco da diversão.

A dança pode ser uma forma de arte exclusiva, altamente insular. Parte da missão dos profissionais da dança é a de ampliar o público, não só de profissionais, como de dançarinos sociais também. Dançar por uma experiência é completamente universal. Quando se compartilha com alguém e testemunha a satisfação do outro, se recorda o porquê de optar por essa vida.

E você também pode se beneficiar com o esplendor que é a dança. Deixe de falar e vem rebolar!

Fonte: http://thoughtcatalog.com/jamie-benson/2014/01/6-reasons-why-you-should-try-to-dance-this-year-even-if-you-never-have-before/

Texto por: Jamie Benson. Traduzido e adaptado por: Nany Sene

Por que ensinar na pista de dança é tão irritante?

Todos que dançam há algum tempo sabem o quanto é ruim alguém parar para te ensinar durante a dança. É chato, indelicado e faz com que seu par se sinta muito mal.

Eu não estou falando da dama que pede para não apertar a mão dela, ou o cavalheiro que pede para a dama não se jogar sozinha. Estou falando de pessoas que param a dança para explicar o que você está fazendo de errado e como corrigir.

Quando você ensina na pista de dança, você provavelmente vai irritar o seu parceiro por um desses dois motivos abaixo:

  1. Ele percebe que você não faz ideia do que está fazendo, e fica irritado que você está dando uma lição sobre algo que não deveria.
  2. Ele sabe que está fazendo errado e agora está chateado com você porque você tirou tempo da dança para apontar o quanto ele é ruim.

Ambas estão dizendo “Eu sei mais que você”, mesmo que um dos dois esteja terrivelmente equivocado. Basicamente, você jogará sua superioridade na pessoa que sabe que não é tão boa quanto você, ou até pior, passará vergonha por falar besteira sobre algo que você não domina.

Ninguém gosta de alguém te dizendo “Eu sei mais que você”, mesmo que seja verdade.

Se você for realmente um dançarino melhor que seu parceiro, ele provavelmente já sabe e não precisa que você ressalte isso durante uma dança que deveria ser divertida.

Entretanto, a maioria das pessoas que ensinam na pista de dança, são pessoas que não tem o conhecimento ou a habilidade necessária para ajudar o outro a entender.

Superioridade: O motivo de ser tão irritante.

Ninguém gosta de sair de casa pra curtir a noite e ser tratado como inferior. Quando corrigimos os outros durante a dança, automaticamente nos colocamos em um pedestal de superioridade

Justifique como quiser, mas, ensinar na pista de dança está sempre atrelado ao ego e superioridade. Não importa o quão bem intencionado você esteja, quão breve, ou até se um a cada vinte parceiros gostam do conselho; a razão de fazermos isso vem de nós.

Vem da nossa necessidade de parecer bem como dançarino.

Na pista de dança, a melhor dança acontece na relação entre dois dançarinos e não entre professor e aprendiz, mesmo que um deles seja professor e o outro aprendiz.

Por quê pessoas que não sabem o que estão fazendo, normalmente são as que “ensinam” na pista?

As pessoas que “ensinam” na pista de dança normalmente o fazem porque não conseguem compensar a dança do seu par.

Constantemente compensamos o erro do outro para tornar a dança mais fluída e divertida, entretanto, vários “professores de pista”, ao não conseguirem realizar essa compensação, acreditam que tentar “ajudar” a “corrigir” os erros naquele momento é a melhor forma de atingir essa fluidez e diversão.

O que eles não percebem é que esse erro é parcialmente culpa deles por não estarem conduzindo ou seguindo corretamente.

unnamed

Mas e sobre os bem intencionados?

Ainda estou para encontrar alguém que pare pra ensinar com más intenções. A maioria das pessoas que ensinam na pista de dança acreditam piamente que estão prestando um bom serviço.

Alguns acreditam que estão melhorando seus parceiros, contribuindo para gerar um dançarino melhor e realmente fazendo algo que a pessoa deseja.

O que eles não percebem é que o jeito que eles tentam ajudar acaba sendo indelicado. É como interromper um jogo de futebol para ensinar como chutar a bola.

A intensão é ajudar? Quase sempre.

Mas como você se sentiria?

Mas eles pediram por conselhos!

Prática e feedback entre dois dançarinos que procuram evoluir é otimo – fora da pista de dança!

Se alguém pedir feedback e você quiser praticar com aquela pessoa, eu aconselho que se afastem da pista de dança. Com isso não vai parecer que você está ensinando no meio da dança e minimiza a possibilidade de atrapalhar os outros casais que estão dançando por ficar parado na pista.

E se a pessoa não souber o mínimo para conseguir dançar?

Essa é provavelmente a unica boa exceção de ensinar na pista da dança. Pessoas que nunca dançaram precisam começar em algum lugar. Ainda assim, existe uma ordem especifica que deve ser seguida sobre o quanto ensinar.

Primeiro, se a pessoa iniciante veio com um amigo, deixe esse amigo direcionar o ensinamento e se coloque à disposição caso precisem da sua ajuda.

Se a pessoa pedir sua ajuda, fique à vontade para ajudar, mas certifique-se de não exagerar.

Fazer:

  • Ajude a entender o básico
  • Faça o básico na velocidade dele (não da música).
  • Ajude-o a pegar o ritmo, se ele já aprendeu o básico.
  • Dê dicas simples, para não confundí-lo (Ex: Siga a mão, não use os dedões, troque o peso em cada pisada).
  • Se ele se atrapalhar, dê tempo para respirar e recomece.

 

Não Fazer:

  • Corrigir cada vez que marcar errado
  • Forçá-lo a dançar na música
  • Ensinar quedas, cambrês e movimentos de corpo e passos mais avançados
  • Ser técnico
  • Reensinar o passo básico toda vez que errar (apenas recomece)

Fonte: http://grapevine.dzouk.com/why-is-teaching-on-the-dancefloor-so-irritating/

Traduzido e adaptado por: Marcel Cortinovis

“Sabe de nada, inocente!”

 

conhecimento CW

Essa citação do Compadre Washington surgiu em uma propaganda humorada da TV brasileira deixando implícito que a personagem não sabia o que estava fazendo quando escolheu o marido.

Meu aprendizado.

“Quanto mais você aprende, mais percebe o quanto ainda falta aprender.” Essa frase é meu lema desde à época do colégio e continua sendo extremamente verdadeira até hoje.

É a fonte da minha vontade insaciável por conhecimento e pela minha busca da excelência. Quando você acha que finalmente entendeu alguma coisa, começa a perceber que aquilo é só a ponta do Iceberg.

Esse processo é ilustrado na figura abaixo pelo modelo dos quatro estágios da competência de Maslow.

tabela

Primeiro você passa pelo estado de não saber que um determinado conhecimento existe e, por consequência, você não o possui.

Depois, descobre que aquele conhecimento existe, mas ainda não sabe como obtê-lo.

Em seguida, você obtém o conhecimento mas gasta muita energia e esforço para conseguir colocá-lo em prática.

E por fim, você já está tão familiarizado com aquele conhecimento que o aplica sem nem lembrar que está fazendo, e aí o ciclo recomeça com o próximo aprendizado.

Não existe quem possua um conhecimento completa sobre nada.

 

Seus professores sabem muito mais do que você, mas eles não podem despejar toda a informação que têm em você enquanto você não estiver preparado para recebê-la, mas isso não quer dizer que eles não têm mais conhecimento para te passar, eles apenas preparam você para essa nova informação.

Contemple a vastidão de informações que a dança, suas mecânicas e a cultura do WCS possuem, algo tão grandioso assim vale o esforço do seu aprendizado. Professores são atraídos por alunos que mostram humildade e seu ego pode estar te privando do devido respeito dos seu professores.

Fonte: http://www.canadianswingchampions.com/tough-love-read-at-your-own-risk/

Traduzido e adaptado por: Lucas Esteves

Dama: Seja Responsável Pela Sua Própria Dança

 

N.T.: Em West Coast Swing chamamos de Leader quem propõe a dança e de Follower quem responde a essa proposta, normalmente temos homens leaders e mulheres followers mas isso não é uma regra. Para esse texto, em específico, traduzi “follower” como “dama” pois retrata melhor a realidade que temos no Brasil no momento, mas essas dicas servem para todas as pessoas que dançam de follower em qualquer ritmo.

Dama: Alguma vez você já disse que deixou de fazer um movimento porque o cavalheiro não te conduziu direito?

Então esse texto é para você!

Está na hora de ser responsável pela sua própria dança.

cintia 2

Dama, você é uma parte de duas que participam da dança a dois. Na maioria dos casos, você será 50% da dança. Algumas vezes, você será 20%, e em algumas outras, será 80%.

Quando você é 20%

Você é 20% da dança quando está dançando com alguém que tem uma habilidade de dança bem maior que a sua. Isso ocorre quando você dança com profissionais que participam de eventos e congressos todo final de semana ao redor do mundo. É quando o cavalheiro está mascarando todos os seus erros e te fazendo parecer uma dançarina nata.

Quando um parceiro é absolutamente melhor que você, você se torna menos responsável pelo resultado da sua dança. Ele puxa a responsabilidade da sua dança pra ele e cobre todas as falhas e lacunas na sua técnica.

E aí é fácil começar a pensar que é assim que suas danças deveriam ser, sempre, com o cavalheiro se preocupando com todas as suas necessidades durante a dança. É gostoso sentir como a dança se torna simples, com tudo magicamente se encaixando e fazendo todo sentido.

O resto do tempo…

Você é 50% quando você e a outra pessoa estão mais ou menos no mesmo nível. As vezes ele erra, as vezes você erra, as vezes vocês erram juntos. Muitas damas entendem isso e aceitam a mesma responsabilidade pela dança que seu parceiro.

Em outras vezes, você vai dançar com pessoas que são muito mais iniciantes que você. E nesse momento é quando você se torna 80% da dança. Algumas damas são extremamente amigáveis e tentam apoiar seus parceiros – principalmente quando o parceiro não consegue retribuir devido à falta de habilidade. Essas são as melhores damas da dança a dois.

Para parte das damas, é aqui que está o problema. Costumamos comparar nossas danças com pessoas iniciantes com danças com os profissionais. Nós sentimos que aquela sensação plena de 20% de responsabilidade que temos com os profissionais deveria acontecer em todas as nossas danças, então ficamos decepcionadas quando o cavalheiro do nosso nível ou mais iniciante não consegue fazer a dança parecer tão fácil e simples para nós.

Precisamos parar de pensar dessa forma.

Na grande maioria das vezes, um passo que não dá certo é resultado dos dois errando. É sério, pode não ser um erro dividido igualmente entre os dois, mas com certeza teve algum erro de cada lado.

Não é sempre o cavalheiro – também pode ser você!

Querida dama, se você não faz diversos passos porque o cavalheiro não está conduzindo direito, grandes chances de que você não esteja seguindo direito. Se você só consegue seguir conduções perfeitas, você tem várias lacunas e problemas no seu entendimento e habilidade sobre dança.

Aprenda a participar das conduções imperfeitas. Quando você aprender a trabalhar com o imperfeito, você deixará de ter danças incríveis apenas com quem cobre suas falhas. Quando você aprende a responder a diversos níveis diferentes de habilidade, você consegue se divertir em todas as danças.

Mas cuidado, isso não quer dizer que você tem que dançar sozinha ou se conduzir – ainda há a necessidade de seguir as propostas do cavalheiro para fazer alguma coisa. É uma arte aprender a compensar as falhas de condução sem completamente se conduzir e ignorar o parceiro. Aprenda! É uma das melhores coisas que você pode fazer para melhorar sua experiência na dança.

Claramente isso não significa que os cavalheiros não devem querer aprender mais e melhorar. Eu gostaria que todos fizessem isso! É sempre um prazer dançar com cavalheiros que realmente conseguem dar apoio à sua dança e levam-na ao máximo – mas precisamos parar de culpá-los e de colocar toda a pressão dos nossos erros nos ombros deles.

Não diga mais a frase “Mas ele não me conduziu direito!”

De verdade. Não diga mais. Essa frase não serve pra nada além de tirar sua responsabilidade pelo erro.

Culpar alguém não deveria fazer parte do contexto da dança a dois. A próxima vez que um passo sair errado, não conclua de cara que foi culpa do cavalheiro. Ao invés disso, mude sua abordagem.

Ao invés de culpar o cavalheiro pelo erro, se pergunte como você poderia reduzir o impacto daquela falha de condução. Como você pode se ajustar para seguir da melhor forma aquele cavalheiro? O que você conseguiu identificar da condução que você poderia utilizar?

Não estou dizendo para se culpar por todos os erros, mas pense o que você pode fazer para melhorar o resultado final da dança.

As melhores damas fazem isso. Por quê? Porque elas estão sempre focadas em melhorar cada vez mais. Quanto mais você desenvolve sua habilidade de responder a uma grande variedade de conduções, melhor sua resposta será.

Boas damas não são as que dançam bem com os melhores cavalheiros. Boas damas são as que conseguem responder com sucesso a uma grande variedade de conduções – tanto perfeitas quanto imperfeitas.

Está na hora de ser responsável pela sua dança. Como dama, vamos nos dedicar a sermos as melhores dançarinas que podemos ser – independentemente de quão bem nosso cavalheiro dança!

Fonte: http://grapevine.dzouk.com/follows-take-charge-of-your-own-dancing/

Traduzido por: Lucas Esteves

Mude Seu Mindset – Talvez você tenha colaborado para o erro acontecer

 

 

Este é um dos primeiros textos porque deve servir de contexto para outros que virão. Não leia cada artigo superficialmente ou apenas pensando nas pessoas que você julga que precisam daquela correção. 😉

Considere que cada dica foi para você.

Se corrija – tem certeza que você não está fazendo algo de errado? Como você sabe? E se estiver? Você seria capaz de informar ao seu par? Quem seria honesto com você e te falaria? Isso explicaria outros erros que podem estar acontecendo? Seria fácil de corrigir ou mudar? Até onde você estaria disposto a obter aconselhamento e treinamento para fazer a mudança necessária?

Mude Mindset

Da próxima vez que você estiver em um workshop ou aula e ouvir um conselho dos professores, não deixe ele passar despercebido. Acomode-o gentilmente no seu cérebro e o considere honestamente.

Fonte: http://www.canadianswingchampions.com/tough-love-read-at-your-own-risk/

Traduzido por: Nany Sene