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A maneira mais fácil de ‘fazer a noite de alguém’ no salão.

ESCRITO POR : LAURA RIVA – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI

E se eu te dissesse que você tem o poder de fazer a noite de alguém maravilhosa em  praticamente todo evento de dança que você vai?

Bem, esse sou eu te dizendo: Sim, você pode. Em cada evento, baile ou prática que você vá, você tem o poder de fazer a noite de alguém maravilhosa. Você tem o poder de tornar a experiência de alguém incrível. Você tem o poder de ajudar alguém a transformar uma noite morta em uma noite animada.

Melhor de tudo: É simples de fazer. Você só precisa de 3 coisas:

  • Sua generosidade,
  • Sua vontade de pôr seu Ego de lado,
  • Uma dança altruísta.
Sua generosidade é a sua abertura para o novo.

É sua abertura de aceitar o convite daquela pessoa que você nunca encontrou antes, ou seu desejo de “colocar embaixo da asa” aquele iniciante que fica no canto. É sua abertura de aceitar experiências e energias positivas de dançarinos ao seu redor.

Sua vontade de deixar de lado o ego é deixar de lado seu orgulho.

É quando você não culpa seu par por um movimento que deu errado. É quando você não se sente menosprezado por seu parceiro ser mais iniciante que você. É quando você não vira os olhos para seus erros ou falhas de conexão.

Uma dança altruísta é quando você não faz a dança ser sobre você.

Ao invés é quando você faz sua dança para elevar seu parceiro. É quando você coloca de lado suas próprias inseguranças para fazer com que seu parceiro sinta que possa conquistar o mundo.
Você será capaz de mudar a noite das pessoas ques estão esperando para essa noite ser mudada.

O dançarino que todos amam, não está esperando que noite dele seja realizada por você; a noite dele vai ser realizada por alguém do grupo de parceiros dele  – talvez seja você ou não.

O iniciante, sentado acuado e com medo, está esperando para que a noite deles seja realizada. Eles sabem que têm poucas habilidades para oferecer – além de um desejo de não te decepcionar. Eles estão esperando por alguém como você para realizar a noite deles.

O dançarino que está se achando não está esperando  você para realizar a noite dele. Eles estão esperando que a noite dele seja realizada por patamares específicos que ele não espera que você cumpra.

A pessoa que é tímida ou não conhece ninguém está esperando para que sua noite seja realizada. Eles estão esperando por alguém que os de uma chance de dançar, e estão torcendo muito para que essa pessoa esteja OK com sua dança.

O participante que procura pegar aquela dançarina bonita não está esperando que a noite dele seja feita pela sua dança; a noite deles será feita através de uma conexão romântica de sucesso.

A pessoa que raramente é convidada a dançar está esperando que a noite dela seja feita. Talvez ela não se encaixem na “imagem” de uma dançarina, ou talvez não pareça ótima quando dança. Talvez exista algo intangível que afaste os parceiros dela. Ela está esperando por alguém como você para fazer a sua noite (desde que você não se machuque por algo que esta pessoa faça durante uma dança).

Você pode fazer uma noite através de palavras e ações.

Você pode fazer a noite de alguém através de elogios. Um dançarino pode fazer a noite de outro dançarino apenas através de elogios. Você pode fazer a noite de um dançarino mais avançado, apenas dizendo o quão prazeroso a dança foi. Você pode fazer a noite de um iniciante passando confiança para ele através de um elogio honesto.

Tem um profissional que eu conheço que diz literalmente a todas as seguidoras com quem dança que a dança foi ‘muito boa’ e agradece a elas. A quantidade de seguidoras que saem com sorrisos gigantes estampado no rosto por horas é incrível. Ele simplesmente fez com que todas elas se sentissem incrível – independente do nível – simplesmente porque ele diz isso de maneira genuína. #FazendoaNoitedeTodos #MakesEveryonesNight

Você também pode fazer a noite de um grande profissional, elogiando eles por algo específico – até não relacionado a dança. Eles também são pessoas, e eu nunca encontrei alguém que não se sinta bem com um elogio genuíno.

Você pode fazer a noite de alguém através de ações. Você pode fazer a noite de um iniciante fazendo com que ele dance em um nível que jamais achou que conseguiria.  Você pode dar a aquela pessoa tímida a dança de uma vida, dançando com ele uma segunda música, mostrando o quanto você gostou de dançar com ele. Você pode fazer o dia de alguém melhor dando a pessoa aquela dança conectada e gostosa que ela precisa.

Você pode fazer seus amigos felizes dando para ele a segurança e o conforto para aprimorar aquela habilidade que ele está se esforçando tanto para melhorar. Você pode dar a esse dançarino de outro estilo, mas que sabe como mexer, aquela dança incrível, musical e livre que faz com que ele se sinta como se pertencessem a esse estilo de dança.

Você pode fazer a noite de alguém toda vez que sai pra dançar. Basta querer.

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/the-easiest-way-to-make-someones-night-at-a-social/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis

3 dicas para se manter no tempo no west coast swing

ESCRITO POR : BRIAN B – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI


A 1ª dificuldade que vemos nas pessoas que estão começando a dançar West Coast Swing é a de se manter no tempo. Enquanto eles talvez não tenham problemas dançando só o básico, as coisas tendem a dar errado quando executam passos mais complexos. Se você sente dificuldade de dançar e contar o tempo ao mesmo tempo esse artigo é para você.

1. Contando a Música

Algumas pessoas aprendem a dançar sem gastar muito tempo contando a música e tendem a dançar pela sensação. Não importa quem você é ou quão habilidoso você é em sentir a música, contar sempre vai elevar sua dança.

A contagem te leva a  caminhos para que tanto você quanto seu par sejam direcionados simultaneamente para a mesma coisa.Mesmo que você seja um ótimo em sentir a música, você sempre vai ser mais preciso se você focar em contar.

Quando sua contagem estiver firme, você vai ser capaz de sair da batida e voltar para ela perfeitamente.

Como você melhora sua contagem?

Primeiro, gaste algum tempo escutando as músicas e faça a contagem durante toda ela. (Eu faço isso no carro). Enquanto vai se tornando mais confortável, evolua para dançar seus movimentos básicos sozinho sem parceiro.(Um par vai complicar as coisas nesse ponto).  Finalmente, tente quando for sair pra dançar ou treinar com seu parceiro.

Foque em contar durante a música inteira. Não importa como você conta, a chave é continuar contando na sua cabeça durante a música inteira.

Se você é um dançarino que vai pela sensação, isso pode levar um tempo até se tornar confortável a contagem com a dança. Está tudo bem, você está reprogramando a maneira como você escuta a música para que você possa dançar em um nível muito mais elevado, e isso vai tomar um tempo.  Uma das dicas que eu uso é ‘cantar a contagem’ na minha cabeça o que cria uma conexão mais firme entre a contagem e a música.

2. Aprenda Batida Forte(Grave) vs Batida Fraca(Agudo)

Como o West Coast Swing é uma dança binária (2 tempos), reconhecer a diferença entre essas duas batidas (Batida forte(Grave) e Batida fraca(Agudo)) é uma habilidade essencial. Enquanto os movimentos se tornam mais complexos e os dançarinos introduzem mais ‘brincadeiras’ no meio das movimentações, você vai precisar saber imediatamente qual batida é qual para ficar no tempo correto.

Batida Forte(Grave) são 1, 3, 5, ou 7. Batida Fraca(Agudo) são 2, 4, 6, ou 8

Coloque uma música e comece a contar ela em pares de Batida Forte-Fraca. Escute para ver se está começando no Batida Forte(Grave) da música ( 1, 3, 5, ou 7 da contagem de 8 tempos) e conte Batida Forte, Batida Fraca, Batida Forte, Batida Fraca, …. 1-2-3-4-5-6-7-8.

A proposta desse exercício é treinar você mesmo a reconhecer instantaneamente se você está na Batida Forte ou na Batida Fraca. Até chegar no ponto de reconhecer instintivamente, você vai precisar praticar muito além do ponto de entender conscientemente.  Esse exercício vai parecer muito simples depois de um tempo, e isso é normal. É muito mais fácil de se manter no ritmo das Batida Forte e Batida Fraca na sua cabeça enquanto não tiver outras distrações. O objetivo é você praticar até o ponto onde você não se perca mesmo quando estiver distraído.

Uma vez que você dominou este exercício, pratique pulando suas músicas para o meio de música e veja o quão rápido você consegue identificar quais são as Batidas Fortes e quais são as Batidas Fracas ou mantenha uma conversa com seu amigo enquanto a música está tocando no fundo e encontre novamente qual batida é qual durante a conversa. Essa parte do exercício te ajuda a identificar rapidamente quando você não estiver acompanhando a música com atenção, o que é parecido com o que vai acontecer no meio da loucura quando você perder a batida da música e precisar rapidamente reiniciar seu metrônomo interno.

3. Entenda o WCS como uma dança Binária(2 tempos)

Embora o West Coast Swing seja composto por movimentos de 6 e 8 tempos, a dança em si é em 2 tempos. Todo momento do West Coast Swing acontece entre pares de Batidas Fortes e Fracas. Esses pares são unidos em um passo completo, uma extensão, uma brincadeira, ou qualquer outra coisa da dança.

Considere uma passagem básica pela esquerda. Nós normalmente contamos o passo como “Tempo tempo, contratempo, contratempo.” Esta linguagem revela os incrementos de dois tempos pertencentes ao padrão: tempo tempo , um contratempo e outro contra-tempo. Se quisermos mudar o passo, nós vamos fazer isso mudando um ritmo completo de duas batidas. Por exemplo, Nós podemos mudar nosso contratempo da âncora por um passo arrastado lento. Nós não podemos simplesmente mudar uma batida no nosso passo, já que isso afetaria nossos passos no resto do ritmo.  

Como fazer uso base de 2 tempos do West Coast Swing?

Para começar, todo momento  pertencente a uma par de batidas forte-fraca. Se você está com dificuldade em um movimento, quebre ele por par de batida para ver onde está o problema.

Segundo, todas as suas pisadas acontecem em um incremento de 2 batidas. Se você quer aprender movimentas sincopadas ou variações de pés, você deve praticar em blocos de 2 tempos: kick-ball change, contratempos, etc. É muito mais fácil de fazer variações com os  pés na hora se você conseguir criar algo de um incremento de 2 tempos do que tentar memorizar uma sequência inteira de sincopados.

Terceiro, brincadeira acontecem em incrementos de 2 tempos. Se o seguidor quiser fazer algo na batida forte ele também precisa preencher a batida fraca. Se o líder quer reiniciar a dança ele precisa fazer isso em uma batida fraca.

FONTE: https://www.westcoastswingonline.com/stay-on-time/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis

5 TIPOS DE DANÇARINOS PERIGOSOS

ESCRITO POR : LAURA RIVA – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI


Todos nós já dançamos com pelo menos 1 pessoa. Se estivermos dançando há algum tempo, provavelmente várias. Mas, uma coisa que muitas pessoas não fazem uma pausa para considerar é:

Nós somos os dançarinos perigosos que todo mundo fala sobre?

É importante notar que nunca conheci um dançarino que esteja ativamente procurando machucar ou pôr em perigo seu parceiro. Eu não acho que alguém saia para dançar e pense: “Como eu posso causar danos a essa pessoa hoje?” Caso contrário, eu provavelmente não dançaria dança de salão

Há também alguns “tipos” de dançarinos perigosos. Alguns dançarinos perigosos podem mesmo ser realmente bons parceiros quando as condições são certas – mas quando as condições falham, todo o inferno se solta.

Tipo 1: Aquele que acha que está fazendo as coisas certas.

 

Quem são: Este é o tipo de dançarino perigoso que pensamos com maior frequência. Este é o dançarino que puxa seu parceiro, se joga para o parceiro segurar ou, de outra forma, “força” os movimentos do parceiro.

Eles são como o motorista na estrada que nunca pensam que vão entrar em um acidente porque são “Bons motoristas”, então eles agem no limiar da segurança, pensando que eles podem “lidar com isso”.

De onde vem isso:

  • Condução de mais,condução franca ou condução pelo braço.
  • Falta de conexão e consciência do corpo do parceiro.

Como eles são perigosos: Estes geralmente são mais propensos a ferir um parceiro através da força. É aqui que os ombros esticados e as costas curvadas são mais freqüentes. Independente se a “culpa” é colocada no parceiro ou não, a confiança do dançarino em sua própria habilidades é o que causa esse risco.

Você pode ser esse tipo de dançarino se:

  • Se acha que está fazendo isso 100% certo, ou se você se recusa a treinar
  • Você presume que como o movimento não deu certo você, deve liderar ou seguir com mais “força”
  • Você assume que, porque um movimento não funcionou, é culpa do seu parceiro
  • Você assume que a liderança acontece “fazendo” o seguidor ir para algum lugar
  • Você assume que todos os parceiros vão te segurar se você se jogar num deep ou cambré.
  • Você aprende ‘coisas legais’ do YouTube – e não faz nenhum treinamento formal.
  • Seu líder permanece apenas em movimentos muito básicos, mesmo que você ache que pode fazer mais
  • O seu seguidor fica adicionando resistência à conexão, desacelerando os movimentos ou  até abortando alguns movimentos
  • Vocês tem seus convites frequentemente rejeitados
  • Muitas pessoas parecem contar-lhe sobre “lesões” que elas têm – e pedem para que a dança seja suave e gentil

 

Como você pode corrigi-lo: Pratique suas habilidades de conexão e aprenda a sentir quando seu parceiro não está no movimento com você. Se você é líder, experimente liderar com menos força e menos movimentos de braço. Se você é um seguidor, controle seus movimentos de deep e cambre e aproveite seu tempo para entender a liderança.

Tipo 2: Aquele que acelera

Quem são: Estes dançarinos adoram músicas rápidas – mesmo em movimentos super complexos. Eles tendem a esquecer de respirar e esperar por seu parceiro

Eles são como o motorista que vai 160 km na rodovia. Enquanto as condições forem boas e não houver outros motoristas, tudo é bom. Então, algo dá errado – e o que poderia ter sido um resultado não tão ruim pode ser catastrófico.

De onde vem isso :

  • Aceleração
  • Falta de conexão e conhecimento do corpo do seu par

Como eles são perigosos: Normalmente, essas lesões acontecem por causa de uma pequena coisa que deu errada. Por exemplo, não deixando um movimento de cabeça terminar antes de trazer de volta, ou iniciar um novo movimento sem aguardar o fim do primeiro. Em velocidades lentas, esses pequenos acontecimentos não causam muito dano – mas o momento pode causar maiores chances de lesões.

Você pode ser esse tipo de dançarino se:

  • Você sente a necessidade de acertar tudo na música – independentemente do parceiro
  • Você não ajusta o nível de sua dança baseado na velocidade da música
  • Você tem o hábito de não terminar os movimentos
  • Você dança rápido, mas às vezes não toma tempo para saber onde o corpo do seu parceiro está
  • Você costuma antecipar movimentos (seguidores)
  • Suas danças são melhor descritas como “desafiadoras” – muitas coisas legais, mas nenhuma sala de respiração

Como você pode corrigi-lo: Pratique suas habilidades de conexão e aprenda a sentir quando seu parceiro não está no movimento com você. Se você é líder, experimente uma câmera lenta para encontrar soluços na sua conexão. Se você é um seguidor, pratique a espera. É bem provável que, você está começando um movimento antes que seu parceiro.

Tipo 3: Aquele que é totalmente desligado.

Quem são: Este dançarino pode ter uma ótima conexão com seu parceiro – mas eles não tem idéia do que está acontecendo ao seu redor. Eles estão tão concentrados em seu parceiro, eles esquecem da pista de dança. Isso significa que choques acidentais e colisões são bastante frequentes.

Isto é como o motorista que muda de faixa sem verificar seu ponto cego, ou simplesmente não viu que o carro parou na frente. Eles podem ser um ótimo motorista quando não há mais ninguém – mas se tornam um risco assim que eles têm que lidar com outros corpos.

De onde vem isso:

  • Falta de consciência e de habilidade de chão

Como eles são perigosos:  Estas são geralmente lesões indiretas. Basicamente, eles irão ferir o parceiro de outra pessoa trombando com outro casal, ou irão ferir seu parceiro porque o jogou em outro casal. Às vezes, pode até ser desatenção de um outro casal desatento – o que nos leva a dois casais onde ambos perceberam tarde demais para que iria ocorrer uma colisão.

Você pode ser esse tipo de dançarino, se:

  • Você percebe que freqüentemente atinge outros casais
  • Você percebe que freqüentemente é atingido por outros casais
  • Você nunca ouviu falar de “dançar pelo chão”

Como você pode corrigi-lo: Aprenda trabalho de chão, tente dançar em espaços pequenos, tente prestar atenção onde os outros casais estão enquanto você dança. Isso requer treino, você pode se tornar atento. Mesmo que isso exija ir mais devagar ou ajustar sua dança, coloque como prioridade ter certeza que você tem espaço para executar o movimento. Aprenda como abortar o movimento se alguém aparecer invadindo sua linha loucamente.

Tipo 4: Aquele que fica nervoso

Quem são: Os nervos podem tirar o melhor de qualquer um – mas os dançarinos nervosos podem sofrer de um nervosismo que realmente os tornam perigosos! Estas são as pessoas que estão tão convencidas de que não podem fazer algo certo que adivinham todos os movimentos. Ao invés de seguir, eles vão sobre-corrigir ou alterar de repente. É como o motorista que percebe que esta a deriva, então supera o carro na outra pista.

De onde vem isso :

  • Nervos
  • Falta de confiança na sua própria habilidade

Como eles são perigosos: Eles tendem a machucar os outros, porque eles espontaneamente levam o movimento para uma nova direção, ou eles usam muito esforço para serem “claros” numa liderança ou “claros” numa condução. Normalmente, existe uma sensação de ‘para e anda” que deixa o movimento o inicio e o fim do dos movimentos muito grosseiro.

Você pode ser um desses dançarinos, se:

  • Você fica muito nervoso
  • Você surta, e muda de ideia no meio de movimentos com frequência
  • Você tem a tendência em manter a conexão muito apertada ou em exagerar momentos.

Como você pode corrigi-lo: Respire. Se precisa ir devagar, vá devagar. Flua pelo seus movimentos. Treine. Você vai eventualmente superar isso, mas enquanto isso você tem que relaxar, para manter o controle do que está fazendo.

Tipo 5: O Bebado

Quem são : É qualquer pessoa que esteja bêbada. Assim como um motorista bêbado, não é uma boa ideia.

De onde vem isso:

  • Álcool e drogas

Como eles são perigosos: Baixa inibição, uma opinião muito boa sobre sua dança, e um péssimo controle motor criando uma cocktail de machucados. Tudo de todos os outros tipos (Exceto nervoso talvez) surgem aqui. Além de provavelmente não serem capaz de entender a reação de seus parceiros.

Você pode ser um desses dançarinos, se:

  • Você fica bêbado, ou realmente embriagado

Como você pode corrigi-lo: Beba menos, controle o quanto bebe ou abstenha de beber até terminar de dançar. Não há desculpa para criar uma situação perigosa só porque você queria “tomar umas”.

Estou preocupado que eu possa ser um dançarino perigoso, como posso saber?

Pergunte! Seus professores devem ter essa resposta – especialmente se eles conduzem ou são conduzidos por você. Se um professor não é uma opção pergunte a dançarinos mais avançados. Se eles souberem que você está aberto a receber o feedback, Eles provavelmente vão te dar feedbacks discretos, tipo:

  • “Bem, às vezes você é um pouco brusco”
  • “É desafiador dançar com você às vezes”
  • “Eu preciso estar bem para conseguir te acompanhar”
  • “Você desloca muito”
  • “Eu as vezes fico meio confuso quando estamos dançando”

Geralmente, as pessoas “pegam leve” nos comentários para evitar ofender você. Se você receber feedback como este regularmente, você pode ser um dançarino perigoso que precisa ajustar algumas coisas que você está fazendo. Se você é um dançarino perigoso, não achamos que você é uma pessoa ruim! Nós só queremos que você conserte essas coisas para que seja mais fácil dançar com você!

Ao pedir feedback, tenha em mente que os iniciantes geralmente são um indicador mais fraco de saber se você é ou não perigoso. Enquanto eles são os mais propensos a se machucar, eles também são mais propensos a confundir “áspero” com “forte” e “rápido” para “bom”. Eles sabem que são dançarinos mais “fracos”, então eles estão simplesmente tentando ‘acompanhar’ seu nível, e talvez não percebam que existem comportamentos perigosos.

Se você está dançando com um dançarino perigoso e você não acha que pode se proteger, diga algo. Você pode ser legal, mas deixe-os saber! Eu fiz isso também – e às vezes funciona muito bem. Não vale a pena se machucar..

Fiquem seguros, amados dançarinos!

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/the-types-of-dangerous-dancers/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis

Como apoiar a sua minúscula comunidade de dança

ESCRITO POR : TANYA NEWTON – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI


Você – sim, você mesmo – pode ser a diferença entre uma comunidade de dança minúscula crescer ou morrer.

Se você está cansado de ter que viajar para fazer aulas ou participar de eventos, está desesperado pelo próximo grande encontro de dança mas tudo isso custa extremamente caro e envolve perder horas e horas de viagem. Ou de se sentir derrotado por perceber que você não está evoluindo tanto quanto você gostaria porque não pratica com frequência.

Esse artigo é para você!

“Mas eu não sou professor de dança, por que eu deveria me importar?”


Isso é verdade: você não é a pessoa que trabalha com dança. Você não tem nenhum lucro, ou prejuízo, com eventos e aulas. Você prefere não colocar tempo e esforço em algo que você não vai receber nada em troca. Então você pode pensar “por que eu deveria me importar em apoiar algo que, francamente, nem sempre é tão divertido assim”. Afinal, uma comunidade de dança minúscula está cheia de iniciantes e bailes vazios.

Vamos deixar algo claro: você não é obrigado a seguir nenhuma dessas dicas. Se você está feliz com a sua comunidade de dança local, ou prefere investir seu tempo em alguma outra coisa, a escolha é sua. Mas se você se importa com a sua comunidade local e deseja fazer ela ser maior e melhor, você precisará colocar um pequeno esforço nisso. Mas é pequeno mesmo, basta seguir as dicas abaixo.

Porque uma pessoa não consegue criar um evento sozinha, é necessário uma comunidade.

Então, seguem as dicas para você apoiar sua comunidade.




1. Compareça!

Em uma comunidade minúscula, nem toda noite será movimentada. Entretanto, isso é só mais um motivo pra você comparecer. Você pode ser a diferença entre ter apenas uma, ou duas pessoas para se dançar. Você pode ser a diferença entre o organizador do baile sair no zero a zero ou ter prejuízo. Você pode ser a pessoa que motiva a todos a voltarem no próximo baile.

Muitos dançarinos reclamam de ir aos bailes pois eles estão sempre vazios, mas se eles não forem, os bailes continuarão sempre vazios, ou pior, deixarão de acontecer.

Não desista depois de ir apenas uma vez. Continue aparecendo sempre e, naturalmente, os bailes, eventos e aulas crescerão.

  1. Pague

Talvez sua aula seja composta de cinco damas e apenas uma cavalheiro, ou você se preparou para uma noite de dança que acabou sendo apenas um salão vazio com dois casais dançando. Nesses momentos, pagar o valor da aula ou do baile parece jogar dinheiro fora. Provavelmente os organizadores até ofereçam um desconto ou VIP.

Mas o espaço ainda precisa ser pago, os organizadores gastaram seu precioso tempo montando algo bacana pra você, seja preparando as aulas ou a lista de músicas que tocaram no baile. Por isso, mais que nunca, apoiar sua comunidade significa pagar.

Quanto mais os organizadores precisarem tirar dinheiro do próprio bolso para organizar eventos e aulas, mais provável que eles parem de organizá-los.

Obviamente, se você barganhar, você consegue ganhar alguns reais de desconto, mas quando uma comunidade é pequena, você não está pagando apenas pela aula ou pelo baile. Você está investindo no futuro da comunidade e na possibilidade de um evento maior em um futuro próximo. E isso não vale muito mais que apenas alguns bailes esporádicos?

Então, ao invés de aceitar o desconto, insista em pagar o valor inteiro. E se estiver vazio, aproveite! Use uma aula vazia como se fosse uma aula particular e peça coisas diferentes, ou bailes vazios para treinar passos de maior efeito e que usam mais o espaço, além de fazer questão de conversar com todas as pessoas ali e conhecê-las melhor.

Além disso, em grandes eventos, procure pagar o pacote completo. Normalmente esses pacotes são mais caros, sim, e talvez você não queira fazer os workshops, mas só participar dos bailes, então um pacote só de bailes seria mais indicado para você. O problema é que pacotes de bailes não são suficientes para pagar grandes eventos.

  1. Receba bem os iniciantes

O que é uma noite incrível? Uma com várias pessoas, grande variedade de níveis, música boa, um chão decente… A não ser que você seja iniciante. Para (a maioria dos) iniciantes, uma noite incrível é simplesmente uma noite que eles consigam dançar sem se sentir desconfortáveis ou com vergonha.

Uma comunidade de dança só cresce se tiver iniciantes. E embora dançar com alguém que tenha feito apenas uma ou duas aulas não seja tão satisfatório quanto dançar com alguém do seu nível, se você quer ver sua comunidade crescer você precisa fazer os iniciantes se sentirem bem recebidos. E eu realmente quero dizer bem recebidos e não só levemente percebidos.

Diga Oi. Apresente-se com um enorme sorriso e comece a conversar. Chame-os pra dançar, e não só uma música por educação que acaba em 30 segundos. Apóie-os, reconheça o que eles fazem bem e os lembre que todo mundo passou pelo que eles estão passando. Se você organiza algum baile, convide-os para conhecerem. Se tiver um grupo de WhatsApp, adicione eles.

Mostre a eles que eles já são parte dessa comunidade, porque é assim que você fará eles ficarem.

  1. Fale com as pessoas sobre isso – E continue pensando positivo!

Fale com as pessoas que você conhece sobre as aulas, bailes e eventos. Falar sobre a comunidade é um passo de extrema importância para atrair novas pessoas a ela.

Entretanto, nem toda comunicação é boa.

Imagine isso: você está considerando comparecer a um evento, talvez pela primeira vez, mas aí você verifica no Facebook alguns comentários de pessoas dizendo que não vale a pena ir porque ninguém vai (escrito por pessoas da comunidade, sejam alunos ou organizadores). Provavelmente você desistiria de ir.

Não significa que você tem que mentir ou esconder os fatos sobre quão vazia pode ser a noite de uma comunidade minúscula. Mas você pode citar esse fato enfatizando aspectos positivos, como apresentar os incríveis professores, Djs, ou dizer que tem mais tempo individual nas aulas, uma atmosfera amigável, um espaço grande pra dançar, ou simplesmente prometa que a idéia é fazer a comunidade crescer.

Reclamar que ninguém vai é sempre uma profecia auto-realizável. Se você acredita que uma noite tem potencial, foque no que é positivo e deixe as pessoas saberem disso.

  1. Apóie e motive os organizadores

Criar uma nova cultura de dança nunca é fácil e, para os organizadores, vai existir o momento onde eles considerarão desistir. Perseverar, quando poucas pessoas aparecem, quando eles têm prejuízos e quando eles dedicam horas de organização, pode parecer sem sentido.

Ter sucesso requer tempo, esforço e uma enorme vontade de vencer cada obstáculo no caminho. Construir um novo baile tem um custo financeiro e emocional.

As vezes, o maior apoio que podemos dar a essas pessoas é uma palavra de motivação. Isso não vai pagar o aluguel do espaço ou os custos de divulgação (e definitivamente não substitui ter que pagar pela noite), mas o apoio emocional pode gerar um efeito positivo duradouro. Escutar de alguém que a noite foi incrível e que eles aprenderam muito é sempre reconfortante. Quando você sente que não está tendo sucesso, ouvir um feedback positivo é sempre motivador.

Cuide dos seus professores e organizadores de evento, sem eles, sua comunidade nunca vai crescer. E uma pequena gratidão é um preço pequeno a pagar pela esperança de uma comunidade maior e grandes noites de dança.

Viver em uma área com uma comunidade minúscula pode ser frustrante às vezes, especialmente quando você volta de eventos grandes em locais de comunidades gigantescas. Ainda assim, o fato de você ter essa comunidade pequena com você é motivo de comemoração. Isso pode ser o começo de algo maravilhoso. Tudo que é necessário é um pouco de apoio.

 

FONTE: http://socialdancecommunity.com/how-to-support-your-local-fledgeling-dance-scene/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Lucas Esteves.

Como aprender ‘Conexão’ ( Para quem tem dificuldade)

Escrito por :  LAURA RIVA – Link Original: Clique aqui


A conexão é uma parte tão integral da nossa dança, mas é muito difícil de entender para a grande maioria das pessoas. Na minha experiência com alunos, eles normalmente caem nessas duas categorias:

    1. Aqueles que já entendem desse assunto – seja por dom natural ou por estudo.
    2. Aqueles que não conseguem.

Está OK estar em ambas as categorias. Algumas pessoas caem na primeira categoria, mas nunca aprendem a técnica ou não tem a disciplina para desenvolver uma boa técnica. Alguns se tornam dançarinos com uma técnica muito boa sem sequer aprender a habilidade da verdadeira conexão – mas mantenha em mente que se você recusar explorar essas habilidades, vai ter sempre algo faltando na sua dança.

Independente de qual categoria você comece, você pode aprender conexão. Até mesmo a pessoa mais tímida e reservada pode aprender a ser um dançarino com uma ótima conexão. Existe um entendimento muito errado na dança que ou você sabe ou não. Isso NÃO é verdade

Como você aprende uma habilidade interpessoal como conexão?

O maior obstáculo com habilidades interpessoais é que os professores frequentemente têm problemas para ensiná-los. Ensinar as pessoas a sentir e interagir entre si é muito mais difícil do que ensinar um passo técnico. Por quê? Há algumas razões:

  1. Habilidades técnicas são observáveis; habilidades interpessoais são sensação.
  2. Habilidades técnicas podem ser replicadas com parâmetros precisos; Habilidades interpessoais são diferentes em cada pessoa.
  3. Habilidades Técnicas usam mais pensamento lógico; Habilidades interpessoais requerem um entendimento das emoções.
  4. Habilidade Técnica não requer ficar confortável com outra pessoa; Habilidades interpessoais, requerem ficar vulnerável.

Tem mais, mas essas são aquelas que surgem com mais frequência na minha mente

No nível de professor

A maioria dos professores que realmente se conectam, o fazem através da emoção, e muitos acham difícil de verbalizar ou descrever o que está acontecendo na sua dança, que faz com que  seu par  se sinta tão bem. É dai que vem a propensão dos professores dizerem, “apenas sinta”.Como alguém pode ‘apenas sentir’ alguma coisa que eles nunca sentiram? Spoiler: Normalmente eles não conseguem.

Os professores podem tentar desenhar sua ideia de ‘sentimento’, do que funciona no corpo deles com seus parceiros. O problema com essa abordagem é que cada corpo é diferente. O que pode ser bom vindo de um dançarino pode ser estranho vindo de outro. É como esperar que uma camiseta sirva para todo mundo: Isso Não funciona

Seguidores altos que dançam danças de abraço fechado são um bom exemplo disso. Eu conheci seguidores com 1,80 de altura que foram ensinadas a manter conexão de testa com testa – mesmo quando o líder tinha 1,70. Simplesmente não funciona. Com a intenção de buscar a conexão, o seguidor é ‘forçado’ a curvar e torcer a parte superior do corpo, ou dolorosamente dobrar os joelhos para obter uma conexão. E por consequência esse desconforto afeta na postura e liderança dele.

No entanto, se o mesmo seguidor, receber uma instrução para estabelecer uma conexão direta com a parte de seu corpo que faz mais sentido para a sua altura, isso permitirá que ele se mantenha postado e fique confortável. Como uma menina alta, eu ocasionalmente tive uma conexão de queixo-a-testa (parece engraçado, mas funciona e não se sente engraçado) com algumas líderes pequenos isso funciona muito melhor.

Os professores que são fortes no ensino de habilidades interpessoais como conexão empregam diferentes estratégias. Não consigo falar de todas as estratégias de sucesso, já que nunca consegui entender todos os métodos utilizados por cada professor que teve sucesso em ensinar conexão a um aluno… vou explicar o que funcionou para mim.

O que funcionou (na minha experiência) para ensinar conexão

Um espaço seguro

A primeira coisa que eu vi que deve acontecer quando for ensinar conexão é a criação de um “espaço seguro”. Se houver um momento em que coisas estranhas aconteçam, é durante uma aula de conexão. Se não houver um espaço, onde todos os participantes possam se sentir seguros para errar, eles não aprenderão arriscar nessa área.

Isso pode ser tão simples como se juntar com um amigo para trabalhar a conexão, ou tão complexo como um grande grupo de pessoas que estão todas confortáveis umas com as outras. A suposição em um espaço seguro é de que todos estão tentando o seu melhor para aprender a se conectar.

… o que significa que haverá momentos estranhos. Algumas pessoas podem acabar com seu quadril muito a frente, o que geralmente é um sentimento desconfortável. Alguns podem se sentir muito apertados ou muito soltos. Alguns podem mover seus corpos demais de maneiras desconfortáveis ou sentir-se agressivos. Isso faz parte do processo de aprendizagem para muitas pessoas e nos leva ao ponto 2…

Feedback

Haverá alguns momentos estranhos ao aprender a se conectar. Para corrigir isso, sempre é necessário um feedback. O feedback pode ser “Eu sinto que seus quadris estão me empurrando demais” ou “Sinto que o seu abraço está muito apertado”. Também pode ser “Mantenha seus cotovelos para cima, eu não me sinto com postura” ou “Preciso que você me abrace mais”.

Se alguém não é “natural” na conexão, o idioma do corpo geralmente não é um feedback útil – a menos que o idioma do corpo seja pré-definido. Se você disser ao seu parceiro que uma sugestão física específica é um sinal de desconforto, eles geralmente poderão entender isso. Por exemplo, um seguidor que não se sente seguro com um mergulho pode acabar se segurando com força. Um líder que não se sente confortável com um abraço muito fechado pode tentar criar mais espaço, movendo-se para abrir o abraço. Exemplos concretos como este podem ajudar a ensinar a conexão e a reconhecer quando algo está errado.

Se você é alguém que está  tendo dificuldade com habilidades interpessoais, às vezes ajuda  se em práticas ou aulas você pedir ao seu parceiro para lhe dizer se há hábitos de conexão que os deixam desconfortáveis – desde que esteja aberto ao feedback. Mesmo que eles não saibam exatamente o que é, eles serão capazes de articular se eles estavam ou não confortáveis com sua conexão. Ele também lhe dá feedback para tirar dúvidas com seus professores.

E sobre ser “Estranho” ou “Dar a Ideia errada”?

Uma verdade sobre as pessoas que estão aprendendo a se conectar é que eles podem passar por uma fase “assustadora / estranha” – não confundir isso com pessoas realmente assustadoras/estranhas que estão usando a dança como uma desculpa para comportamentos menos decorosos. Esta é também uma grande razão que muitas pessoas não se esforçam para aprender a se conectar – eles não querem se tornar uma pessoa “Inconveniente”. As vezes, eles podem estar preocupados em conectar “muito bem” e dar uma ideia errada. Mas este conselho ainda se aplica.

Se você é uma dessas pessoas (ou pensa que pode se tornar um), sugiro trabalhar primeiro com amigos próximos e professores – e pedir seu feedback verbal. É bom passar pela fase de “fase assustadora / estranha / errada” em sua tentativa de aprender a se conectar – contanto que as pessoas com quem está praticando tenham compreensão e estejam dispostas a trabalhar com você através dessas coisas. Eu não recomendaria praticar isso com pessoas que você não conhece bem ou que podem estar desconfortáveis com seu comportamento. Conexão e habilidades interpessoais são conceitos muito sensíveis, por isso é necessário que ambas as partes compreendam a necessidade de ser delicadas umas às outras e mantenham uma mente aberta em direção ao objetivo final.

Desacelerando e mantendo simples

Você pratica meditação ou ioga? Trabalhar com conexão é chato pra você?

Então esta seção é para você. A meditação e a ioga têm muitas coisas em comum com a conexão. A respiração, a paciência e a “profundidade” em si são partes intrínsecas dessas práticas. Aprender a tomar seu tempo e  aprofundar a consciência de todo o corpo é fundamental – e na conexão, esse mesmo sentimento se estende para envolver o seu parceiro.

Muitas pessoas que têm problemas com a conexão procuram acelerar as coisas “chatas” para chegar ao material “divertido” … mas as pessoas que entendem a conexão sabem que não é chato, apenas difícil de conseguir ‘chegar lá’ às vezes. Para aprender conexão, às vezes você precisa se livrar de tudo – e muitas vezes por um longo tempo. Se você não consegue sentir uma conexão quando você está simplesmente balançando para frente e para trás, como você descobrirá conexão durante momentos complexos?

Construa a partir de uma base. Não tenha pressa. Comece com o movimento de base mais simples que você pode pensar, e SOMENTE FAÇA ISSO até que você possa manter a conexão o tempo todo. Se você perder a sensação, reinicie. Pode ser frustrante, mas o retorno de estar disposto a trabalhar com a parte ‘chata’ é que você abrirá uma nova dimensão para todos os aspectos da sua dança.

Vulnerabilidade e confiança

Este é o mais difícil…

A conexão requer vulnerabilidade e confiança. Isso não significa que você precisa ser vulnerável e confiar nessa pessoa o tempo todo, mas você precisa estar durante a dança. Se você não consegue encontrar isso em você para compartilhar com seu parceiro, então eles raramente a compartilharão com você.

Abraços podem ajudar com isso. Ficar confortável com o toque também (claro, não sendo um toque inadequado). Ser confortável mantendo o contato com um braço, um pulso ou mesmo às vezes um pescoço ou uma parte traseira nos abre para a conexão.

Também é tão importante para o lado que está sendo tocado, aceitar e se mover para a conexão. Se você receber conexão movendo-se em direção ao contato, você abre as possibilidades de se sentir mais em sincronia com seu parceiro. Se você receber um toque com rigidez ou medo, então você irá dissolver a conexão.

Liderando pessoas para o seu próprio caminho de conexão

A conexão perfeita é diferente para cada pessoa. É mais construtivo desenvolver seu próprio ‘kit de ferramentas’ para conectar do que tentar usar a do outro. Da mesma forma que algumas pessoas tem um talento natural para o humor, outros são excelentes na conversa profunda e intelectual. Mas, se o intelectual tentar ser o palhaço da classe, pode ficar estranho. O mesmo acontece com a conexão.

Perguntar aos dançarinos para desconstruir o que funciona e fazer com que tentem encontrar seus próprios modos de realizar o mesmo fim é uma boa maneira de melhorar sua capacidade de se conectar e encontrar o que funciona para o seu corpo e de seus parceiros – desde que seja combinado com feedback. .

No fim

É perfeitamente possível aprender a se conectar – mesmo que seja uma coisa nada natural para você. Mas, você precisa querer isso, e você precisa se cercar com pelo menos uma pessoa que esteja disposta a seguir a jornada para uma melhor conexão com você. A conexão é intensamente interpessoal, o que significa que ambos os parceiros precisam estar dispostos para que alguém aprenda. Além disso, como uma arena não visual, não-técnica, a comunicação verbal é necessária para entender e aprender comportamentos adequados para conexão.

É correto passar por estranheza – ou mesmo por insinuação involuntária – na jornada de conexão … mas sempre assegure-se de ter um grupo ou parceiro ou (professor) simpático e compreensivo . Prepare-se para estar aberto ao feedback e  comunicação verbal, certifique-se de que você aprendeu a dividir uma crítica da sua conexão de quem você é como pessoa.

Não importa quem você é, você PODE aprender a ser um excelente dançarino de habilidades interpessoais. Você pode aprender a dar o sentimento de “uau, que sensação tão boa” aos seus parceiros. Pode ser uma jornada mais longa, mas não está além da sua capacidade.

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/how-to-learn-connection-for-those-who-dont-get-it-right-away/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza.

MISSÃO: POSSÍVEL – DIVIDINDO AS RESPONSABILIDADES DE LÍDER E SEGUIDOR

Escrito por: Rachel Cassandra – Link Original: Clique aqui  


“Líderes, sejam fortes! Tenha certeza que ela sabe o que você quer!” “Damas, não se antecipe! Apenas siga!” Todos nós já fomos iniciantes uma vez, sofrendo para entender o que significa assumir nosso papel na dança social. Felizmente, há uma consciência crescente no mundo da dança de que os papéis de gênero tradicionais não determinam nossos papéis de dança. Então, como podemos entender o que é liderar, se não significa “ser um homem”?O que significa seguir, se não entregar nossa vontade ao outro?

Cada tipo de dança tem sua peculiaridade, mas há alguns princípios que podem nos ajudar  a se mover como um com o mínimo de força e esforço. Entender seu papel como líder ou seguidor pode fazer uma grande diferença na simplificação da comunicação. E também, reconhece a responsabilidade do seu parceiro, suporte, respeito mútuo e apreciação.

  1. O ABRAÇO

Líderes: Escolham o abraço

Assim que duas pessoas concordam em dançar, é o líder que traz o seguidor para o abraço desejado. Na salsa ou bachata, isso pode significar abraço próximo, um abraço suave e fechado ou uma posição aberta (mãos dadas). Na kizomba isso significa onde colocar o braço e que pegada de mão vai usar. Enquanto a dança vai acontecendo, o líder também guia o seguidor através de outros abraços, seja para caminhar no calçadão, iniciar uma volta ou se mover para um mergulho, seja para uma caminhada, um giro ou uma queda.

Seguidores: Manter ou modificar o abraço

Seguidores moldam seu corpo para encaixar seu corpo no abraço proposto pelo líder, tenha certeza de manter tonos o suficiente nos seus corpos para ficar leve para o líder, mas relaxe o suficiente para a comunicação ser fácil. Se o líder está pedindo por algo que você como seguidor não se sente a vontade, cabe a você pedir para mudar o abraço, talvez você prefira não manter o aperto de mão tão alto, ou tem muita pressão sobre o seu braço ou você precisa de mais distância no centro. Existem maneiras verbais e não verbais de pedir por essa mudança – não culpe o líder por seu desconforto se você não está preparado para fazer algo a respeito.

 

  1. CONEXÃO

Líderes: Escolha o ponto de conexão

 

Para danças como West e Salsa, a relação entre os corpos estão em constante mudança, o ponto de conexão acaba sendo primariamente a mão. Bachata pode transitar da conexão no braço direito das costas , para o contato de mão esquerda com mão direita, ou até torso com costas

Seguidores: Tomem conta da sua conexão

É uma revelação que transformou minha dança, e eu vi isso “acender uma lampadazinha”  em vários outros seguidores. Seja aquele que mantém a conexão, que a ama e mantém, independentemente do que esteja acontecendo com o líder. Todo o bom seguidor em salsa e bachata sabe que quando o líder coloca sua mão ou seus braços em algum lugar, você tem que garantir que ele continue lá, disponível para o próximo movimento. E, manter seus dedos curvados e suas costas encaixadas ajuda você a se manter conectado mesmo em movimentos rápidos. No West Coast Swing ou tango, os seguidores empurram ligeiramente para o ponto de conexão. Na Kizomba os seguidores devem relaxar, apenas no limite da compressão para mover-se à medida que o líder se move. No momento em que há uma mudança, você está empenhado em combiná-lo. A fluidez e o fluxo vão para você.

 

  1. DIREÇÃO

Líderes: Decidindo a direção

Enquanto algumas danças têm opções mais restritas do que outras, sempre cabe ao líder mover-se para frente e para trás, para um lado ou para o outro, ou apenas ficar no local. Mesmo com danças como Zouk ou West Coast Swing, onde você tem um passo de partida bem estabelecido, ainda é a decisão do líder de usá-lo ou não. Independentemente do básico, líderes, vocês decidem a direção dos passos desde o início da dança e através de cada mudança que vem depois.

Seguidores: Esteja pronta para ir para qualquer direção, mas não antecipe

Com danças como tango ou kizomba, o próximo passo pode ser praticamente qualquer direção a qualquer momento. Cada passo pode ser variado ou interrompido, então os seguidores devem ser capazes de se equilibrar bem no pé que eles colocaram para se mover facilmente em qualquer direção que venha a seguir. Os seguidores da salsa ou da bachata podem ter uma sensação mais forte sobre o que está por vir, uma vez que há padrões que limitam as direções possíveis, mas a adivinhação nunca é seu aliado!

  1. PASSOS

Líderes: Determine a velocidade  tamanho do seu passo

Os líderes decidem, mas esse privilégio vem com responsabilidade! Cabe ao líder ouvir a música e criar movimentos ou usar combinações que sejam adequadas. Isso significa usar sincopados que fazem sentido, desacelerando conforme apropriado, e obtendo pelo menos algumas das batidas e pausas. Os líderes também conseguem escolher quão grande ou pequeno serão os passos; Espero que você leve em consideração o que será confortável, dado o ritmo da música e o comprimento das pernas do seu seguidor.

Seguidores: Balanceando e empoderando seus próprios passos

É certo que quanto mais distante você tiver do seu líder, mais liberdade você tem para variar o tamanho e a velocidade de seus próprios passos. Para as danças de abraço próximo como o tango e o kizomba, porém, a maior parte do tempo, o seguidor precisa combinar com o líder. Para alcançar o movimento fluido, você precisa ter um grande equilíbrio, então você está sempre pronto para o próximo passo, seja rápido ou lento, longo ou curto.

 

Em todas as danças, é importante que os seguidores façam seus próprios passos. Com isso quero dizer fornecer energia para se mover na direção dada pelo líder, na velocidade apropriada, em vez de esperar para ser empurrada ou puxada para cada passo individual. Manter uma certa quantidade de impulso ajuda a fluir a dança. Com danças que incluem rotações, também cabe aos seguidores girar em torno do eixo fornecido – não ser girado como uma manivela.

  1. TRABALHO DE CHÃO

Líderes: Mantenham seus seguidores a salvo

Se você dança em linha ou uma dança mais no lugar, certifique-se de estabelecê-lo claramente assim que você entrar na pista de dança. Não basta começar a dançar na parte mais acessível da pista, porque é provável que seja a mais cheia. Vá encontrar um local que seja gerenciável e faça seus passos um pouco menores se as coisas estiverem realmente congestionadas. Sempre mantenha um olho para as pessoas ao seu redor. Envie seu seguidor para um espaço livre e esteja pronto para mudar a combinação intermediária se alguém se mudar para o seu caminho. É uma boa idéia ter alguns pequenos movimentos na manga que permitirá que você mude a movimentação.

 

Para as danças que rodam o salão, escolha a faixa apropriada para seu nível ou velocidade. O círculo interno viaja mais rápido, então fique no lado de fora, se você vai demorar. Certifique-se de ter espaço antes de tentar uma vez. Se você gosta de se mover rapidamente, certifique-se de que ainda pode “frear” para evitar bater em outro casal.

Seguidores: Sejam perceptivas as pessoas em torno de você

Isto é particularmente importante para as danças em que os seguidores adicionam um estilo considerável com braços ou pernas.

Nunca esquecerei a vez em que sai dançando salsa e acabei com um salto de estilete de uma garota preso na minha coxa. (Nós todos tínhamos pelo menos um no pé, mas a coxa?!?) A dança da salsa também foi responsável pela única vez que eu já ouvi sobre um olho roxo. Claro, eu também tenho minha cota de “bater nas pessoas”, lançando um braço mal planejado. Quer se trate de estilo de braços na salsa, uma varredura de cabelo em zouk, um boleo em tango, um retrocesso em semba, ou mesmo quando você estende um membro muito além do seu centro, certifique-se de considerar o espaço. Às vezes você simplesmente tem que sacrificar a perfeição de sua visão criativa para o bem-estar de seus colegas dançarinos.

  1. ESTILIZANDO

Líderes: Não é só sobre você

Os líderes conseguem ser muito criativos na dança social. Orgulhar-se disso, e até mesmo mostrar um pouco, faz sentido. Não se esqueça de que seu seguidor também veio dançar. Aprecie o que seu seguidor tem para oferecer. Se você dança salsa ou bachata, espere e dê tempo para ele brilhar. No tango e kizomba, dê espaço aos seguidores para iniciar variações e enfeites.

Outro ponto para os líderes: eu ouvi alguns professores dizerem que os líderes devem ser o quadro para a pintura do seguidor. Penso em certas poses que servem como u uma boa analogia, mas não considere isso como sua filosofia de dança. Os líderes são mais do que as formas e a estruturas da dança. Adicione seu próprio estilo para uma qualidade de movimento que seu parceiro pode apreciar!

Seguidores: Também não é só sobre você.

Lembre-se, você concordou em seguir. Isso significa que você cedeu um número razoável de decisões criativas ao líder. A medida em que você pode improvisar depende da dança que você está fazendo, mas é sempre importante respeitar o papel de seu líder. É incrivelmente frustrante dançar com um seguidor que na verdade não está ouvindo o líder. Melhore as suas habilidades em seguir para que você possa ver facilmente o espaço que resta para sua própria expressão criativa. Mesmo em estreitas brincadeiras, há mais espaço para você brincar do que você pensa.

Para aqueles que mergulharam em submissão, tenha em mente que você ainda é a metade da dança! Não engula esse insensato patriarcal / machista sobre se mover inteiramente para os caprichos do líder. Você não é apenas uma boneca! (Mesmo que você ame boneca!) Enquanto você continuar seguindo, você pode adicionar e embelezar com o que sente em seu coração.

MISSÃO: Possível

“Sua missão, você deve optar por aceitá-lo …” Todo mundo pode decidir se dança sozinho ou com um parceiro, seja para liderar ou seguir. É certo que em alguns cenários você pode encontrar alguma resistência para ir contra as normas de gênero, mas os tempos estão mudando. Se você não gosta muito das responsabilidades que acompanham o papel que você fez, talvez tente o outro! Na minha experiência, mesmo uma pequena experiência no papel oposto ajuda você a entender melhor a dinâmica de liderança-seguidor da sua dança, além de ajudá-lo a respeitar o esforço que envolve cada papel.

Agora que você teve as responsabilidades de liderar e seguir esclarecido, considere o que você pode querer alterar na sua abordagem para suas danças sociais favoritas. Determinar quais as responsabilidades que você pode ter negligenciado e que podem fazer uma grande diferença. Concentre-se em melhorar esses pontos e confie no seu parceiro para lidar com o lado dele. Ah, e divirta-se!

 

FONTE:http://socialdancecommunity.com/mission-possible-dividing-the-responsibilities-of-leaders-and-followers/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza.

Como ter os seus “altos da dança”

Eu ocasionalmente experimentava o que chamo de “altos da dança” ou noites de danças fantásticas.

Uma dessas noites em que cada dança que eu tinha era INCRÍVEL e que continuava tendo mais e mais danças incríveis com todos com quem dançava! Eu era o último a deixar a pista de dança e a adrenalina era tão grande que tinha dificuldade em dormir a noite. Eu mal podia esperar pela próxima … chance de dançar!

Infelizmente, com o passar do tempo, esses “altos da dança” começaram a acontecer com menos frequência e muitas vezes só aconteciam quando eu participava de grandes eventos de dança…

…até eu mudar o modo como eu chamava pessoas para dançar.

Agora, frequentemente eu tenho “altos da dança” nos bailes que vou, apesar de muitas das minhas danças serem com dançarinos iniciantes ou de nível intermediário.

Existem muitas maneiras de melhorar a sua dança, através de técnicas mentais ou físicas, eu estou constantemente buscando técnicas em ambas as categorias e eu te encorajo a fazer o mesmo.

Dito isto, acho que este conceito é uma das maneiras mais rápidas de aumentar drasticamente a quantidade de danças incríveis que tenho na menor quantidade de tempo. Literalmente só levará de 2-4 minutos para que você leia isso e, em seguida, implemente a alteração (especialmente a opção C abaixo), na verdade, você economizará tempo sempre que convidar as pessoas para dançar.

Então o que eu mudei?

Ao chamar alguém para dançar, existem 3 métodos principais que uso:

Eu costumava fazer a opção A …

A – Procurar ao redor do salão por alguém que adoro dançar e convido essa pessoa para dançar.

Agora, em vez disso, muitas vezes faço as opções B ou C e, ocasionalmente, faço a opção A.

B – Olho em volta e busco alguém que eu posso dar uma ótima dança e a convido para dançar.

Ou…

C – Quando acabei de dançar com alguém, eu simplesmente viro e chamo a pessoa mais próxima de mim para dançar. Se ela disser sim, eu me comprometo a ter uma boa … não … uma incrível dança com ela, não importa quem seja, qual é o nível de experiência, etc.

Essas mudanças podem parecer muito simples, mas não permitam que isso o impeça de experimentar o poder que elas tem.

É por isso que acredito que elas funcionam tão bem para mim …

As opções B e C são realmente poderosas porque alteraram minha percepção consciente e inconsciente de quem tem o poder de fazer a dança ser incrível.

Por exemplo, quando uso a opção A o tempo todo e convidei as outras pessoas com quem adoro dançar, subconscientemente sugeri que elas eram a razão pela qual a dança era incrível. Ao longo do tempo, comecei a realmente precisar delas (ou pelo menos dançarinos do mesmo calibre) para ter aquelas danças mágicas. (Não me entenda errado, eu ainda adoro essas danças. Eu simplesmente não preciso delas para ter aqueles “altos da dança”).

Quando mudei para a opção B ou C, comecei a fazer uma escolha consciente de que era eu que seria o único a fazer a dança ser mágica, independentemente do nível do meu parceiro. Claro, eu nem sempre tive sucesso … mas eu consigo muito mais noites de “altos da dança” agora que estou fazendo um esforço consciente para ser aquele que faz a diferença.

O benefício extra para dançarinos populares

Para aqueles de vocês que sempre são tirados para dançar, há uma parte mais importante sobre a Opção C.

Quando eu estou fazendo a opção A (ou mesmo B), e eu vou pedir a alguém que dance comigo, geralmente me pedem para dançar antes de chegar à pessoa que eu gostaria de perguntar. Às vezes, se eu não estou pensando nisso, então, passo essa dança planejando como me certificar de que posso dançar com a pessoa que eu planejava perguntar.

A dança ainda pode estar ok, mas estou certo de que eu teria gostado mais se eu estivesse totalmente envolvido na dança que eu estava tendo, ao invés de pensar em uma futura dança.

Além disso, quando isso acontece várias vezes seguidas, pode ser realmente frustrante! Eu sei que também posso dizer não, mas não costumo pensar nisso no momento(e além disso, eu gosto de dizer sim). Antes de encontrar uma maneira de mudar isso, eu tinha noites em que isso acontecia a todo momento por horas a fio (às vezes a noite inteira). Foi extremamente frustrante ter um objetivo de pedir a alguém para dançar e falhar constantemente durante a noite toda.

Ao escolher a Opção C, uma vez que eu simplesmente me viro e chamo a pessoa mais próxima de mim para dançar, quase sempre tenho sucesso. Isso é incrível!

A exceção

Se você sempre escolhe as opções B e C e você não teve danças incríveis por algum tempo, então você pode querer mudar as coisas e tentar a opção A para ver se isso ajuda.

Meu objetivo aqui não é te dizer que uma maneira é o caminho certo, mas, em vez disso, salientar que você tem opções e se um método não está funcionando, experimente um diferente.

Mas espera, tem mais…

Ao praticar esse conceito todas as noites que saia para dançar, comecei a tomar consciência de todo tipo de situações em que eu esperava que a outra pessoa fizesse algo incrível, não apenas na minha dança, mas também na minha vida fora da dança.

Além disso, comecei a perceber a frequência com que eu (e muitas das classes que faço) também influenciavam os alunos a esperar passivamente aquelas incríveis danças em vez de ativamente criá-las.

Estar ciente disso, me permite parar de esperar, agir e ajudar a ação dos meus alunos também!

 

FONTE:http://www.danceninjas.com/experience-month-long-dance-highs-by-changing-the-way-you-ask-for-a-dance-for-teachers-for-dancers/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza.

O mito do “ser insuficiente”

“Um dia, espero falar o suficiente de árabe egípcio para visitar o Egito”

Isso não faz sentido, certo? Você não precisa ser fluente em árabe para visitar o Egito. Na verdade, os egípcios provavelmente ficariam agradavelmente surpresos se você tentasse “Olá” e “Obrigado”.

Quando se trata de linguagem, a proficiência nessa habilidade não é um requisito de participação. O mesmo vale para karaokê: ninguém espera que você seja um cantor incrível antes de poder desfrutar uma noite com seus amigos no bar de karaokê. Confie em mim, a habilidade definitivamente não é uma barreira para a entrada para karaokê!

Algumas atividades sociais têm uma expectativa mínima de proficiência, como andar de patins em linha. Se você não pode patinar com segurança e parar, não será muito divertido sair para patinar. Fazer trilhas: os amigos caminharão com você enquanto estiverem aptos e dispostos a lidar com a trilha. E tênis: seu parceiro precisa que você, pelo menos, possa retornar o saque.

E … dança social …

Requisitos de proficiência para dança social

A dança social é um tipo de jogo. Exige uma expectativa mínima de proficiência. Para jogar o jogo, os seus companheiros de brincadeira esperam que você:

  1. Conheça as regras do campo de jogo (etiqueta do salão de dança e segurança)
  2. Conheça as regras do jogo (habilidades básicas de fundação e mecânica)
  3. Seja flexível e adaptável
  4. Seja seguro e respeitoso (você sabe, regras humanas)

Honestamente, é isso. Enquanto você cumprir esses requisitos mínimos, você se qualifica para todos os benefícios da adesão que vem em se tornando um dançarino social.

Mas existe um mito comum de que os dançarinos mais novos assumem e tem dificuldade em deixar a ideia de lado, a ideia de que eles não são “bons o suficiente” para certos aspectos do mundo da dança.

Uma pequena minoria pode realmente sofrer de atelofobia (medo de não ser bom o bastante), mas eu acredito que a preocupação de sua habilidade atual atrapalhar a outra pessoa é algo bastante comum, e não uma condição permanente.

Os mais novos dançarinos frequentemente observam os “melhores dançarinos” aproveitando desses benefícios da “associação de dançarinos sociais” e inventam uma história que se opõe a esses mesmos benefícios. Aqui estão algumas ideias, para esclarecer sobre o que é permitido ter acesso a (desde que você atenda aos padrões mínimos).

Benefícios da associação de dança social

Convide qualquer pessoa a dançar, de qualquer nível

Esta é uma comunidade inclusiva, onde todos dançam com todos: todos os níveis, todos os gêneros, todas as idades. Westies orgulham-se ferozmente disso.

Dançar em todo o espectro é a melhor maneira de se tornar um dançarino autenticamente avançado. Independentemente dos pontos WSDC, você não pode se chamar de “avançado”, a menos que você possa elevar todos os parceiros no local!

Dançando com parceiros de níveis mais baixos que o seu você treina para lidar, adaptar e fazer limonada. E com dançarinos de nível superior do que o seu lhe dá uma sensação melhor de como os movimentos devem funcionar.

Mas se você apenas dança com dançarinos avançados, eles são tão bons em compensar que é fácil ter uma falsa sensação de proficiência, iludindo você sobre suas habilidades e necessidades reais.

Eu sei que muitos de vocês estão com a impressão de que os dançarinos avançados não querem dançar com você e você inventa desculpas para não pedir dançarinos avançados para dançar.

“Eu não vou poder continuar”. “Eu vou apenas aborrecê-los.” “Eles só vão me tolerar porque eles não poderão se divertir comigo.”

Desculpe, odeio estourar sua bolha, mas nada disso é factual. Qualquer dançarino avançado que valha a pena dançar com, sabe fazer todas as danças divertidas, nunca está entediado, e ao invés de esperar que você acompanhe, é bastante confortável usando estratégias de elevação. (Criar elementos com o seu parceiro de uma maneira que aumente suavemente seu nível, fazendo com que eles fiquem melhor do que eles pensaram que poderiam dançar.)

Então, sem desculpas, deixe de limitar-se a dançar com apenas dançarinos ao seu nível e abaixo. Vá, convide os dançarinos avançados.

Dance onde quiser na pista, a qualquer hora da noite

Mesmo que pareça que existe um “canto quente” onde muitos dançarinos avançados estão dançando, o espaço está aberto a todos os dançarinos. Você não precisa evitar a área. Apenas fique atento quando há dançarinos que estão fazendo truques ambiciosos, o que é mais comum nesta zona.

Na verdade, mesmo se você não está dançando, é uma boa ideia se sentar por uma ou duas músicas e assistir os dançarinos nesta zona. Inspire-se neles, mas também obtenha um pouco de conhecimento, observe para ver como eles lidam com erros, veja se você pode escolher as técnicas que o seu instrutor estava mencionando, ou veja se você pode pegar um novo footwork para tentar.

Os dançarinos avançados às vezes estão trabalhando em “tarefas” específicas quando vão dançar, então ocasionalmente eles recusam danças para gerenciar sua energia e foco. Às vezes, os dançarinos avançados podem obter “excesso de trabalho”, porque eles estão sendo muito exigentes.

Então, se você pedir a um dançarino avançado para dançar e eles recusam, dê-lhes o benefício da dúvida. Não é que você não seja digno de dançar com eles – eles só precisam de uma pausa.

Participe de rodas de dança, concursos divertidos e apresentações de dança.

A partir do momento em que você entra no espaço da dança, as pessoas estão entusiasmadas por você ser um potencial companheiro de brincadeira. Eles * querem * que você participe – eles querem que mais pessoas que amem dançar tanto quanto elas, porque cria uma cena mais divertida e gratificante para todos.

As atividades e os jogos oferecidos nas danças sociais são projetados para incluir, envolver e inspirar você. Eles não são exclusivos de um determinado grupo ou nível. Sinta-se livre para participar! Se você não tiver certeza, vá em frente e pergunte – ninguém nunca culpará você por perguntar, e você pode apenas obter o encorajamento que estava procurando.

Escolha aulas as quais você se qualifica, e repita aulas que você já fez.

Existem vários veículos instrucionais disponíveis para você, sendo o mais prolífico as aulas de grupos semanais. As aulas em grupo não visam apenas pessoas que são iniciantes apenas aprendendo.

Nem apenas pessoas que têm ambição: as aulas em grupo são a maneira como nós, como comunidade de WCS, transmitimos a dança, e se você se excluir, você está se retirando do jogo. As aulas em grupo não são sempre, mas geralmente, progressivas, o que significa que elas são classificadas por nível de habilidade.

Os melhores oferecem um programa transparente e objetivo que define os requisitos de habilidades para cada nível, mas se você não tiver certeza, fique à vontade para perguntar ao professor. Salvo indicação em contrário, todas as classes estão abertas e disponíveis para você.

Deixe-me dizer isso de outra forma. Comece com todas as aulas que puder! Uma dica super inteligente de dançarinos sábios que progrediram muito e rápido? Mesmo enquanto você faz aulas de nível superior, nunca pare de treinar seus fundamentos. Não só não há vergonha em receber as aulas para principiantes, mas você ganhará mais valor e mais respeito por isso.

Participe de eventos e workshops

Você pode ter ouvido falar de um mágico evento de dança acontecendo em sua cidade ou nas proximidades, e ignorou a ideia de ir, pensando que estava voltada para competições. Isso não é verdade.

Sim, existem competições, mas o foco principal do fim de semana é o aprendizado e a dança social em todos os níveis, o que significa que o evento está voltado para você. Muitas vezes há dezenas, se não, centenas de dançarinos mais novos, que dançam durante 6 dias a 6 meses.

Esses dançarinos geralmente compõem cerca de 25% do público de um evento, então muitas vezes existem workshops voltados especificamente para iniciantes / adeptos do evento pela primeira vez. Em geral, os eventos de fim de semana oferecidos definitivamente terão algo para você, mas se você não tiver certeza, pergunte ao redor. Não perca uma oportunidade que talvez não apareça por mais um ano!

Aprendendo qualquer papel, a qualquer hora

WCS é uma das danças a dois mais desenvolvidas socialmente, aceitando e incentivando qualquer gênero a dançar qualquer papel, liderar ou seguir. Não sinta que está preso no papel que escolheu quando começou.

É bastante comum que os dançarinos aprendam o papel oposto quando sentem que suas habilidades de papel originais se estabilizaram e estão prontas para um desafio. Aprender o papel oposto pode dar-lhe uma melhor compreensão da dança, o que pode aumentar o seu papel original.

Faça aulas particulares com os melhores professores que você puder pagar

Uma vez, uma dançarina me disse: “Eu quero muito fazer lições particulares de um campeão como você. Espero que algum dia em breve eu seja boa o suficiente.” Quando eu a questionei, ela explicou: “É como um bom vinho: quando você está aprendendo primeiro sobre o vinho, você ainda não desenvolveu uma paleta para apreciar as safras caras, então você não deveria perder seu dinheiro em algo que você ainda não sabe apreciar completamente.”

Ela parecia tão confiante em sua história, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Como o árabe egípcio, a proficiência de habilidades não é um requisito para se qualificar para aulas particulares com professores de alta qualidade. Lições particulares são para cada um em cada nível, e quanto mais cedo você investir neles, mais rápido e melhor você aprenderá.

Sempre aproveite tantas oportunidades quanto possível para trabalhar com os melhores professores que você pode pagar (faça sua pesquisa, é claro). Não deixe que ninguém lhe diga que você não merece o tempo de um profissional ou que a boa aprendizagem de habilidades será desperdiçada para você. Não é como o vinho.

Uma anedota pessoal:


Anos antes de eu começar a WCS, estava preparando uma demonstração de dança de salão com meu pai para o casamento do meu primo. Eu nunca tinha feito aulas de dança, exceto para aprender esta coreografia com meu pai.

A professora estava nos ensinando um intervalo aberto de Cha-Cha, e estava perguntando porque eu nunca levantei meu braço ao lado para combinar com o do meu pai. Eu zombei e disse a ela: “Não seja boba, não vou fingir ser bom o suficiente para fazer um charme com o braço!”

Eu me recusei a levantar o braço e insisti em dançar toda a coreografia com meu braço livre colado no meu quadril , porque estava convencida de que não era boa o suficiente para ser digno de usá-lo. Você consegue comparar minha história com uma da sua?

Sobre rejeição e exclusão

Eu percebo que muitos desses mitos são difíceis de ignorar, porque isso corre o risco de rejeição. Eu não vou mentir e fingir que não há idiotas lá fora e exceções a essas regras gerais. Mas, há idiotas e exceções em todas as partes da vida, certo? WCS não é diferente. Então, aqui está o seu curso de ação:
1. Pegue meu conselho e pule na piscina.
2. Se você não tiver certeza ou tem problemas, pergunte a outros dançarinos sobre isso.
3. Talvez a rejeição não tenha nada a ver com você, então não se preocupe com isso.
4. Seja estóico – se alguém nega seu pedido, tome uma decisão de que a negação não significa que você não é digno. Pode haver outros significados, mas opte por evitar saltar para uma conclusão que está te desanimando. Eu tive que aconselhar vários alunos ao longo dos anos que me contaram sobre várias histórias de rejeição. Alguns deles são legítimos, mas muitas são situações simplesmente mal interpretadas. Certifique-se de dar às pessoas o benefício da dúvida antes de assumir que elas estão rejeitando / excluindo você.

  • Tenha em mente que algumas atividades no WCS realmente são de acesso restrito, o que você pode desenvolver no futuro. Eles exigem treinamento ou experiência adicional, mas podem não ser recomendados para você em seu nível atual:
    Dar feedback
    Coreografar
    Dips e lifts
    Níveis de competição Jack & Jill
    Oficinas focadas para outro nível
    Aulas progressivas
    Festas particulares
    Aprender a Ensinar
    Aprender a julgar
    Se tornar DJ

Notas para a vida!

Aqui estão alguns mantras que você pode precisar repetir em voz alta. Lembre-se, não há tal coisa como “precisar ser bom o suficiente para a dança social”.
EU SOU bom o suficiente para dançar com dançarinos mais avançados.
EU SOU bom o suficiente para dançar onde quer que, sempre que eu quiser.
EU SOU bom o suficiente para merecer aulas particulares dos meus profissionais preferidos.
EU SOU bom o suficiente para estar nesta aula, que é para pessoas do meu nível de dança.
EU SOU o suficiente para aprender qualquer papel que eu escolher.
EU SOU bom o suficiente para me inscrever para um fim de semana de dança.
EU SOU bom o suficiente para o charme do braço!
NUNCA SERIA bom o suficiente para dançar com QUALQUER UM.
NUNCA ESTOU bom o suficiente para trabalhar no meu básico.
NUNCA SERIA muito bom para fazer uma oficina.
NUNCA SERIA muito bom para comentários de colegas.
NUNCA SOU bom demais para se voluntariar na minha comunidade.
NUNCA SOU bom demais para fazer uma lição particular.

 

FONTE: https://blog.steezy.co/ted-talks-that-will-inspire-you-as-a-dancer/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza & Nany Sene

A musicalidade no WCS – Movimentos e acentos

No WCS, o líder tem a responsabilidade de selecionar os movimentos que vão acertar o 1 da música (tônica). Isso é algo complicado mas nós vamos tentar te ajudar!

Pelo fato de os movimentos de West Coast Swing normalmente serem de 6 ou 8 tempos, e a música que nós dançamos ser escrita em compassos de 8 batidas, o WCS é uma dança “fora de compasso”.

Diferente da salsa, os movimentos de west coast swing nem sempre começam no 1 da música.

Embora isso faça com que o WCS pareça confuso, ele também cria a oportunidade para os dançarinos serem muito musicais e criar momentos incríveis dentro da dança.

A dica abaixo é pensada principalmente a partir da perspectiva do líder. No entanto, o seguidor também precisa entender esse processo, para que ele possa adicionar seu próprio estilo e mostrar os acentos dos movimentos de líder para complementar os acentos dentro da música.

A musicalidade é sobre o trabalho em equipe, e entender o que o seu parceiro está fazendo é um elemento importante da parceria.

A Dica:

Líderes, nós vamos criar uma dança simples que coloca os acentos naturais dos movimentos nos acentos de uma frase musical típica.

Para este exercício, você pode usar qualquer música perfeitamente redigida em 32 batidas.

Comece com uma passagem pela esquerda…

No 1 da música, comece com uma passagem pela esquerda. Esse movimento terminará na batida 6, a música ainda terá o 7 e 8 e no 1 iniciará uma nova contagem de 8 tempos.

Nós queremos destacar essas batidas, então precisamos de um padrão que tenha um destaque natural em 3 batidas. Por enquanto vamos usar um…

Sugar tuck (Ou Tuck Turn)

Se continuarmos a contagem da música, o sugar tuck irá acabar na contagem 4 do segundo compasso de 8.

Teremos 5 batidas até o 1 da música (5,6,7,8 e no 1 o acento da música), então precisamos de um movimento que dure 5 tempos.Nós podemos fazer um Whip e mandar a dama com ênfase no 5.

Whip….

O Whip terminará na batida 4 do terceiro compasso de 8. Teremos outro acento em mais 5 batidas, então precisamos de outro padrão que tenha um acento na contagem 5.

Vamos fazer uma passagem pela esquerda com giro. Como a rotação acontece nas contagens 3 e 4, a contagem 5 pode ficar silenciosa (a energia se dissipou da rotação), ou pode ser alta (estamos empurrando a energia da rotação para o próximo passo e, depois, se estabelecendo). Nesse caso, queremos que a contagem 5 seja alta, então vamos escolher a segunda opção.

Adicione giro…

Nosso giro (inside turn) termina na batida 2 do quarto compasso de 8, então temos 6 contagens sobrando até o próximo parágrafo músical.

Agora nós vamos ter um giro do cavalheiro. Faça uma passagem pela esquerda e ao invés de ancorar normal, o líder vai girar para a esquerda.

Se você é novo no conceito de giro faça meia volta:Conecte a mão direita com direita (aperto de mão) à medida que você está de costas para o par, você avançará no 1 (para longe do seu seguidor) em uma posição de estilingue.

Se você estiver mais confortável, você pode fazer 1 giro e meio, seja com triples ou em uma perna. Em qualquer caso, você deve terminar com uma mão direita para a direita e de costas para o seguidor.

Lave, enxágue e repita …

Neste ponto, a música chegou a uma nova frase importante, e você pode repetir a seqüência que você tinha acima.

Uma vez que você terminou em uma posição de estilingue, basta converter a primeira passagem do lado esquerdo em uma passagem lateral do estilingue e fazer uma mudança de mão para acabar de volta na posição inicial.

 

Para recapitular, seus padrões e acentos são:

  • Passagem pela esquerda / passagem pela esquerda do estilingue
  • Sugar tuck com acento na hora do tuck (contagem 3)
  • Whip com acento para mandar o seguidor (contagem 5)
  • Giro interno com acento na primeira batida depois do giro (contagem 5)
  • Passagem pela esquerda com o líder girando na âncora.

 

Musicalmente, é assim que seus movimentos se encaixam na frase musical. Cada linha é um conjunto musical de oito. O 1 é onde os novos movimentos começam.

Por exemplo,o sugar tuck começa na batida 7 dos oito primeiros, e você pode ver que você caminhará o  (7, 8), triplo (1 e 2), triplo (3 e 4).

As batidas 1s estão em destaque para mostrar onde serão os acentos dentro dos padrões da música.

Variações bônus:

O propósito real desta dica não é ter uma seqüência de passos que você dança cada vez que você ouve uma música de 32 batidas.

O objetivo é começar a pensar em onde estão os acentos dentro dos seus padrões e alinhar eles com a frase musical.

Por exemplo, você poderia substituir o sugar tuck com qualquer movimento de seis tempos que tenha um acento no 3- qualquer tuck, uma passagem lateral com o seguidor iniciando um giro no 3, uma aceleração com dispensa da dama parando  no 3, etc.

A partir do momento que você fica mais confortável com as suas opções, você será capaz de pegar os acentos ao mesmo tempo.

 

FONTE: https://www.westcoastswingonline.com/choosing-patterns-to-hit-accents/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza.

Somos geneticamente programados para amar a dança — Pelo menos é o que diz a ciência!

Você alguma vez já sentiu que seu relacionamento com a dança é algo parecido com um vício? Não se preocupe, isso é completamente normal. Isso é simplesmente a forma como nosso cérebro funciona.

Essa semana, o The Washington Post publicou uma pesquisa científica (link aqui) que discorre sobre o que de fato acontece na nossa caixola quando assistimos apresentações ao vivo.

A descoberta veio de um campo emergente da neuro estética que usa ferramentas de mapeamento cerebral para estudar o relacionamento entre o comportamento do cérebro e a arte.

nascido-dança

Abaixo algumas das mais fascinantes conclusões:

Apresentações são um momento de relacionamento

Devido a nossa necessidade por conexão social, nós amamos assistir performances ao vivo em multidões e observar a reação de outras pessoas da plateia.

Assistir a um show junto com alguém nos ajuda a criar laços.

Nós amamos uma boa história

Nosso cérebro ama narrativas.

Dada nossa habilidade de empatia, assistir alguém sofrer e vivenciar algo em seu personagem no palco é uma maneira segura de aprendermos algo novo sem termos que passar pelas consequências de vivenciarmos aquilo nós mesmos.

Nós literalmente sentimos a movimentação do dançarino

Visto que a movimentação é essencial para nossa sobrevivência, nosso cérebro são altamente estimulados ao assistirmos pessoas dançando.

Suas emoções, sua linguagem corporal, expressões faciais e gestos nos mantém atentos o tempo todo.

E de acordo com a teoria do espelho neural, nós realmente conseguimos sentir a movimentação de um dançarino no nosso corpo.

De acordo com o The Washington Post, “Muitos cientistas acreditando que nós mapeamos as ações de outras pessoas no nosso sistema sensorial, fazendo com que a sensação de executar aquela ação passe do nosso cérebro ao nosso corpo, nos ajudando a sentir a emoção que observamos nos outros como se fossem nossa.”

Coreografias brincam com nossas emoções

Formatos corporais diferentes encadeiam emoções diferentes.

Um time de neurocientistas de Londres descobriu que assistir as formas redondas e suaves de uma bailarina pode gerar emoções positivas, enquanto formas assimétricas e pontudas pode nos deixar desconfortáveis.

Música + Movimento = Mágica

Quando a vibe da música combina com a vibe da dança, cria-se um efeito emocional muito poderoso, fazendo com que a experiência de assistir à apresentação seja mais intensa.

FONTE: http://www.dancemagazine.com/why-humans-love-dance-2487518208.html

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Lucas Esteves.