Tag Archives: neurociencia

A neurociência da Dança

ESCRITO POR : Christopher Bergland – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI

A neurociência da dança é um campo de pesquisa relativamente novo, mas em rápido crescimento. Nos últimos meses, uma variedade de estudos e uma dissertação baseada em artigos sobre a neurociência da dança foram publicados. Essas descobertas nos ajudam a entender melhor por que dançamos e como a dança envolve e muda o cérebro humano.

Em 11 de maio, Hanna Poikonen, da Unidade de Pesquisa do Cérebro Cognitivo da Universidade de Helsinki, defendeu sua tese de doutorado, “Dança no Cortex – PREs (potencial relacionado a eventos) e sincronia de fase em dançarinos e músicos durante uma peça de dança contemporânea.” Este artigo acrescenta novas descobertas sobre o florescente campo de estudo da neurociência da dança e apresenta métodos de pesquisa potencialmente revolucionários que podem ter aplicações clínicas.

Para sua dissertação, Poikonen desenvolveu novas maneiras de estudar várias funções cerebrais fora de um laboratório. Usando potenciais relacionados a eventos (PREs) e EEG, ela foi capaz de monitorar como o cérebro dos dançarinos profissionais se diferem tanto dos leigos quanto dos músicos bem treinados.

Leia Mais

Somos geneticamente programados para amar a dança — Pelo menos é o que diz a ciência!

Você alguma vez já sentiu que seu relacionamento com a dança é algo parecido com um vício? Não se preocupe, isso é completamente normal. Isso é simplesmente a forma como nosso cérebro funciona.

Essa semana, o The Washington Post publicou uma pesquisa científica (link aqui) que discorre sobre o que de fato acontece na nossa caixola quando assistimos apresentações ao vivo.

A descoberta veio de um campo emergente da neuro estética que usa ferramentas de mapeamento cerebral para estudar o relacionamento entre o comportamento do cérebro e a arte.

nascido-dança

Leia Mais

Repetição ajuda o cérebro a se divertir ao tocar e dançar

Foram dez anos de treino formal no conservatório ao longo da minha infância e adolescência, e a cada ano eu passava nove meses tocando as mesmas duas ou três músicas ao piano.

Eu achava aquilo um saco. As professoras insistiam na repetição, e eu não entendia a razão, para mim era apenas mesmice.

Claro, quando chegava a audição no final do ano, a música saía muito melhor do que no começo. Mas devia haver um jeito melhor de ensinar e aprender.

Vinte e tantos anos de neurociência e um professor novo de violão depois, eu ouvi a frase que faltava.

Não bastava a repetição, mas ela é necessária e desejável, desde que seu propósito fique claro para o aluno como um meio de atingir um fim: transcender a repetição.

Nas palavras de Guilherme Lessa, “primeiro a gente tira as notas da música, para depois poder tirar música das notas”.

Repetição-banner

Leia Mais