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A maneira mais fácil de ‘fazer a noite de alguém’ no salão.

ESCRITO POR : LAURA RIVA – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI

E se eu te dissesse que você tem o poder de fazer a noite de alguém maravilhosa em  praticamente todo evento de dança que você vai?

Bem, esse sou eu te dizendo: Sim, você pode. Em cada evento, baile ou prática que você vá, você tem o poder de fazer a noite de alguém maravilhosa. Você tem o poder de tornar a experiência de alguém incrível. Você tem o poder de ajudar alguém a transformar uma noite morta em uma noite animada.

Melhor de tudo: É simples de fazer. Você só precisa de 3 coisas:

  • Sua generosidade,
  • Sua vontade de pôr seu Ego de lado,
  • Uma dança altruísta.
Sua generosidade é a sua abertura para o novo.

É sua abertura de aceitar o convite daquela pessoa que você nunca encontrou antes, ou seu desejo de “colocar embaixo da asa” aquele iniciante que fica no canto. É sua abertura de aceitar experiências e energias positivas de dançarinos ao seu redor.

Sua vontade de deixar de lado o ego é deixar de lado seu orgulho.

É quando você não culpa seu par por um movimento que deu errado. É quando você não se sente menosprezado por seu parceiro ser mais iniciante que você. É quando você não vira os olhos para seus erros ou falhas de conexão.

Uma dança altruísta é quando você não faz a dança ser sobre você.

Ao invés é quando você faz sua dança para elevar seu parceiro. É quando você coloca de lado suas próprias inseguranças para fazer com que seu parceiro sinta que possa conquistar o mundo.
Você será capaz de mudar a noite das pessoas ques estão esperando para essa noite ser mudada.

O dançarino que todos amam, não está esperando que noite dele seja realizada por você; a noite dele vai ser realizada por alguém do grupo de parceiros dele  – talvez seja você ou não.

O iniciante, sentado acuado e com medo, está esperando para que a noite deles seja realizada. Eles sabem que têm poucas habilidades para oferecer – além de um desejo de não te decepcionar. Eles estão esperando por alguém como você para realizar a noite deles.

O dançarino que está se achando não está esperando  você para realizar a noite dele. Eles estão esperando que a noite dele seja realizada por patamares específicos que ele não espera que você cumpra.

A pessoa que é tímida ou não conhece ninguém está esperando para que sua noite seja realizada. Eles estão esperando por alguém que os de uma chance de dançar, e estão torcendo muito para que essa pessoa esteja OK com sua dança.

O participante que procura pegar aquela dançarina bonita não está esperando que a noite dele seja feita pela sua dança; a noite deles será feita através de uma conexão romântica de sucesso.

A pessoa que raramente é convidada a dançar está esperando que a noite dela seja feita. Talvez ela não se encaixem na “imagem” de uma dançarina, ou talvez não pareça ótima quando dança. Talvez exista algo intangível que afaste os parceiros dela. Ela está esperando por alguém como você para fazer a sua noite (desde que você não se machuque por algo que esta pessoa faça durante uma dança).

Você pode fazer uma noite através de palavras e ações.

Você pode fazer a noite de alguém através de elogios. Um dançarino pode fazer a noite de outro dançarino apenas através de elogios. Você pode fazer a noite de um dançarino mais avançado, apenas dizendo o quão prazeroso a dança foi. Você pode fazer a noite de um iniciante passando confiança para ele através de um elogio honesto.

Tem um profissional que eu conheço que diz literalmente a todas as seguidoras com quem dança que a dança foi ‘muito boa’ e agradece a elas. A quantidade de seguidoras que saem com sorrisos gigantes estampado no rosto por horas é incrível. Ele simplesmente fez com que todas elas se sentissem incrível – independente do nível – simplesmente porque ele diz isso de maneira genuína. #FazendoaNoitedeTodos #MakesEveryonesNight

Você também pode fazer a noite de um grande profissional, elogiando eles por algo específico – até não relacionado a dança. Eles também são pessoas, e eu nunca encontrei alguém que não se sinta bem com um elogio genuíno.

Você pode fazer a noite de alguém através de ações. Você pode fazer a noite de um iniciante fazendo com que ele dance em um nível que jamais achou que conseguiria.  Você pode dar a aquela pessoa tímida a dança de uma vida, dançando com ele uma segunda música, mostrando o quanto você gostou de dançar com ele. Você pode fazer o dia de alguém melhor dando a pessoa aquela dança conectada e gostosa que ela precisa.

Você pode fazer seus amigos felizes dando para ele a segurança e o conforto para aprimorar aquela habilidade que ele está se esforçando tanto para melhorar. Você pode dar a esse dançarino de outro estilo, mas que sabe como mexer, aquela dança incrível, musical e livre que faz com que ele se sinta como se pertencessem a esse estilo de dança.

Você pode fazer a noite de alguém toda vez que sai pra dançar. Basta querer.

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/the-easiest-way-to-make-someones-night-at-a-social/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis

3 dicas para se manter no tempo no west coast swing

ESCRITO POR : BRIAN B – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI


A 1ª dificuldade que vemos nas pessoas que estão começando a dançar West Coast Swing é a de se manter no tempo. Enquanto eles talvez não tenham problemas dançando só o básico, as coisas tendem a dar errado quando executam passos mais complexos. Se você sente dificuldade de dançar e contar o tempo ao mesmo tempo esse artigo é para você.

1. Contando a Música

Algumas pessoas aprendem a dançar sem gastar muito tempo contando a música e tendem a dançar pela sensação. Não importa quem você é ou quão habilidoso você é em sentir a música, contar sempre vai elevar sua dança.

A contagem te leva a  caminhos para que tanto você quanto seu par sejam direcionados simultaneamente para a mesma coisa.Mesmo que você seja um ótimo em sentir a música, você sempre vai ser mais preciso se você focar em contar.

Quando sua contagem estiver firme, você vai ser capaz de sair da batida e voltar para ela perfeitamente.

Como você melhora sua contagem?

Primeiro, gaste algum tempo escutando as músicas e faça a contagem durante toda ela. (Eu faço isso no carro). Enquanto vai se tornando mais confortável, evolua para dançar seus movimentos básicos sozinho sem parceiro.(Um par vai complicar as coisas nesse ponto).  Finalmente, tente quando for sair pra dançar ou treinar com seu parceiro.

Foque em contar durante a música inteira. Não importa como você conta, a chave é continuar contando na sua cabeça durante a música inteira.

Se você é um dançarino que vai pela sensação, isso pode levar um tempo até se tornar confortável a contagem com a dança. Está tudo bem, você está reprogramando a maneira como você escuta a música para que você possa dançar em um nível muito mais elevado, e isso vai tomar um tempo.  Uma das dicas que eu uso é ‘cantar a contagem’ na minha cabeça o que cria uma conexão mais firme entre a contagem e a música.

2. Aprenda Batida Forte(Grave) vs Batida Fraca(Agudo)

Como o West Coast Swing é uma dança binária (2 tempos), reconhecer a diferença entre essas duas batidas (Batida forte(Grave) e Batida fraca(Agudo)) é uma habilidade essencial. Enquanto os movimentos se tornam mais complexos e os dançarinos introduzem mais ‘brincadeiras’ no meio das movimentações, você vai precisar saber imediatamente qual batida é qual para ficar no tempo correto.

Batida Forte(Grave) são 1, 3, 5, ou 7. Batida Fraca(Agudo) são 2, 4, 6, ou 8

Coloque uma música e comece a contar ela em pares de Batida Forte-Fraca. Escute para ver se está começando no Batida Forte(Grave) da música ( 1, 3, 5, ou 7 da contagem de 8 tempos) e conte Batida Forte, Batida Fraca, Batida Forte, Batida Fraca, …. 1-2-3-4-5-6-7-8.

A proposta desse exercício é treinar você mesmo a reconhecer instantaneamente se você está na Batida Forte ou na Batida Fraca. Até chegar no ponto de reconhecer instintivamente, você vai precisar praticar muito além do ponto de entender conscientemente.  Esse exercício vai parecer muito simples depois de um tempo, e isso é normal. É muito mais fácil de se manter no ritmo das Batida Forte e Batida Fraca na sua cabeça enquanto não tiver outras distrações. O objetivo é você praticar até o ponto onde você não se perca mesmo quando estiver distraído.

Uma vez que você dominou este exercício, pratique pulando suas músicas para o meio de música e veja o quão rápido você consegue identificar quais são as Batidas Fortes e quais são as Batidas Fracas ou mantenha uma conversa com seu amigo enquanto a música está tocando no fundo e encontre novamente qual batida é qual durante a conversa. Essa parte do exercício te ajuda a identificar rapidamente quando você não estiver acompanhando a música com atenção, o que é parecido com o que vai acontecer no meio da loucura quando você perder a batida da música e precisar rapidamente reiniciar seu metrônomo interno.

3. Entenda o WCS como uma dança Binária(2 tempos)

Embora o West Coast Swing seja composto por movimentos de 6 e 8 tempos, a dança em si é em 2 tempos. Todo momento do West Coast Swing acontece entre pares de Batidas Fortes e Fracas. Esses pares são unidos em um passo completo, uma extensão, uma brincadeira, ou qualquer outra coisa da dança.

Considere uma passagem básica pela esquerda. Nós normalmente contamos o passo como “Tempo tempo, contratempo, contratempo.” Esta linguagem revela os incrementos de dois tempos pertencentes ao padrão: tempo tempo , um contratempo e outro contra-tempo. Se quisermos mudar o passo, nós vamos fazer isso mudando um ritmo completo de duas batidas. Por exemplo, Nós podemos mudar nosso contratempo da âncora por um passo arrastado lento. Nós não podemos simplesmente mudar uma batida no nosso passo, já que isso afetaria nossos passos no resto do ritmo.  

Como fazer uso base de 2 tempos do West Coast Swing?

Para começar, todo momento  pertencente a uma par de batidas forte-fraca. Se você está com dificuldade em um movimento, quebre ele por par de batida para ver onde está o problema.

Segundo, todas as suas pisadas acontecem em um incremento de 2 batidas. Se você quer aprender movimentas sincopadas ou variações de pés, você deve praticar em blocos de 2 tempos: kick-ball change, contratempos, etc. É muito mais fácil de fazer variações com os  pés na hora se você conseguir criar algo de um incremento de 2 tempos do que tentar memorizar uma sequência inteira de sincopados.

Terceiro, brincadeira acontecem em incrementos de 2 tempos. Se o seguidor quiser fazer algo na batida forte ele também precisa preencher a batida fraca. Se o líder quer reiniciar a dança ele precisa fazer isso em uma batida fraca.

FONTE: https://www.westcoastswingonline.com/stay-on-time/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis

5 TIPOS DE DANÇARINOS PERIGOSOS

ESCRITO POR : LAURA RIVA – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI


Todos nós já dançamos com pelo menos 1 pessoa. Se estivermos dançando há algum tempo, provavelmente várias. Mas, uma coisa que muitas pessoas não fazem uma pausa para considerar é:

Nós somos os dançarinos perigosos que todo mundo fala sobre?

É importante notar que nunca conheci um dançarino que esteja ativamente procurando machucar ou pôr em perigo seu parceiro. Eu não acho que alguém saia para dançar e pense: “Como eu posso causar danos a essa pessoa hoje?” Caso contrário, eu provavelmente não dançaria dança de salão

Há também alguns “tipos” de dançarinos perigosos. Alguns dançarinos perigosos podem mesmo ser realmente bons parceiros quando as condições são certas – mas quando as condições falham, todo o inferno se solta.

Tipo 1: Aquele que acha que está fazendo as coisas certas.

 

Quem são: Este é o tipo de dançarino perigoso que pensamos com maior frequência. Este é o dançarino que puxa seu parceiro, se joga para o parceiro segurar ou, de outra forma, “força” os movimentos do parceiro.

Eles são como o motorista na estrada que nunca pensam que vão entrar em um acidente porque são “Bons motoristas”, então eles agem no limiar da segurança, pensando que eles podem “lidar com isso”.

De onde vem isso:

  • Condução de mais,condução franca ou condução pelo braço.
  • Falta de conexão e consciência do corpo do parceiro.

Como eles são perigosos: Estes geralmente são mais propensos a ferir um parceiro através da força. É aqui que os ombros esticados e as costas curvadas são mais freqüentes. Independente se a “culpa” é colocada no parceiro ou não, a confiança do dançarino em sua própria habilidades é o que causa esse risco.

Você pode ser esse tipo de dançarino se:

  • Se acha que está fazendo isso 100% certo, ou se você se recusa a treinar
  • Você presume que como o movimento não deu certo você, deve liderar ou seguir com mais “força”
  • Você assume que, porque um movimento não funcionou, é culpa do seu parceiro
  • Você assume que a liderança acontece “fazendo” o seguidor ir para algum lugar
  • Você assume que todos os parceiros vão te segurar se você se jogar num deep ou cambré.
  • Você aprende ‘coisas legais’ do YouTube – e não faz nenhum treinamento formal.
  • Seu líder permanece apenas em movimentos muito básicos, mesmo que você ache que pode fazer mais
  • O seu seguidor fica adicionando resistência à conexão, desacelerando os movimentos ou  até abortando alguns movimentos
  • Vocês tem seus convites frequentemente rejeitados
  • Muitas pessoas parecem contar-lhe sobre “lesões” que elas têm – e pedem para que a dança seja suave e gentil

 

Como você pode corrigi-lo: Pratique suas habilidades de conexão e aprenda a sentir quando seu parceiro não está no movimento com você. Se você é líder, experimente liderar com menos força e menos movimentos de braço. Se você é um seguidor, controle seus movimentos de deep e cambre e aproveite seu tempo para entender a liderança.

Tipo 2: Aquele que acelera

Quem são: Estes dançarinos adoram músicas rápidas – mesmo em movimentos super complexos. Eles tendem a esquecer de respirar e esperar por seu parceiro

Eles são como o motorista que vai 160 km na rodovia. Enquanto as condições forem boas e não houver outros motoristas, tudo é bom. Então, algo dá errado – e o que poderia ter sido um resultado não tão ruim pode ser catastrófico.

De onde vem isso :

  • Aceleração
  • Falta de conexão e conhecimento do corpo do seu par

Como eles são perigosos: Normalmente, essas lesões acontecem por causa de uma pequena coisa que deu errada. Por exemplo, não deixando um movimento de cabeça terminar antes de trazer de volta, ou iniciar um novo movimento sem aguardar o fim do primeiro. Em velocidades lentas, esses pequenos acontecimentos não causam muito dano – mas o momento pode causar maiores chances de lesões.

Você pode ser esse tipo de dançarino se:

  • Você sente a necessidade de acertar tudo na música – independentemente do parceiro
  • Você não ajusta o nível de sua dança baseado na velocidade da música
  • Você tem o hábito de não terminar os movimentos
  • Você dança rápido, mas às vezes não toma tempo para saber onde o corpo do seu parceiro está
  • Você costuma antecipar movimentos (seguidores)
  • Suas danças são melhor descritas como “desafiadoras” – muitas coisas legais, mas nenhuma sala de respiração

Como você pode corrigi-lo: Pratique suas habilidades de conexão e aprenda a sentir quando seu parceiro não está no movimento com você. Se você é líder, experimente uma câmera lenta para encontrar soluços na sua conexão. Se você é um seguidor, pratique a espera. É bem provável que, você está começando um movimento antes que seu parceiro.

Tipo 3: Aquele que é totalmente desligado.

Quem são: Este dançarino pode ter uma ótima conexão com seu parceiro – mas eles não tem idéia do que está acontecendo ao seu redor. Eles estão tão concentrados em seu parceiro, eles esquecem da pista de dança. Isso significa que choques acidentais e colisões são bastante frequentes.

Isto é como o motorista que muda de faixa sem verificar seu ponto cego, ou simplesmente não viu que o carro parou na frente. Eles podem ser um ótimo motorista quando não há mais ninguém – mas se tornam um risco assim que eles têm que lidar com outros corpos.

De onde vem isso:

  • Falta de consciência e de habilidade de chão

Como eles são perigosos:  Estas são geralmente lesões indiretas. Basicamente, eles irão ferir o parceiro de outra pessoa trombando com outro casal, ou irão ferir seu parceiro porque o jogou em outro casal. Às vezes, pode até ser desatenção de um outro casal desatento – o que nos leva a dois casais onde ambos perceberam tarde demais para que iria ocorrer uma colisão.

Você pode ser esse tipo de dançarino, se:

  • Você percebe que freqüentemente atinge outros casais
  • Você percebe que freqüentemente é atingido por outros casais
  • Você nunca ouviu falar de “dançar pelo chão”

Como você pode corrigi-lo: Aprenda trabalho de chão, tente dançar em espaços pequenos, tente prestar atenção onde os outros casais estão enquanto você dança. Isso requer treino, você pode se tornar atento. Mesmo que isso exija ir mais devagar ou ajustar sua dança, coloque como prioridade ter certeza que você tem espaço para executar o movimento. Aprenda como abortar o movimento se alguém aparecer invadindo sua linha loucamente.

Tipo 4: Aquele que fica nervoso

Quem são: Os nervos podem tirar o melhor de qualquer um – mas os dançarinos nervosos podem sofrer de um nervosismo que realmente os tornam perigosos! Estas são as pessoas que estão tão convencidas de que não podem fazer algo certo que adivinham todos os movimentos. Ao invés de seguir, eles vão sobre-corrigir ou alterar de repente. É como o motorista que percebe que esta a deriva, então supera o carro na outra pista.

De onde vem isso :

  • Nervos
  • Falta de confiança na sua própria habilidade

Como eles são perigosos: Eles tendem a machucar os outros, porque eles espontaneamente levam o movimento para uma nova direção, ou eles usam muito esforço para serem “claros” numa liderança ou “claros” numa condução. Normalmente, existe uma sensação de ‘para e anda” que deixa o movimento o inicio e o fim do dos movimentos muito grosseiro.

Você pode ser um desses dançarinos, se:

  • Você fica muito nervoso
  • Você surta, e muda de ideia no meio de movimentos com frequência
  • Você tem a tendência em manter a conexão muito apertada ou em exagerar momentos.

Como você pode corrigi-lo: Respire. Se precisa ir devagar, vá devagar. Flua pelo seus movimentos. Treine. Você vai eventualmente superar isso, mas enquanto isso você tem que relaxar, para manter o controle do que está fazendo.

Tipo 5: O Bebado

Quem são : É qualquer pessoa que esteja bêbada. Assim como um motorista bêbado, não é uma boa ideia.

De onde vem isso:

  • Álcool e drogas

Como eles são perigosos: Baixa inibição, uma opinião muito boa sobre sua dança, e um péssimo controle motor criando uma cocktail de machucados. Tudo de todos os outros tipos (Exceto nervoso talvez) surgem aqui. Além de provavelmente não serem capaz de entender a reação de seus parceiros.

Você pode ser um desses dançarinos, se:

  • Você fica bêbado, ou realmente embriagado

Como você pode corrigi-lo: Beba menos, controle o quanto bebe ou abstenha de beber até terminar de dançar. Não há desculpa para criar uma situação perigosa só porque você queria “tomar umas”.

Estou preocupado que eu possa ser um dançarino perigoso, como posso saber?

Pergunte! Seus professores devem ter essa resposta – especialmente se eles conduzem ou são conduzidos por você. Se um professor não é uma opção pergunte a dançarinos mais avançados. Se eles souberem que você está aberto a receber o feedback, Eles provavelmente vão te dar feedbacks discretos, tipo:

  • “Bem, às vezes você é um pouco brusco”
  • “É desafiador dançar com você às vezes”
  • “Eu preciso estar bem para conseguir te acompanhar”
  • “Você desloca muito”
  • “Eu as vezes fico meio confuso quando estamos dançando”

Geralmente, as pessoas “pegam leve” nos comentários para evitar ofender você. Se você receber feedback como este regularmente, você pode ser um dançarino perigoso que precisa ajustar algumas coisas que você está fazendo. Se você é um dançarino perigoso, não achamos que você é uma pessoa ruim! Nós só queremos que você conserte essas coisas para que seja mais fácil dançar com você!

Ao pedir feedback, tenha em mente que os iniciantes geralmente são um indicador mais fraco de saber se você é ou não perigoso. Enquanto eles são os mais propensos a se machucar, eles também são mais propensos a confundir “áspero” com “forte” e “rápido” para “bom”. Eles sabem que são dançarinos mais “fracos”, então eles estão simplesmente tentando ‘acompanhar’ seu nível, e talvez não percebam que existem comportamentos perigosos.

Se você está dançando com um dançarino perigoso e você não acha que pode se proteger, diga algo. Você pode ser legal, mas deixe-os saber! Eu fiz isso também – e às vezes funciona muito bem. Não vale a pena se machucar..

Fiquem seguros, amados dançarinos!

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/the-types-of-dangerous-dancers/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis

Como apoiar a sua minúscula comunidade de dança

ESCRITO POR : TANYA NEWTON – LINK ORIGINAL : CLIQUE AQUI


Você – sim, você mesmo – pode ser a diferença entre uma comunidade de dança minúscula crescer ou morrer.

Se você está cansado de ter que viajar para fazer aulas ou participar de eventos, está desesperado pelo próximo grande encontro de dança mas tudo isso custa extremamente caro e envolve perder horas e horas de viagem. Ou de se sentir derrotado por perceber que você não está evoluindo tanto quanto você gostaria porque não pratica com frequência.

Esse artigo é para você!

“Mas eu não sou professor de dança, por que eu deveria me importar?”


Isso é verdade: você não é a pessoa que trabalha com dança. Você não tem nenhum lucro, ou prejuízo, com eventos e aulas. Você prefere não colocar tempo e esforço em algo que você não vai receber nada em troca. Então você pode pensar “por que eu deveria me importar em apoiar algo que, francamente, nem sempre é tão divertido assim”. Afinal, uma comunidade de dança minúscula está cheia de iniciantes e bailes vazios.

Vamos deixar algo claro: você não é obrigado a seguir nenhuma dessas dicas. Se você está feliz com a sua comunidade de dança local, ou prefere investir seu tempo em alguma outra coisa, a escolha é sua. Mas se você se importa com a sua comunidade local e deseja fazer ela ser maior e melhor, você precisará colocar um pequeno esforço nisso. Mas é pequeno mesmo, basta seguir as dicas abaixo.

Porque uma pessoa não consegue criar um evento sozinha, é necessário uma comunidade.

Então, seguem as dicas para você apoiar sua comunidade.




1. Compareça!

Em uma comunidade minúscula, nem toda noite será movimentada. Entretanto, isso é só mais um motivo pra você comparecer. Você pode ser a diferença entre ter apenas uma, ou duas pessoas para se dançar. Você pode ser a diferença entre o organizador do baile sair no zero a zero ou ter prejuízo. Você pode ser a pessoa que motiva a todos a voltarem no próximo baile.

Muitos dançarinos reclamam de ir aos bailes pois eles estão sempre vazios, mas se eles não forem, os bailes continuarão sempre vazios, ou pior, deixarão de acontecer.

Não desista depois de ir apenas uma vez. Continue aparecendo sempre e, naturalmente, os bailes, eventos e aulas crescerão.

  1. Pague

Talvez sua aula seja composta de cinco damas e apenas uma cavalheiro, ou você se preparou para uma noite de dança que acabou sendo apenas um salão vazio com dois casais dançando. Nesses momentos, pagar o valor da aula ou do baile parece jogar dinheiro fora. Provavelmente os organizadores até ofereçam um desconto ou VIP.

Mas o espaço ainda precisa ser pago, os organizadores gastaram seu precioso tempo montando algo bacana pra você, seja preparando as aulas ou a lista de músicas que tocaram no baile. Por isso, mais que nunca, apoiar sua comunidade significa pagar.

Quanto mais os organizadores precisarem tirar dinheiro do próprio bolso para organizar eventos e aulas, mais provável que eles parem de organizá-los.

Obviamente, se você barganhar, você consegue ganhar alguns reais de desconto, mas quando uma comunidade é pequena, você não está pagando apenas pela aula ou pelo baile. Você está investindo no futuro da comunidade e na possibilidade de um evento maior em um futuro próximo. E isso não vale muito mais que apenas alguns bailes esporádicos?

Então, ao invés de aceitar o desconto, insista em pagar o valor inteiro. E se estiver vazio, aproveite! Use uma aula vazia como se fosse uma aula particular e peça coisas diferentes, ou bailes vazios para treinar passos de maior efeito e que usam mais o espaço, além de fazer questão de conversar com todas as pessoas ali e conhecê-las melhor.

Além disso, em grandes eventos, procure pagar o pacote completo. Normalmente esses pacotes são mais caros, sim, e talvez você não queira fazer os workshops, mas só participar dos bailes, então um pacote só de bailes seria mais indicado para você. O problema é que pacotes de bailes não são suficientes para pagar grandes eventos.

  1. Receba bem os iniciantes

O que é uma noite incrível? Uma com várias pessoas, grande variedade de níveis, música boa, um chão decente… A não ser que você seja iniciante. Para (a maioria dos) iniciantes, uma noite incrível é simplesmente uma noite que eles consigam dançar sem se sentir desconfortáveis ou com vergonha.

Uma comunidade de dança só cresce se tiver iniciantes. E embora dançar com alguém que tenha feito apenas uma ou duas aulas não seja tão satisfatório quanto dançar com alguém do seu nível, se você quer ver sua comunidade crescer você precisa fazer os iniciantes se sentirem bem recebidos. E eu realmente quero dizer bem recebidos e não só levemente percebidos.

Diga Oi. Apresente-se com um enorme sorriso e comece a conversar. Chame-os pra dançar, e não só uma música por educação que acaba em 30 segundos. Apóie-os, reconheça o que eles fazem bem e os lembre que todo mundo passou pelo que eles estão passando. Se você organiza algum baile, convide-os para conhecerem. Se tiver um grupo de WhatsApp, adicione eles.

Mostre a eles que eles já são parte dessa comunidade, porque é assim que você fará eles ficarem.

  1. Fale com as pessoas sobre isso – E continue pensando positivo!

Fale com as pessoas que você conhece sobre as aulas, bailes e eventos. Falar sobre a comunidade é um passo de extrema importância para atrair novas pessoas a ela.

Entretanto, nem toda comunicação é boa.

Imagine isso: você está considerando comparecer a um evento, talvez pela primeira vez, mas aí você verifica no Facebook alguns comentários de pessoas dizendo que não vale a pena ir porque ninguém vai (escrito por pessoas da comunidade, sejam alunos ou organizadores). Provavelmente você desistiria de ir.

Não significa que você tem que mentir ou esconder os fatos sobre quão vazia pode ser a noite de uma comunidade minúscula. Mas você pode citar esse fato enfatizando aspectos positivos, como apresentar os incríveis professores, Djs, ou dizer que tem mais tempo individual nas aulas, uma atmosfera amigável, um espaço grande pra dançar, ou simplesmente prometa que a idéia é fazer a comunidade crescer.

Reclamar que ninguém vai é sempre uma profecia auto-realizável. Se você acredita que uma noite tem potencial, foque no que é positivo e deixe as pessoas saberem disso.

  1. Apóie e motive os organizadores

Criar uma nova cultura de dança nunca é fácil e, para os organizadores, vai existir o momento onde eles considerarão desistir. Perseverar, quando poucas pessoas aparecem, quando eles têm prejuízos e quando eles dedicam horas de organização, pode parecer sem sentido.

Ter sucesso requer tempo, esforço e uma enorme vontade de vencer cada obstáculo no caminho. Construir um novo baile tem um custo financeiro e emocional.

As vezes, o maior apoio que podemos dar a essas pessoas é uma palavra de motivação. Isso não vai pagar o aluguel do espaço ou os custos de divulgação (e definitivamente não substitui ter que pagar pela noite), mas o apoio emocional pode gerar um efeito positivo duradouro. Escutar de alguém que a noite foi incrível e que eles aprenderam muito é sempre reconfortante. Quando você sente que não está tendo sucesso, ouvir um feedback positivo é sempre motivador.

Cuide dos seus professores e organizadores de evento, sem eles, sua comunidade nunca vai crescer. E uma pequena gratidão é um preço pequeno a pagar pela esperança de uma comunidade maior e grandes noites de dança.

Viver em uma área com uma comunidade minúscula pode ser frustrante às vezes, especialmente quando você volta de eventos grandes em locais de comunidades gigantescas. Ainda assim, o fato de você ter essa comunidade pequena com você é motivo de comemoração. Isso pode ser o começo de algo maravilhoso. Tudo que é necessário é um pouco de apoio.

 

FONTE: http://socialdancecommunity.com/how-to-support-your-local-fledgeling-dance-scene/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Lucas Esteves.

Como ter os seus “altos da dança”

Eu ocasionalmente experimentava o que chamo de “altos da dança” ou noites de danças fantásticas.

Uma dessas noites em que cada dança que eu tinha era INCRÍVEL e que continuava tendo mais e mais danças incríveis com todos com quem dançava! Eu era o último a deixar a pista de dança e a adrenalina era tão grande que tinha dificuldade em dormir a noite. Eu mal podia esperar pela próxima … chance de dançar!

Infelizmente, com o passar do tempo, esses “altos da dança” começaram a acontecer com menos frequência e muitas vezes só aconteciam quando eu participava de grandes eventos de dança…

…até eu mudar o modo como eu chamava pessoas para dançar.

Agora, frequentemente eu tenho “altos da dança” nos bailes que vou, apesar de muitas das minhas danças serem com dançarinos iniciantes ou de nível intermediário.

Existem muitas maneiras de melhorar a sua dança, através de técnicas mentais ou físicas, eu estou constantemente buscando técnicas em ambas as categorias e eu te encorajo a fazer o mesmo.

Dito isto, acho que este conceito é uma das maneiras mais rápidas de aumentar drasticamente a quantidade de danças incríveis que tenho na menor quantidade de tempo. Literalmente só levará de 2-4 minutos para que você leia isso e, em seguida, implemente a alteração (especialmente a opção C abaixo), na verdade, você economizará tempo sempre que convidar as pessoas para dançar.

Então o que eu mudei?

Ao chamar alguém para dançar, existem 3 métodos principais que uso:

Eu costumava fazer a opção A …

A – Procurar ao redor do salão por alguém que adoro dançar e convido essa pessoa para dançar.

Agora, em vez disso, muitas vezes faço as opções B ou C e, ocasionalmente, faço a opção A.

B – Olho em volta e busco alguém que eu posso dar uma ótima dança e a convido para dançar.

Ou…

C – Quando acabei de dançar com alguém, eu simplesmente viro e chamo a pessoa mais próxima de mim para dançar. Se ela disser sim, eu me comprometo a ter uma boa … não … uma incrível dança com ela, não importa quem seja, qual é o nível de experiência, etc.

Essas mudanças podem parecer muito simples, mas não permitam que isso o impeça de experimentar o poder que elas tem.

É por isso que acredito que elas funcionam tão bem para mim …

As opções B e C são realmente poderosas porque alteraram minha percepção consciente e inconsciente de quem tem o poder de fazer a dança ser incrível.

Por exemplo, quando uso a opção A o tempo todo e convidei as outras pessoas com quem adoro dançar, subconscientemente sugeri que elas eram a razão pela qual a dança era incrível. Ao longo do tempo, comecei a realmente precisar delas (ou pelo menos dançarinos do mesmo calibre) para ter aquelas danças mágicas. (Não me entenda errado, eu ainda adoro essas danças. Eu simplesmente não preciso delas para ter aqueles “altos da dança”).

Quando mudei para a opção B ou C, comecei a fazer uma escolha consciente de que era eu que seria o único a fazer a dança ser mágica, independentemente do nível do meu parceiro. Claro, eu nem sempre tive sucesso … mas eu consigo muito mais noites de “altos da dança” agora que estou fazendo um esforço consciente para ser aquele que faz a diferença.

O benefício extra para dançarinos populares

Para aqueles de vocês que sempre são tirados para dançar, há uma parte mais importante sobre a Opção C.

Quando eu estou fazendo a opção A (ou mesmo B), e eu vou pedir a alguém que dance comigo, geralmente me pedem para dançar antes de chegar à pessoa que eu gostaria de perguntar. Às vezes, se eu não estou pensando nisso, então, passo essa dança planejando como me certificar de que posso dançar com a pessoa que eu planejava perguntar.

A dança ainda pode estar ok, mas estou certo de que eu teria gostado mais se eu estivesse totalmente envolvido na dança que eu estava tendo, ao invés de pensar em uma futura dança.

Além disso, quando isso acontece várias vezes seguidas, pode ser realmente frustrante! Eu sei que também posso dizer não, mas não costumo pensar nisso no momento(e além disso, eu gosto de dizer sim). Antes de encontrar uma maneira de mudar isso, eu tinha noites em que isso acontecia a todo momento por horas a fio (às vezes a noite inteira). Foi extremamente frustrante ter um objetivo de pedir a alguém para dançar e falhar constantemente durante a noite toda.

Ao escolher a Opção C, uma vez que eu simplesmente me viro e chamo a pessoa mais próxima de mim para dançar, quase sempre tenho sucesso. Isso é incrível!

A exceção

Se você sempre escolhe as opções B e C e você não teve danças incríveis por algum tempo, então você pode querer mudar as coisas e tentar a opção A para ver se isso ajuda.

Meu objetivo aqui não é te dizer que uma maneira é o caminho certo, mas, em vez disso, salientar que você tem opções e se um método não está funcionando, experimente um diferente.

Mas espera, tem mais…

Ao praticar esse conceito todas as noites que saia para dançar, comecei a tomar consciência de todo tipo de situações em que eu esperava que a outra pessoa fizesse algo incrível, não apenas na minha dança, mas também na minha vida fora da dança.

Além disso, comecei a perceber a frequência com que eu (e muitas das classes que faço) também influenciavam os alunos a esperar passivamente aquelas incríveis danças em vez de ativamente criá-las.

Estar ciente disso, me permite parar de esperar, agir e ajudar a ação dos meus alunos também!

 

FONTE:http://www.danceninjas.com/experience-month-long-dance-highs-by-changing-the-way-you-ask-for-a-dance-for-teachers-for-dancers/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza.

O mito do “ser insuficiente”

“Um dia, espero falar o suficiente de árabe egípcio para visitar o Egito”

Isso não faz sentido, certo? Você não precisa ser fluente em árabe para visitar o Egito. Na verdade, os egípcios provavelmente ficariam agradavelmente surpresos se você tentasse “Olá” e “Obrigado”.

Quando se trata de linguagem, a proficiência nessa habilidade não é um requisito de participação. O mesmo vale para karaokê: ninguém espera que você seja um cantor incrível antes de poder desfrutar uma noite com seus amigos no bar de karaokê. Confie em mim, a habilidade definitivamente não é uma barreira para a entrada para karaokê!

Algumas atividades sociais têm uma expectativa mínima de proficiência, como andar de patins em linha. Se você não pode patinar com segurança e parar, não será muito divertido sair para patinar. Fazer trilhas: os amigos caminharão com você enquanto estiverem aptos e dispostos a lidar com a trilha. E tênis: seu parceiro precisa que você, pelo menos, possa retornar o saque.

E … dança social …

Requisitos de proficiência para dança social

A dança social é um tipo de jogo. Exige uma expectativa mínima de proficiência. Para jogar o jogo, os seus companheiros de brincadeira esperam que você:

  1. Conheça as regras do campo de jogo (etiqueta do salão de dança e segurança)
  2. Conheça as regras do jogo (habilidades básicas de fundação e mecânica)
  3. Seja flexível e adaptável
  4. Seja seguro e respeitoso (você sabe, regras humanas)

Honestamente, é isso. Enquanto você cumprir esses requisitos mínimos, você se qualifica para todos os benefícios da adesão que vem em se tornando um dançarino social.

Mas existe um mito comum de que os dançarinos mais novos assumem e tem dificuldade em deixar a ideia de lado, a ideia de que eles não são “bons o suficiente” para certos aspectos do mundo da dança.

Uma pequena minoria pode realmente sofrer de atelofobia (medo de não ser bom o bastante), mas eu acredito que a preocupação de sua habilidade atual atrapalhar a outra pessoa é algo bastante comum, e não uma condição permanente.

Os mais novos dançarinos frequentemente observam os “melhores dançarinos” aproveitando desses benefícios da “associação de dançarinos sociais” e inventam uma história que se opõe a esses mesmos benefícios. Aqui estão algumas ideias, para esclarecer sobre o que é permitido ter acesso a (desde que você atenda aos padrões mínimos).

Benefícios da associação de dança social

Convide qualquer pessoa a dançar, de qualquer nível

Esta é uma comunidade inclusiva, onde todos dançam com todos: todos os níveis, todos os gêneros, todas as idades. Westies orgulham-se ferozmente disso.

Dançar em todo o espectro é a melhor maneira de se tornar um dançarino autenticamente avançado. Independentemente dos pontos WSDC, você não pode se chamar de “avançado”, a menos que você possa elevar todos os parceiros no local!

Dançando com parceiros de níveis mais baixos que o seu você treina para lidar, adaptar e fazer limonada. E com dançarinos de nível superior do que o seu lhe dá uma sensação melhor de como os movimentos devem funcionar.

Mas se você apenas dança com dançarinos avançados, eles são tão bons em compensar que é fácil ter uma falsa sensação de proficiência, iludindo você sobre suas habilidades e necessidades reais.

Eu sei que muitos de vocês estão com a impressão de que os dançarinos avançados não querem dançar com você e você inventa desculpas para não pedir dançarinos avançados para dançar.

“Eu não vou poder continuar”. “Eu vou apenas aborrecê-los.” “Eles só vão me tolerar porque eles não poderão se divertir comigo.”

Desculpe, odeio estourar sua bolha, mas nada disso é factual. Qualquer dançarino avançado que valha a pena dançar com, sabe fazer todas as danças divertidas, nunca está entediado, e ao invés de esperar que você acompanhe, é bastante confortável usando estratégias de elevação. (Criar elementos com o seu parceiro de uma maneira que aumente suavemente seu nível, fazendo com que eles fiquem melhor do que eles pensaram que poderiam dançar.)

Então, sem desculpas, deixe de limitar-se a dançar com apenas dançarinos ao seu nível e abaixo. Vá, convide os dançarinos avançados.

Dance onde quiser na pista, a qualquer hora da noite

Mesmo que pareça que existe um “canto quente” onde muitos dançarinos avançados estão dançando, o espaço está aberto a todos os dançarinos. Você não precisa evitar a área. Apenas fique atento quando há dançarinos que estão fazendo truques ambiciosos, o que é mais comum nesta zona.

Na verdade, mesmo se você não está dançando, é uma boa ideia se sentar por uma ou duas músicas e assistir os dançarinos nesta zona. Inspire-se neles, mas também obtenha um pouco de conhecimento, observe para ver como eles lidam com erros, veja se você pode escolher as técnicas que o seu instrutor estava mencionando, ou veja se você pode pegar um novo footwork para tentar.

Os dançarinos avançados às vezes estão trabalhando em “tarefas” específicas quando vão dançar, então ocasionalmente eles recusam danças para gerenciar sua energia e foco. Às vezes, os dançarinos avançados podem obter “excesso de trabalho”, porque eles estão sendo muito exigentes.

Então, se você pedir a um dançarino avançado para dançar e eles recusam, dê-lhes o benefício da dúvida. Não é que você não seja digno de dançar com eles – eles só precisam de uma pausa.

Participe de rodas de dança, concursos divertidos e apresentações de dança.

A partir do momento em que você entra no espaço da dança, as pessoas estão entusiasmadas por você ser um potencial companheiro de brincadeira. Eles * querem * que você participe – eles querem que mais pessoas que amem dançar tanto quanto elas, porque cria uma cena mais divertida e gratificante para todos.

As atividades e os jogos oferecidos nas danças sociais são projetados para incluir, envolver e inspirar você. Eles não são exclusivos de um determinado grupo ou nível. Sinta-se livre para participar! Se você não tiver certeza, vá em frente e pergunte – ninguém nunca culpará você por perguntar, e você pode apenas obter o encorajamento que estava procurando.

Escolha aulas as quais você se qualifica, e repita aulas que você já fez.

Existem vários veículos instrucionais disponíveis para você, sendo o mais prolífico as aulas de grupos semanais. As aulas em grupo não visam apenas pessoas que são iniciantes apenas aprendendo.

Nem apenas pessoas que têm ambição: as aulas em grupo são a maneira como nós, como comunidade de WCS, transmitimos a dança, e se você se excluir, você está se retirando do jogo. As aulas em grupo não são sempre, mas geralmente, progressivas, o que significa que elas são classificadas por nível de habilidade.

Os melhores oferecem um programa transparente e objetivo que define os requisitos de habilidades para cada nível, mas se você não tiver certeza, fique à vontade para perguntar ao professor. Salvo indicação em contrário, todas as classes estão abertas e disponíveis para você.

Deixe-me dizer isso de outra forma. Comece com todas as aulas que puder! Uma dica super inteligente de dançarinos sábios que progrediram muito e rápido? Mesmo enquanto você faz aulas de nível superior, nunca pare de treinar seus fundamentos. Não só não há vergonha em receber as aulas para principiantes, mas você ganhará mais valor e mais respeito por isso.

Participe de eventos e workshops

Você pode ter ouvido falar de um mágico evento de dança acontecendo em sua cidade ou nas proximidades, e ignorou a ideia de ir, pensando que estava voltada para competições. Isso não é verdade.

Sim, existem competições, mas o foco principal do fim de semana é o aprendizado e a dança social em todos os níveis, o que significa que o evento está voltado para você. Muitas vezes há dezenas, se não, centenas de dançarinos mais novos, que dançam durante 6 dias a 6 meses.

Esses dançarinos geralmente compõem cerca de 25% do público de um evento, então muitas vezes existem workshops voltados especificamente para iniciantes / adeptos do evento pela primeira vez. Em geral, os eventos de fim de semana oferecidos definitivamente terão algo para você, mas se você não tiver certeza, pergunte ao redor. Não perca uma oportunidade que talvez não apareça por mais um ano!

Aprendendo qualquer papel, a qualquer hora

WCS é uma das danças a dois mais desenvolvidas socialmente, aceitando e incentivando qualquer gênero a dançar qualquer papel, liderar ou seguir. Não sinta que está preso no papel que escolheu quando começou.

É bastante comum que os dançarinos aprendam o papel oposto quando sentem que suas habilidades de papel originais se estabilizaram e estão prontas para um desafio. Aprender o papel oposto pode dar-lhe uma melhor compreensão da dança, o que pode aumentar o seu papel original.

Faça aulas particulares com os melhores professores que você puder pagar

Uma vez, uma dançarina me disse: “Eu quero muito fazer lições particulares de um campeão como você. Espero que algum dia em breve eu seja boa o suficiente.” Quando eu a questionei, ela explicou: “É como um bom vinho: quando você está aprendendo primeiro sobre o vinho, você ainda não desenvolveu uma paleta para apreciar as safras caras, então você não deveria perder seu dinheiro em algo que você ainda não sabe apreciar completamente.”

Ela parecia tão confiante em sua história, mas nada poderia estar mais longe da verdade. Como o árabe egípcio, a proficiência de habilidades não é um requisito para se qualificar para aulas particulares com professores de alta qualidade. Lições particulares são para cada um em cada nível, e quanto mais cedo você investir neles, mais rápido e melhor você aprenderá.

Sempre aproveite tantas oportunidades quanto possível para trabalhar com os melhores professores que você pode pagar (faça sua pesquisa, é claro). Não deixe que ninguém lhe diga que você não merece o tempo de um profissional ou que a boa aprendizagem de habilidades será desperdiçada para você. Não é como o vinho.

Uma anedota pessoal:


Anos antes de eu começar a WCS, estava preparando uma demonstração de dança de salão com meu pai para o casamento do meu primo. Eu nunca tinha feito aulas de dança, exceto para aprender esta coreografia com meu pai.

A professora estava nos ensinando um intervalo aberto de Cha-Cha, e estava perguntando porque eu nunca levantei meu braço ao lado para combinar com o do meu pai. Eu zombei e disse a ela: “Não seja boba, não vou fingir ser bom o suficiente para fazer um charme com o braço!”

Eu me recusei a levantar o braço e insisti em dançar toda a coreografia com meu braço livre colado no meu quadril , porque estava convencida de que não era boa o suficiente para ser digno de usá-lo. Você consegue comparar minha história com uma da sua?

Sobre rejeição e exclusão

Eu percebo que muitos desses mitos são difíceis de ignorar, porque isso corre o risco de rejeição. Eu não vou mentir e fingir que não há idiotas lá fora e exceções a essas regras gerais. Mas, há idiotas e exceções em todas as partes da vida, certo? WCS não é diferente. Então, aqui está o seu curso de ação:
1. Pegue meu conselho e pule na piscina.
2. Se você não tiver certeza ou tem problemas, pergunte a outros dançarinos sobre isso.
3. Talvez a rejeição não tenha nada a ver com você, então não se preocupe com isso.
4. Seja estóico – se alguém nega seu pedido, tome uma decisão de que a negação não significa que você não é digno. Pode haver outros significados, mas opte por evitar saltar para uma conclusão que está te desanimando. Eu tive que aconselhar vários alunos ao longo dos anos que me contaram sobre várias histórias de rejeição. Alguns deles são legítimos, mas muitas são situações simplesmente mal interpretadas. Certifique-se de dar às pessoas o benefício da dúvida antes de assumir que elas estão rejeitando / excluindo você.

  • Tenha em mente que algumas atividades no WCS realmente são de acesso restrito, o que você pode desenvolver no futuro. Eles exigem treinamento ou experiência adicional, mas podem não ser recomendados para você em seu nível atual:
    Dar feedback
    Coreografar
    Dips e lifts
    Níveis de competição Jack & Jill
    Oficinas focadas para outro nível
    Aulas progressivas
    Festas particulares
    Aprender a Ensinar
    Aprender a julgar
    Se tornar DJ

Notas para a vida!

Aqui estão alguns mantras que você pode precisar repetir em voz alta. Lembre-se, não há tal coisa como “precisar ser bom o suficiente para a dança social”.
EU SOU bom o suficiente para dançar com dançarinos mais avançados.
EU SOU bom o suficiente para dançar onde quer que, sempre que eu quiser.
EU SOU bom o suficiente para merecer aulas particulares dos meus profissionais preferidos.
EU SOU bom o suficiente para estar nesta aula, que é para pessoas do meu nível de dança.
EU SOU o suficiente para aprender qualquer papel que eu escolher.
EU SOU bom o suficiente para me inscrever para um fim de semana de dança.
EU SOU bom o suficiente para o charme do braço!
NUNCA SERIA bom o suficiente para dançar com QUALQUER UM.
NUNCA ESTOU bom o suficiente para trabalhar no meu básico.
NUNCA SERIA muito bom para fazer uma oficina.
NUNCA SERIA muito bom para comentários de colegas.
NUNCA SOU bom demais para se voluntariar na minha comunidade.
NUNCA SOU bom demais para fazer uma lição particular.

 

FONTE: https://blog.steezy.co/ted-talks-that-will-inspire-you-as-a-dancer/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza & Nany Sene

5 TED TALKS PARA TE INSPIRAR COMO DANÇARINO

Está procurando algo para inspirar você como dançarino(a)?

Não procure mais! A TED oferece uma série de conversas interessantes e poderosas.

Esta lista de 5 TED Talks cobre alguns dos tópicos da criatividade e da confiança para a música e a resiliência.

Estes palestrantes irão encorajá-lo, fazer você rir e definitivamente inspirar você como dançarino(a).

ted-west

1. Uma história visual de dança social em 25 movimentos, Camille A. Brown

Descrição:

Por que dançamos? As danças sociais afro-americanas começaram como uma forma de os africanos escravizados manterem suas tradições culturais vivas e manter uma sensação de liberdade interior. A dança ainda é uma forma  de afirmação de identidade e independência. Nesta demonstração eletrizante, repleta de performances ao vivo, coreógrafa, educadora e a companheira da TED, Camille A. Brown, exploraremos o que acontece quando as comunidades se soltam e se expressam dançando juntas.

Como isso se relaciona a você:

As danças que você pratica, independente de onde vieram tem uma história por trás.É sempre importante você entender sua história.

No vídeo, Camille explica o significado dessas danças sociais no passado, e relaciona-as com o papel que desempenham agora.

Assista e escute – ele irá inspirar você como dançarino a cavar mais fundo em todos os seus movimentos.

Citação favorita:

 

O presente sempre contém o passado. E o passado forma quem somos, e quem seremos.

2. Processo criativo de uma coreógrafa em tempo real, Wayne McGregor

Descrição:

Todos usamos nosso corpo no dia a dia, e ainda assim poucos de nós pensam sobre a nossa fisicalidade do jeito que Wayne McGregor faz. Ele demonstra como um coreógrafo comunica idéias para um público, trabalhando com dois dançarinos para criar frases de dança, ao vivo e sem script, no palco TEDGlobal.

Como isso se relaciona a você:

Todos queremos ser bons em improviso e coreografia.

Mas choreographing, ou o que Wayne McGregor chama de “Pensamento físico”, pode ser assustador e vulnerável, então geralmente o fazemos em privacidade.

No entanto, esses dois dançarinos são desafiados a fazê-lo frente a uma audiência ao vivo.

A maneira como eles tomam suas idéias e se expressam com tanta honestidade – no local – irá inspirar você como dançarina a ser mais ousada com seu movimento.

Citação favorita:

 

(Ao praticar choreographing), Você pode descobrir coisas sobre sua própria assinatura corporal… para se mover mal lindamente.

3. Na era da internet, a dança evolui …, The LXD

Descrição:

A LXD (Legion of Extraordinary Dancers) eletrifica a fase TED2010 com uma cultura emergente de dança de rua global, acelerada pela internet. Em uma prévia da próxima série da Web de Jon Chu, essa surpreendente troupe mostra suas superpoderes.

Como isso se relaciona a você:

Em primeiro lugar, LXD nunca deixará de ser f… . Todos eles são impressionantes com talento incrível, inegavelmente.

Mas esta conversa é mais esclarecida pelo seu comentário social sobre a cultura da dança que é tão relevante – um fato mais interessante pelo fato de que isso foi publicado há 7 anos.

Citação favorita:

It is insane what dance is right now. Dance has never had a better friend than technology. Dancers have created a whole global laboratory online.

 

É uma loucura o que a dança é agora. A dança nunca teve um amigo melhor do que a tecnologia. Dançarinos criaram um laboratório global online.

4. Sucesso, falha e a tentativa de continuar criando, Elizabeth Gilbert

Descrição:

 

Elizabeth Gilbert já foi uma garçonete que não consegui ter livros publicados, devastada por cartas de rejeição. E, no entanto, na sequência do sucesso de ‘comer, rezar e amar’, ela se encontrou identificando fortemente com o seu eu anterior. Com uma ótima visão, Gilbert reflete sobre o motivo pelo qual o sucesso pode ser tão desorientador quanto o fracasso e oferece uma maneira simples – embora difícil -, independentemente dos resultados.

Como isso se relaciona a você:

Todos os criativos enfrentam a luta para serem criativos, permanecer criativos e renovar sua energia criativa.

Se você sente que suas habilidades e produtos não estão no seu próprio controle: coreografar, dançar, improvisar, qualquer coisa …

Então ouça esta conversa para ver como essa escritora se manteve inspirada através de uma fase difícil.

Ela irá inspirar você como um dançarino para continuar criando, mesmo que você sinta que não possui isso em você.

Citação favorita:

Eu acharia minha resolução sempre da mesma maneira, dizendo: não vou sair. Eu estou indo para casa. Você tem que entender que ir para casa não significava voltar para a fazenda da minha família.

Para mim, ir para casa significava retornar ao trabalho de escrever porque escrever era minha casa.

Porque adoro escrever mais do que odeio falhar ao escrever, o que é como dizer que adorei escrever mais do que amei meu próprio ego, o que é, em última instância, dizer que adorei escrever mais do que eu me amava. Foi assim que eu superei …

 

Sua casa é o que você quer que seja neste mundo,algo que você ama mais do que você … Sua casa é essa coisa a que você pode dedicar suas energias com uma devoção tão singular que os resultados finais tornam-se inconsequentes.

5. Como criar sua confiança criativa, David Kelley

Descrição:

Nosso local de trabalho dividido em “criativos” versus pessoas práticas? Ainda assim, David Kelley sugere, a criatividade não é o domínio de apenas alguns escolhidos. Contando histórias de sua lendária carreira de design e sua própria vida, ele oferece maneiras de ganhar a confiança para criar …

Como isso se relaciona a você:

Você, por alguma razão , se intitulou como não criativo?

Vários dançarinos  que começaram a dançar aprendendo a apenas reproduzir passos de outras pessoas têm dificuldade em se pensar como dançarinos criativos.

Mas a verdade é que ninguém nasce SEM criatividade.

Se você se sentir assustado por um processo … dizendo “Eu não sei improvisar”, ou “Não sei criar”, então você está rejeitando a possibilidade antes de tentar.

Assista a conversa de David para ver como é possível que alguém adote uma nova atitude ou habilidades criativas.

Citação favorita:

 

Precisamos que as pessoas percebam que são naturalmente criativas … e que deixem suas idéias voarem.

FONTE:https://blog.steezy.co/ted-talks-that-will-inspire-you-as-a-dancer/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Souza.

O SEU BÁSICO TE INSPIRA?

Essa pergunta pode parecer um pouco estranha.

Várias pessoas pensam no passo básico como um ponto de entrada, você aprende o básico de uma dança para ter uma ideia de onde deve colocar seu pé, mas a partir daí evoluímos para para movimentos mais avançados, que é onde a dança realmente ganha vida. Você provavelmente conhece pessoas que pensam assim ou as vezes você mesmo pensa assim.

 

Não deixe seu modo de pensar te levar para a estagnação!

Ao invés de aprender a dançar de um jeito que os agrade e construir algo legal com os seguidores, os líderes acabam focando apenas em aprender o próximo passo legal. Ao invés de aprender a trabalhar em equipe com o que o líder propõe, os seguidores aprendem uma dúzia de enfeites para jogar no meio de um movimento. E se o seu par não souber trabalhar com o passo mais recente ou com o enfeite do momento? Por exemplo, se o seu par for alguém que acabou de começar a dançar?

Se você pensa que a dança só ganha vida quando você faz movimentos legais, para um iniciante, então, ela é chata e entediante. Essa não é uma maneira de crescer como dançarino e muito menos de fazer a comunidade crescer.

 

Você aprendeu o seu básico sem dominar os princípios subjacentes?

De fato, isso é o que normalmente costuma acontecer e esse é o porque você vai ouvir muitos profissionais lamentando sobre bons dançarinos que ainda precisam refinar sua base. Para um profissional, um movimento básico é a manifestação de um série incrivelmente rica de princípios físicos e biomecânicos. Não é apena tempos e contratempos, muito mais do que balançar um bastão de baseball de um lado para o outro é controlar o movimento para rebater uma bola. Claro, você pode acertar balançando o bastão de um lado para o outro, mas não vai ser igualmente efetivo. Da mesma forma, o seu básico de dança não vai ser efetivo se você só pensar nele como um ponto de entrada que você tem que passar e nada mais.

 

Eu quero te encorajar a pensar sobre seu básico de uma forma diferente.

 

Muitas vezes pensamos no nosso básico como marcação: Tempo e contratempo. Uma vez que você aprende isso, e tenha uma aula ou duas para limpar onde seu pé tem que passar, você sabe o seu básico.

Ao invés de ver seu básico apenas como um ponto de entrada ou um obstáculo que você precisa para superar para fazer as coisas legais, comece a vê-lo como uma essência importante da dança. Nessa linha de pensamento, básicos não são apenas tempo e footwork. Eles têm uma profundidade que continua a se desdobrar ao saber mais sobre a dança.

Quando você aprende sobre conexão, seu básico está lá para mostrar como variar entre os diferentes tipos de conexão.

Quando você começa a criar formas, você vai ver formas no seu básico que nunca reparou antes, e você vai descobrir o porque que o contrapeso ajuda em um movimento ou por que abrir os ombros ajuda em outro movimento.

 

Realmente quer ser um grande dançarino?

Por fim, a dança funciona por causa da física: a física do movimento, como o alinhamento estrutural do corpo permite ou restringe o movimento,  a maneira como um objeto se equilibra, o momento em que a conexão move um corpo, etc. Quando feito de maneira certa, você vai aprender esses movimentos pela forma dos movimentos básicos. Você vai sentir o momento de conexão dos corpos em movimentos enquanto ancora em terceira posição, você vai criar uma condução de corpo pisando para trás no 1 porque o alinhamento estrutural do seu corpo estará correto e assim por diante. Mas – e esse é o ponto principal – você sente essas coisas por causa dos princípios subjacentes.

básico

Então tire um tempo pra aprender o básico…de novo!

Volte para o começo e descubra os principais elementos que fizeram seu básico funcionar. Faça algumas aulas focando nos princípios que te permitiram crescer. Não fique preso no “passo novo super legal”, ao invés disso foque nos princípios básicos da sua base que te inspiram na dança! Te garanto que o esforço vai valer a pena  

FONTE: https://www.westcoastswingonline.com/more-than-just-basics/

TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis.

Contato de dança vs. Contato de “não dança”

O contato é necessário para a dança social. Dependendo do seu estilo de dança, pode ser qualquer coisa, de uma posição aberta para um abraço com contato de corpo inteiro. Esses pontos de contato também podem mudar ou evoluir, e esses pontos de conexão podem solicitar respostas físicas específicas de um parceiro. Estes contatos são um tipo de contato de dança. Eles são como nos comunicamos uns com os outros, com a finalidade de criar uma dança interessante, divertida e segura.

Mas, há outro tipo: contato de ”não dança”. O contato de ”não dança” é qualquer contato que você não sente que faz parte da dança. Pode ser sexual, ou completamente platônico. Estes são contatos que não servem para aumentar ou contribuir com a experiência da dança.

 

Contato de dança

Contato de dança é a forma como nos ligamos fisicamente com o nosso parceiro durante uma dança. Isso inclui tudo, desde abraço básico aberto ao contato de corpo inteiro. Também inclui como tocamos – não apenas o que tocamos.

É por isso que sensação de contato na dança é tão subjetivo. Para uma pessoa, o toque de dança pode ser conexão de corpo inteiro, respirar juntos e contato visual intenso. Para outra pessoa, esse mesmo contato pode ser considerado como contato de ”não dança”.

O que você entende como contato de dança também pode mudar ao longo do tempo. Por exemplo, ele pode mudar com base em:

  • Que estilo você dança
  • Seu conforto pessoal
  • A quanto tempo você está dançando

Por exemplo, novos dançarinos freqüentemente lêem contato corporal próximo como contato de ”não dança”. Dançarinos experientes podem ler uma conexão de corpo inteiro como um tipo de contato de dança, ou você pode ver os diferentes padrões de contato de dança entre Soltinho e Zouk.

 

Contato de “não dança”

Contato de ”não dança” é qualquer tipo de contato físico que possa parecer fora do lugar no contexto da dança. Cada pessoa (e gênero) tem seu próprio limite de quando um contato de dança vira um contato de ”não dança”.

O sentimento mais comum de contato de ”não dança” ocorre durante a dança social, quando alguém entende que um contato é sensual(contato de ”não dança”) no contexto de uma dança que não é sensual (para aquela pessoa).

 

Ocorrência simultânea

Às vezes, um comportamento pode ser simultaneamente um contato de dança e ”não dança”. Por exemplo, duas pessoas que têm uma atração sexual entre si podem ter contato corporal completo relacionado à dança, e começar a se sentir sexy por causa desse contato.

 

Comportamento físico

Cada cena e indivíduo tem seu próprio termômetro para contato de dança VS contato de ”não dança”.  Agrupei alguns comportamentos que testemunhei ou ouvi falar. Claro, isso não está completo nem perfeito, mas pode ajudar as pessoas a entender quais comportamentos serão em grande parte aceitáveis.

Para os propósitos desta lista, as danças sensuais incluem ritmos como Zouk, Kizomba e Bachata. As danças não-sensuais incluem a maioria das danças da família Swing. Salsa e Tango podem ser considerados sensuais, mas têm elementos de ambos.

Por exemplo, a Salsa é dançada principalmente em posição aberto, mas possui muitos indicadores de sensualidade. O Tango tem uma conexão muito íntima, mas raramente (se alguma vez) utiliza ondas, isolamentos, etc.

 

Verde (Quase tudo OK)

  • Contato dos braços e dançar de mãos dadas
  • Abraço aberto e fechado com um espaço entre os dois
  • ‘Sincronizar’ com o seu parceiro em um abraço aberto
  • Sorrir

Amarelo (OK para a maioria dos parceiros; Quase sempre ok em danças sensuais)

  • Abraço fechado com um leve contato de corpo
  • Movimentos sensuais(Ex onda),executado com um espaço entre os dois
  • Tocar ombro, meio das costas ou lado do quadril
  • Começar uma dança em abraço fechado, e usar isso para sincronizar com o par

Laranja (OK com pelo menos metade dos parceiros numa dança sensual; normalmente não sugerida para danças não sensuais)

  • Conexão de corpo inteiro (conforme definido pelo gênero), particularmente fazendo contato no tórax, quadril ou coxa
  • Respirar junto para sincronizar
  • Isolamentos, ondas e movimentos sensuais que fazem contato físico com o corpo do seu parceiro
  • Contato cabeça com cabeça

Vermelho (A maioria dos parceiros vai considerar esse contato como de “não dança”, mesmo em danças sensuais)

  • Pegar na nuca, cabelo, perna, barriga, parte de baixo das costas do par.
  • Entrelaçar os dedos
  • Esfregar seu rosto no rosto de outra pessoa

Marrom(A maioria dos seus parceiros vai achar isso desconfortável na dança)

  • Ficar tocando no rosto com sua mão
  • Correndo as mãos sobre o corpo do seu parceiro
  • Fazendo seu parceiro tocar seu próprio corpo com as mãos

Preto (Isso NÃO é contato de dança)

  • Tocando a virilha, a bunda ou os peitos de um parceiro
  • Colocando sua mão debaixo da roupa de seu parceiro
  • Morder, lamber ou trocar fluidos corporais
  • Respiração pesada no ouvido, ou ruídos despertados

O como tocar

Normalmente, o que você faz mecanicamente durante uma dança pode parecer mais ou menos comoum contato de dança dependendo de como você faz isso.

Por exemplo, um abraço fechado com contato do corpo pode ser macio, intenso ou mesmo sem graça. Alguém que se aproxima de forma mecânica quase nunca será confundido com alguém com segundas intenções. Mas, muitas vezes, eles são menos capazes de alcançar o ápice da conexão. Você normalmente obtém esse ápice sabendo onde é o limite do contato. Isto é particularmente verdadeiro para os dançarinos de estilos sensuais.

Em contrapartida, conheci dançarinos que me fizeram repensar suas intenções (inocentes), mesmo depois de anos em danças sensuais. Eles podem fazer os mesmos movimentos que o dançarino sem graça – mas a intensidade e a forma como eles tocam é mais carregada e íntima. Às vezes eu chamo isso de “espera sexy”. Por falta de uma palavra melhor, ele parece muito apaixonante. Às vezes, confuso, por um momento.

Dependendo de como você toca seus parceiros, você pode achar que a maioria das pessoas quer um maior ou menor grau de contato na dança. E algumas pessoas são tão boas em tocar seu parceiro de uma maneira íntima, mas não sexual, que o limite de seu parceiro fica bem menor.

 

Visando uma combinação de sentimentos

Alguns parceiros respondem bem ao contato de “não dança”. Muitas vezes, isso acontece quando as pessoas estão ambas na mesma vibe.

Tenha cuidado se quiser seguir a linha. Você precisa ter certeza de que é capaz de dizer quando esse contato é indesejado. Caso contrário, você vai acabar deixando o parceiro ditar seus limites de contato. Você ficaria surpreso com a rapidez com que a maioria dos contatos típicos  de dança se tornam um toque de ”não dança” se um parceiro sentir que há algo “mais” está rolando.

 

Avaliando a resposta do seu parceiro

Pode ser difícil dizer se alguém está confortável com um toque em particular – Mesmo que sua intenção fosse ou não de um contato de “não dança”. Também é importante notar que apenas porque alguém segue o toque (ou está parado e permite que você os toque) não significa que eles estão gostando.

Por exemplo, eu realmente não gosto de dedos entrelaçados. Na verdade, ele não funciona como uma pegada de dança, então não me dá a sensação de dança. Se estou sentindo que está indo muito longe, eu resisto ativamente à tentativa. Mas, se eu acho que é tolerável e será temporário, muitas vezes acabo “seguindo”.

Mesmo nessas situações, é possível dizer quando seu parceiro se desvinculou de um toque. Os sinais mais comuns de toque invasivo incluem:

  • Empurrando um parceiro para longe
  • Afastou-se, ou resistiu a um movimento
  • Evitar o contato com os olhos (onde não existia antes)
  • Olhando ou afastando-se do ponto de contato ofensivo
  • Reajustando o ponto de contato (incluindo o deslocamento físico da mão)
  • Desengatando completamente, ou a aparência súbita de tensão extra
  • Um sorriso desaparecido, ou mesmo um rosto ativamente infeliz
  • Desaparecimento de estilo ou expressão
  • Comportamento corporal muito, muito neutro ou cuidadoso

 

Quando eu digo, comportamento de corpo muito muito neutro, estou me referindo ao que um amigo chama de “atendimento ao cliente”. Pense em um sócio de varejo diplomático que lida com um cliente muito irado: calmo, educado, mas muito evidente que não está dando muita bola e esperando que o cliente vá embora.

Você também pode pensar nisso como a pequena conversa obrigatória do linguagem corporal: você aguenta, mas provavelmente não é algo que você escolheria fazer se tivesse opção.

 

Atuando na resposta

Meu conselho geral é: tente outra coisa se sentir que seu parceiro pode ter reservas. Embora as reservas possam ser de uma pessoa tímida que precisa de um “impulso” para se deixar relaxar esse nem sempre é o caso. Pode ser muito difícil dizer a diferença entre os dois, mesmo para alguém que é muito experiente em linguagem corporal.

Se você geralmente tem problemas para avaliar o idioma corporal do seu parceiro, eu recomendo mudar o comportamento ao invés de empurrar o envelope. É muito mais fácil “aumentar” o nível de toque quando você tem confiança e conforto do que quando está forçando os limites.

Além disso, a menos que a pessoa fique desconfortável com todo o toque físico, há coisas que você pode fazer sem que elas sintam que o toque é inadequado. Mantenha esse contato até ficarem mais confortáveis.

 

FONTE: http://www.danceplace.com/grapevine/dance-touch-vs-non-dance-touch/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis.

Criando sua própria versão de West Coast Swing

West Coast Swing é uma das danças mais abertas que existe. Se você assistir uma competição de dançarinos de salão profissionais, você verá uma dúzia de casais que se esforçam para um ideal compartilhado de como a dança deveria se parecer. No west coast, ocorre o oposto: Cada profissional tem seu próprio estilo, e a magia da dança é como os profissionais combinam seus estilos numa parceria para criar algo único mas ainda reconhecido como swing.

West Coast Swing te da muita liberdade

 

A partir do momento que você começa assistir WCS você vai ver que existem diferentes versões. Dançarinos ao redor do mundo levaram essas dança para um lugar novo e empolgante. A liberdade de interpretar as danças não está restrita ao nível profissional.  Todos os que dançam o West Coast Swing acabam – conscientemente ou não – fazendo uma declaração sobre como eles visualizam o WCS. Entender  essas afirmações é a chave para desenvolver seu próprio estilo. Este artigo e as dicas a seguir visam ajudá-lo a fazer exatamente isso.

Como deixar a dança sendo sua!

 

A ideia é fazer um exercício mental e pensar sobre quais são os principais elementos do WCS, para você.

Pegue um pedaço de papel e se pergunte,  “ Se eu fosse ensinar WCS do zero, o que seria o mais importante? Quais os fundamentos que eu iria priorizar?”

O começo da sua lista provavelmente seria padrão: Triple steps, âncora, e movimentos básicos. Se force a continuar. Tem passos que são mais importantes? Variações de âncoras? Conexão? Musicalidade? Sincopado? Estilizar a dança?

E continue descrevendo sua lista: Se escolheu musicalidade, quais elementos da musicalidade? Onde as pessoas deveriam começar a aprender musicalidade? Quando a musicalidade deve se sobrepor ao ritmo básico – ou nunca deve fazer isso?

 

Depois que você tiver listado

 

Assim que você tiver sua resposta, volte para sua própria dança. Você pode ver vídeos da sua dança, ou simplesmente prestar atenção em você mesmo quando sai pra dançar. Que elementos da sua dança são consistentes  com a interpretação do WCS que você fez? Tem elementos da sua dança que não batem com a interpretação que você criou?

Quando você encontrar elementos que não batem, se pergunte se você deveria reconsiderar sua interpretação ou talvez essa seja uma área que você tem que desenvolver para chegar mais perto da sua interpretação.

Continue sua evolução

 

A ideia deste exercício é esclarecer o que você acha que é importante no WCS, e trazer sua dança para uma harmonia com o seu ponto de vista. Para continuar sua evolução, volte para essa atividade regularmente ( 2 a 4 vezes no ano) e se pergunte como sua interpretação evoluiu.

Com sorte você vai continuar a melhorar sua dança, e enquanto isso seu entendimento do que é importante vai se desenvolver também. Você vai ser bom no seu jeito de criar um West Coast Swing que é todo seu!  

FONTE: https://www.westcoastswingonline.com/making-this-dance-your-own-2/
TRADUZIDO E ADAPTADO POR: Marcel Cortinovis.